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Engajamento baseado na Comunicação Assertiva

Estabelecer uma relação (que vai além de entregas e contrapartidas financeiras) onde o funcionário sinta-se disposto a dedicar-se, envolver-se e interagir no seu ambiente de trabalho, pelo fato dele identificar-se com os valores e propósitos da organização isso é engajamento!

Por Redação MN

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Engajamento é o laço do profissional com o trabalho que se realiza e com a empresa. Essa ligação não é a estabelecida pelo contrato e sim através de um vínculo psicológico, afetivo e emocional com o emprego.

Esse laço acaba desenvolvendo uma postura mais cooperativa, empenhada, otimista, disposta e de autodesenvolvimento. Além disso, o profissional engajado pode ser mais produtivo e eficiente, ao realizar suas tarefas com mais qualidade.

Promover o engajamento dos profissionais não é fruto de mágica. É preciso fazer a gestão de forma a incentivar o time e fortalecer o vínculo dos trabalhadores e uma das melhores formas para engajar sua equipe é através da comunicação assertiva. A comunicação assertiva é uma das principais competências de um profissional de sucesso. E não por acaso: esta capacidade demonstra o nível de sua inteligência social, ou seja, sua habilidade de se relacionar com os outros e de conquistar a colaboração das pessoas.

Uma comunicação assertiva é aquela que consegue passar as informações com clareza, dinâmica e respeito, obtendo o retorno esperado. Quando funciona bem, cria um canal aberto que permite o diálogo entre as partes e maior intercolaboração.
Para se ter ideia, as falhas de comunicação em uma empresa são um dos principais gargalos. Quando as informações não são compartilhadas de forma correta, surgem grandes dificuldades nas relações. Como consequência, as ações acabam sendo limitadas, bem como o engajamento da equipe.

blogSaber se comunicar de forma eficaz é fundamental para qualquer profissional, independente da carreira ou área de atuação. Isso porque lidamos com diferentes pessoas o tempo todo, seja no ambiente de trabalho, entre os amigos ou em casa.

No ambiente corporativo, uma boa comunicação é importante para todas as atividades, tais como: colaborar com novas ideias e sugestões, propor melhorias, vender produtos ou serviços, conduzir reuniões, lidar com clientes, distribuir demandas, coordenar processos, entre outras coisas.

Saber se comunicar e se fazer entendido é essencial para alcançar bons resultados com as pessoas, para gerar engajamento, então aprenda, treine a se comunicar com a equipe:

Exercite sua comunicação

A melhor maneira de exercitar a sua comunicação é falando. Para algumas pessoas, se comunicar pode ser algo completamente tranquilo e natural, mas uma boa comunicação também pode ser desenvolvida.  Se você sente insegurança ou dificuldades em dialogar, é hora de colocar esta habilidade em prática por meio da prática. Procure ficar seguro na hora de contribuir com suas ideias ou defender seu ponto de vista. Fazendo isso, aos poucos você perceberá que estará fluindo melhor em cada apresentação ou conversa que tiver.

Evite os conflitos

É importante evitar os temíveis conflitos. Claro que algumas divergências de ideias sempre vão surgir, e elas são completamente naturais para o bom andamento dos processos, mas não deixe que as diferenças causem conflitos. Caso algum problema venha a acontecer, procure resolvê-lo imediatamente e da melhor forma possível. Converse com os envolvidos de forma madura e imparcial e, se isso não resolver, procure seu superior, ele saberá a melhor forma de lidar com estes incômodos.

Promova o trabalho em equipe

A colaboração é essencial dentro do ambiente corporativo. Isso porque ninguém trabalha sozinho, e seu trabalho sempre depende de seus colegas para ser bem-sucedido.  É importante lembrar que cada colaborador é de fundamental importância para o alcance de metas. Por isso, exercite sua comunicação com seus colegas, promova um ambiente propício ao trabalho em equipe e desenvolva novas ideias em conjunto. Muitas mentes pensam melhor que apenas uma.

Respeite as diferenças

No ambiente de trabalho, você tem que conviver com profissionais diferentes e que possuem criação e ideias distintas das suas. Utilize as diferenças como estratégia para seu próprio crescimento, sempre respeitando a todos. Converse com seus colegas, escute novas opiniões e aprenda com eles. Isto, com certeza, contribuirá muito para sua evolução.

Lembre-se que é preciso um trabalho diário e constante para tornar a corporação um local que seja benéfico, saudável que engaje e inspire o profissional. Tente! Vale a pena!

 

 

Até a próxima edição!

 

Estamos com você, trazendo novidades, informações e notícias para o seu planejamento, para sua atualização e reciclagem, trazendo as tendências, os melhores fornecedores, as legislações sanitárias, as feiras, congressos e cursos do setor, conectando você ao Mercado de Alimentação. Acompanhe-nos e compartilhe.

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Atualidade

Prêmio Merecido

Primeiro consultor fora dos EUA a ganhar o Bob Pacífico Award - Prêmio cedido a cada 2 anos pelo conjunto da obra de cada consultor

Por Redação MN.

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Durante a Conferência de 2018 da FCSI em Denver, Colorado, o consultor brasileiro José Aurélio Claro Lopes, associado sênior do FCSI, recebeu o prêmio Bob Pacifico de 2018 "Doing Well by Doing Good", por sua contribuição para os serviços de alimentação na América Latina. "Ele é um grande homem que tem sido um mentor para tantos consultores no Brasil ”, disse Marco Amatti FCSI.

Em clima de festa pelo o aniversário de 10 anos , o evento teve celebração, colaboração e diversão. A diversão sempre esteve presente durante toda a conferência com piadas, stand up , pista de dança , boliche mas não foi só diversão e jogos. Havia aprendizado de alta qualidade também.

 

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José Aurélio Claro Lopes
Diretor na Precx Consultoria em Alimentação Ltda.
Associado sênior do FCSI

 

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Entrevista com Decio Garcia - Empresa Consuma

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Empresário e investidor, Fundador do Grupo Consuma e sócio de empresas como Eco Foods, Eco Fresh Açaí, La Bella Gastronomia Empresarial, Integral alimentação e Zucca Design.

 

Aquisição de Empresas no Setor de Alimentação Corporativo para Melhoria de Processos

Por Equipe de conteúdo MN

MN: O Setor de Alimentação Corporativo é muito competitivo e com isso existe uma boa oportunidade de negócio, trabalhando neste mercado como vê que os serviços podem ter seus processos bem definidos? 

Decio Garcia: Bem, tudo na vida sempre é muito competitivo, principalmente quando se fala em serviços e isso também acaba gerando oportunidades. O Serviço de Alimentação Corporativa deve ser conduzido por profissionais experientes, gabaritados, responsáveis e formados na área. Não é um ramo para aventureiros. São necessários investimentos constantes na própria empresa, colaboradores e clientes. Isso faz com que tenhamos muitos desafios  para ajustar os parâmetros corretos da excelência do serviço com a margem de lucratividade da empresa. Mas eu amo o que faço e tenho uma equipe incrível ao meu lado. Isso é fundamental. 

MN: Como uma Empresa de Alimentação pode se preparar para uma futura compra por outra empresa do setor? 

Decio Garcia:  Bom, a maneira correta é ter sempre os números financeiros bem apontados e sem maquiagem, mostrando claramente as margens de lucratividade que cada unidade operacional deixa no "Botton Line" da planilha. Porém a maioria das empresas que aparecem sendo vendidas no nosso mercado é porque a saúde  financeira delas já estão bastante deficitárias, fazendo com que a empresa compradora tenha um trabalho redobrado para superar esses desafios e  mais a provável insatisfação do Cliente . 

MN:  Qual o melhor modelo de aquisição de uma empresa no Setor de Alimentação: De forma parcial onde os sócios atuais continuam participando da empresa  ou  aquisição integral ? 

Decio Garcia: Essa sem dúvida é uma pergunta bastante interessante por ser simples e ao mesmo tempo tão complexa (rsrsrs). Nós do grupo Consuma trabalhamos nas duas modalidades sem dificuldade alguma. O ponto chave é entendermos o porque a empresa está sendo vendida e trabalhar essa situação da forma mais favorável para nós, usando parte da antiga gestão ou trocando pela nossa inteira filosofia de trabalho. Tanto faz, o importante é entender o porquê da venda total ou parcial. 

MN: Quando uma empresa é adquirida por outra, como melhorar os processos da empresa que foi adquirida e manter o comprometimento dos colaboradores que a essa empresa possui? 

Decio Garcia: Desculpe ser realista , mas qualquer aquisição de empresa traz consigo trocas de funcionários. Vai ter aqueles que vão se adaptar e outros não, seja por filosofia de trabalho ou Cargos semelhantes. O importante é sempre ter em Mente melhorar os processos sempre a favor dos Clientes, dos colaboradores e dos sócios. 

FOOD SERVICE

Porque a taxa de desemprego é tão importante para o Foodservice

Por Eduardo Yamashita

 

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O setor de Alimentação Fora do Lar – Foodservice – também foi duramente impactado pela maior crise econômica da história. Em 2016 perdemos cerca de 650 milhões de visitas em restaurantes no mercado brasileiro, representando uma queda de aproximadamente 5% no volume de tráfego anual.

Há muito tempo analisamos quais fatores proporcionam um ambiente favorável ou desfavorável para o crescimento do Foodservice, afinal todos queremos saber quais as perspectivas do setor para fazer nosso planejamento de vendas, decisões de investimentos, etc. e essa análise se mostrou ainda mais importante, dado as recentes volatilidades dos indicadores macroeconômicos e as incertezas impostas.

O setor de Foodservice obedece às mesmas regras de qualquer outro setor de consumo, ou seja, ele dependente principalmente da taxa de desemprego, da renda das famílias, do crédito (nesse caso, da disponibilidade de renda) e da confiança das pessoas. Ao analisar com maior profundidade esses aspectos, constatamos que o setor apresenta uma dependência muito maior em relação ao emprego do que outros segmentos de consumo, não só da taxa de desemprego, mas, principalmente, da massa de pessoas empregadas.

A pesquisa CREST, maior estudo do segmento de Foodservice do Brasil e do mundo, aponta que, no Brasil, 79% das refeições fora do lar feitas são por pessoas que de alguma forma trabalham, número totalmente desproporcional, se comparado à configuração da população brasileira.

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Outro aspecto importante apontado pela pesquisa é a penetração no Foodservice, ou seja, os entrevistados respondem se fizeram alguma refeição preparada fora do lar no dia anterior.

A diferença de penetração mostra claramente a dependência do setor pelo emprego, onde uma pessoa de classe A formalmente empregada tem taxa de penetração de 67%, contra uma pessoa também da classe A desempregada que tem penetração de apenas 30%.

Munidos desses dados e com base em análises de correlação multivariáveis foi possível projetar/estimar o desempenho do setor utilizando diversas variáveis, mas, principalmente, aquelas relacionadas à massa de pessoas trabalhando.

Dado o cenário atual e com as perspectivas que temos para o cenário econômico, estimamos que o setor apresente um interessante crescimento de faturamento médio anual de 5,8% ao ano de 2018 a 2020.

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Obviamente não esperamos que esse crescimento seja linear entre segmentos, ocasiões, tipos de comidas e bebidas, portanto, cabe aos operadores de foodservice e à indústria que abastece o setor entender profundamente as oportunidades e ocasiões de consumo chave para alavancar seus negócios.

Fonte: Mercado e Consumo

Reforma Trabalhista - O que muda para o funcionário

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Por Advogada Mikaela Santos

A Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT), lei que versa sobre os direitos trabalhistas. Foi criada em 1943, sancionada por Getúlio Vargas, na qual abrange desde aquela época a regulamentação das relações individuais e coletivas. Ao longo desses anos foram 497 modificações todas de suma importância, frente as novas relações de trabalho que surgiam com o passar do tempo, mas nenhuma obteve tanto impacto quanto a Reforma Trabalhista, Lei 13.467 de 2017.

Com o advento da Reforma Trabalhista muitos pontos de conhecimento geral, vieram a tona dificultando o entendimento do trabalhador e dando margem a muitas interpretações. Sejamos claros, no Direito as coisas funcionam assim, "ou é" "ou não é", e quando nos deparamos com uma situação dessas, logo cobrimos com um raciocínio lógico. Vamos abordar quatro pontos que deram margem a imaginação, esclarecendo o que mudou e o que foi reformado, lembrando sempre que só temos dois lados nesses quesitos o Reclamante, sendo o empregado e a Reclamada a empregadora.

• EXTINÇÃO DO CONTRATO DE TRABALHO VIA ACORDO: foi inserido em nossa legislação a regulamentação do ACORDO entre empregado e empregador. Todos nós sabemos que a demissão é um momento delicado; Diziam as más-línguas que algumas empresas para não arcar com prejuízo com um desligamento, ofertava ao empregado um ACORDO, que não era regido por cláusula somente verbal, não há o que se falar em benefícios pois muitas vezes só um lado falava.

Agora temos previsão na Lei de um instituto muito importante, regido no artigo 484-A e nos ensina que poderá ocorrer o acordo entre o empregado e empregador e as seguintes verbas serão devidas: pela metade – o aviso prévio(se indenizado) e a multa sobre o FGTS que será de 20%; integralmente – saldo de salário, férias e décimo terceiro salário.

• FÉRIAS: estabelece nossa atual legislação que será possível fracionar as férias em até três períodos. Cumpre salientar que antigamente, podíamos somente em casos excepcionais fracionar as férias, nesse caso em dois períodos, sendo que um não podia ser inferior a 10 dias.

Vamos adentrar no ponto reformado desse instituto, o fracionamento do período de 30 dias, esclarecendo que a decisão de fracionar cabe ao empregado, não da empresa! Insta frisar que quem define o momento em que poderá ser desfrutado esse período continua sendo da Empresa, mas o fracionamento deverá ocorrer dentro dos 12 meses de concessão das férias, o não cumprimento acarreta multa a empresa.

Importante nesse ponto que as empresas passem a obter declaração de vontade do empregado em relação ao fracionamento, o desejo de fracionar e fixar dentro do referido período a concessão. Outros sim foi a novidade das férias terem inicio com 3 dias de antecedência com relação a feriados e finais de semana.

Não podemos nos exaltar com essa mudança, mas podemos dizer que o fracionamento vai depender da expressa vontade do Empregado, que deverá analisar a melhor opção de descansar.

• JORNADA DE TRABALHO: uma reforma considerável versa sobre a Jornada de Trabalho, na qual o Empregado e Empregador poderão negociar, através de Acordos Coletivos, a forma que serão executadas suas jornadas, respeitando os horários já determinados em Lei, ou seja, 220 horas mensais ou 48 horas semanais, com inclusão de 4 horas semanais.

Embora assuste falar em acordo entre as partes, em um polo tão desproporcional, podemos perceber uma flexibilização em adequar da maneira mais vantajosa ao empregado, senão vejamos: O Empregado pode trabalhar 48 horas na semana, dentre as possibilidades possíveis, este poderá trabalhar 12 horas em alguns dias da semana e após cumprir suas 48 horas, folga nos dias subsequentes na semana.

Não há que se falar em temor diante das situações apresentadas ou em relação a Lei – CLT vigente em nosso ordenamento Jurídico, mas sim em adaptação; Tudo que seja novo, assusta, causa dúvidas, discórdia, interpretações, e enfim opiniões. Estas últimas em alto e bom tom são as mais pecaminosas, pois temos de um lado, quem defende o Empregado e do outro o Empregador, e nesse impasse os mais sensatos examinam de forma imparcial, e, por fim, aplicam da melhor maneira o Direito, independente do lado que defendem.

1 – Medida Provisória: (MP) é um ato unipessoal do presidente da República, com força imediata de lei, sem a participação do Poder Legislativo, que somente será chamado a discuti-la e aprová-la em momento posterior. O pressuposto da MP, de acordo com o artigo 62 da Constituição Federal é urgência e relevância, cumulativamente.

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Mikaela Santos – Advogada
Inscrita no quadro da OAB/SP 385.257

Leitores do EM FOCO Food Service tem Desconto!

Reforma Trabalhista

Por que você precisa saber o que muda com ela?

 

 

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Frango Caipira Cocoricór na Toca do Esquilo

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Frango no Molho Caipira lembrando os tempos da casa da vovó!!! 👵

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Se você é Representante Comercial no Estado de São Paulo, tem registro no Core-SP e trabalha no setor alimentício, pode estar à frente da melhor oportunidade da sua vida. Entre no site www.cocoricor.com.br e converse conosco.


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Sabia mais em www.cocoricor.com.br

Missão do Grupo Cocoricór - Frango Caipira e Galinha D’Angola

Cuidar da saúde e do bem estar das aves produzidas, respeitando seus hábitos naturais e características fisiológicas. Ter um abate consciente e assim junto com todos os devidos cuidados levar ao consumidor um alimento de altíssima qualidade, saudável, natural, com baixa concentração de gordura e alto teor de proteína.

Convite

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Embaixador - Fispal Food Service

Por Jean Pontara da J.Pontara Inteligência no Mercado de Alimentos

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Imagem divulgação - Jean Pontara


Fui convidado para ser um dos Embaixadores da 34ª edição da Fispal Food Service, Sorvetes e Café – o principal encontro do setor de alimentação fora do lar, sorveteria e cafeteria profissional da América Latina que será realizada de 12 a 15 de junho de 2018, no Expo Center Norte, em São Paulo

Como Embaixador da Fispal Food Service sou uma uma fonte de informações e de interlocução da Feira com o mundo Food Service.
Através da meus 15 anos de atividades no desenvolvimento do Mercado de Alimentação Fora do Lar, construi uma rede de contatos que me qualificou para tal atividade, foram 68 clientes atendidos em mais de 100 projetos comerciais, com centenas de profissionais treinados ou que atuaram comigo em algum projeto do escritorio.

Tenho diariamente conversado com Operadores, Industrias, distribuidores e prestadores de serviço do nosso setor, alertando que
o mercado precisa se atualizar, se integrar as melhores práticas, melhores tecnologias, e a Feira será um ponto de encontro comum para todos que buscam isso nos seus negócios.

Foi um grande prazer receber esse convite da Fispal e mais uma vez atuar junto ao desenvolvimento do nosso Setor.

 

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Jean Pontara, Sócio da J.Pontara Inteligência no Mercado de Alimentos, especialista nos mercado de Food Service, atua a 15 anos preparando industrias e distribuidores para atuarem ou melhorarem sua performance nas vendas ao Mercado de Alimentação Fora do lar.emfoco

Economia


YURBAN FOOD INAUGURA PRIMEIRA LOJA EM SÃO PAULO

Com investimento de R$ 10 milhões para abertura de dez espaços nos próximos 12 meses, marca da 
Sapore para o varejo abre as portas no Shopping Santa Cruz, quinta-feira, 10 de maio.
 

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Imagem: Thais Rubira - Sapore

O empresário Daniel Mendez é conhecido no mercado por ter fundado e estar à frente da Sapore, responsável pela alimentação da Vila dos Atletas durante os Jogos Olímpicos Rio 2016, e, recentemente, por todo o serviço de alimentos e bebidas do Lollapalooza, que recebeu 300 mil pessoas nos três dias de festival. Com um faturamento de 1,8 bilhão de reais, o empreendedor que começou a Sapore no segmento de restaurante corporativos (restaurantes internos de empresas e indústrias), agora parte para o varejo com o lançamento da marca Yurban Food. 

“O próprio nome já diz quem a marca quer atingir. São pessoas que vivem nos grandes centros urbanos com comportamento de geração Y, e não de idade. Se importam com o ambiente, com a saúde e, principalmente, em viver boas experiências em alimentação, mas sem ter de perder muito tempo”, explica Mendez. Com investimento total de R$ 10 milhões, a marca teve como teste atender o público do Lollapalooza. Como resultado, cerca de 15 mil pessoas passaram pelo local e consumiram vários produtos. “Os feedbacks que recebemos foram muito bons e isso nos anima para entrar com tudo no varejo paulistano”, explica Marcio Shimada, head da Yurban Food.

A novidade funciona com o conceito de grab and go (sistema de alimentação rápida e com autosserviço), oferecendo uma ampla variedade de comidas prontas ou pré-preparadas para quem está na correria do dia-a-dia por um preço justo e que cabe no bolso. No cardápio, há desde saladas de frutas, saladas de grãos e brotos, sanduíches naturais, até sushis e temakis. As lojas também possuem estações gastronômicas onde os clientes podem acompanhar a produção de alguns produtos e criar a sua própria combinação conforme o período do dia – café da manhã, almoço e jantar.

Na padaria, os pães feitos artesanalmente são assados e repostos a todo momento. Na parte da manhã, iogurtes, saladas de frutas e granola ficam à disposição. Já no almoço e no jantar é possível que o cliente monte o seu próprio lanche com frios e complementos de sua escolha. O mesmo acontece na área de pizzas, onde as mesmas são finalizadas na hora, assim como focaccias e schiacciatas. A área Fresh é ideal para quem gosta de criar o seu sabor. Na hora do almoço ou no jantar, os frequentadores conseguem escolher entre diferentes toppings para compor suas saladas, sendo o serviço cobrado por peso.

Por ali os clientes também podem escolher entre diferentes seleções de pratos frios e quentes em um buffet por quilo e opções elaboradas em sous-vide (pratos preparados pelo método de cozimento em baixas temperaturas e por longas horas, embalados a vácuo). Todas os produtos podem ser levados para casa ou consumidos dentro da loja, que conta com áreas reservadas para os clientes curtirem os pratos no conforto do ambiente, com wi-fi e música.

ENTRE O DESIGN ITALIANO E O INDIE PAULISTANO

As unidades seguem três padrões de medida com 50, 100 e 150 metros quadrados, e contam com os mais modernos equipamentos. Como, por exemplo, as máquinas para a produção de comida japonesa que foram importadas do Japão e as vitrines da padaria que vieram diretamente de Milão. O projeto arquitetônico foi assinado por Marco Taurian e Claudio Cortinovis, arquitetos da empresa italiana Tecnoarredamenti, localizada em Aviano, que tem em seu portfólio a criação de restaurantes demonstração para a empresa Barilla, em eventos ocorridos na Itália, e lojas presentes na Galeria Lafayette, na França.

Em novembro de 2017, os arquitetos vieram ao Brasil, analisaram todas as propostas e facilidades do mercado nacional, a fim de montar um projeto irreverente. Eles criaram um espaço que une todos os produtos, mas sem perder suas características principais. A iluminação do espaço, por exemplo, foi concebida para realçar as cores naturais dos alimentos. Não há qualquer tipo de fragrância na loja, apenas o aroma real da comida sendo produzida na hora, como pães sendo assados.

Para acompanhar o comportamento ativo da geração Y, o Coletivo Rua foi convidado para criar a ambientação do local. Com cases de empresas como Nike, Galeria Melissa e Facebook, o Coletivo criou uma ambientação com um trabalho de pintura e produção gráfica com lambe-lambe que integra a cidade à experiência da Yurban Food. Os diferenciais da marca também aparecem na música ambiente que varia de acordo com cada seção da loja. 

As primeiras unidades do projeto serão lançadas no Shopping Metrô Santa Cruz, na quinta-feira (10 de maio), e, algumas semanas depois, no Shopping Center 3. Dentro de um ano, está prevista a abertura de mais oito endereços na cidade, em regiões como Itaim Bibi, Pinheiros, Vila Madalena, Vila Olímpia, Brooklin Novo, entre outros.


Fonte: Sapore

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Cinco gerações de churrasco: István passa o bastão na Wessel

Família de origem húngara montou, em 60 anos, um negócio com estimados 150 milhões de reais em faturamento. O desafio agora é entrar em novas frentes

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ISTVÁN WESSEL: filho do fundador da Wessel, István agora consolida o controle da empresa
nas mãos de seu filho (Ricardo Correa/EXAME Hoje)

Faz pelo menos oito décadas que um mesmo tema domina os almoços e jantares da família Wessel: carne. A empresa, que produz hambúrgueres e cortes especiais, completa 60 anos em maio com uma passagem na linha sucessória. Daniel Wessel, neto do fundador e filho do atual dono do negócio, István, se consolida como principal executivo da empresa e tenta imprimir sua marca nos negócios.

Daniel e a irmã, Tatiana, que também trabalha na Wessel, são a quinta geração da família no ramo da carne. Seus antepassados já eram açougueiros na Hungria, como seu avô Lászlo, que fugiu com a família para o Brasil em 1956 e, dois anos depois, abriu um açougue no bairro paulistano do Bixiga, dando origem à Wessel

Atualmente, a empresa possui uma fábrica com cerca de 120 funcionários em Araçariguama, a 54 quilômetros de São Paulo, e produz 10.000 toneladas de carne por ano. A companhia não divulga faturamento, mas EXAME apurou receitas estimadas em 150 milhões de reais ao ano. Os produtos, basicamente cortes como bife ancho, picanha, fraldinha, filé mignon e hambúrguer, são vendidos na loja da empresa, na avenida Faria Lima, e em cerca de 300 supermercados (como Pão de Açúcar, St. Marche, Walmart, Carrefour e Mambo) e 2.500  restaurantes (caso do Outback, Viena, The Fifties e Frango Assado).

A escolha da clientela - focada principalmente nos consumidores das classes A e B -  foi feita por Lászlo, ainda nos primeiros anos do açougue no Bixiga. O empreendedor priorizou clientes estrangeiros abastados, como os alemães da Volkswagen, os franceses da Renault e até os americanos da Ford, e focou nos cortes especiais de carne, em detrimento de cortes mais populares, como o acém, consumidos pelos imigrantes italianos que, na época, tomavam o Bixiga. “Se der um fast forward para o futuro, esse acabou sempre sendo o nosso negócio”, diz István, filho de Lászlo.

Com István, o açougue de bairro se consolidou e, em 1975, foi aberta a loja da empresa na Avenida Faria Lima, uma das mais nobres da cidade. O local, estilo boutique, existe até hoje. Foi ele também quem implementou a técnica de maturação, que consiste em deixar a carne envelhecer alguns dias para ficar mais macia. E tentou, nos anos 1990, emplacar o hambúrguer. Na época, não funcionou (“meu sonho de projeto não durou nem seis meses, só problema, só problema”, diz István): como o hambúrguer da Wessel não leva conservantes químicos, ele estragava em pouco tempo nas geladeiras, que ainda não tinham frio suficiente.

A expansão pelo hambúrguer 

Dez anos depois, já com a participação de Daniel, que trabalha há 25 anos na Wessel, a ideia funcionou. Tudo começou com um projeto de Daniel para expandir os negócios: vender a carne já em pedaços (praticamente como vai para o prato) também para restaurantes, o chamado “food service”. A venda de pedaços menores implicava em descobrir o que fazer com todo o restante de carne que sobrava. A solução foi moer tudo e fazer hambúrguer.

O negócio deu certo pelo timing. Em 2004, István e outros sócios abriram a General Prime Burguer, na rua Joaquim Floriano, a primeira da onda de hamburguerias que, nos anos que se seguiram, tomariam a cidade e o país. Segundo um estudo da revista especializada InFood, as hamburguerias foram o grupo de negócios que mais cresceu entre 2014 e 2016 no mercado gastronômico.

Somente nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro, a InFood contabilizou 323 hamburguerias e 67 redes que têm o hambúrguer como produto principal.

Simultaneamente, grandes redes de fast-food aumentaram os preços de seus sanduíches, o que só ajudou a atrair mais clientes para as hamburguerias, que prometem um hambúrguer maior, de mais qualidade, e, também, mais caro. No Brasil, o mercado de fast-food e casual dining (segmento que procura unir escala com gastronomia, como o Outback e a rede Madero) fatura cerca de 40 bilhões de reais por ano.

Em 2016, a General Prime Burguer (que tem sete unidades e não tem mais a família Wessel na sociedade) vendeu 37.000 hambúrgueres por mês, segundo a InFood.

“Faz anos que o consumidor realmente tem buscado algo melhor, um hambúrguer com uma carne mais bacana”, diz um empresário do ramo. Para ele, a Wessel talvez tenha sido a primeira empresa a fazer um produto reconhecido como uma carne de melhor qualidade.

“O hambúrguer é a maneira mais democrática de se comer uma boa carne, ele sempre vai custar metade do preço de um bife ancho”, diz István. Com isso, hoje, 70% da produção da fábrica em Araçariguama é apenas hambúrguer, que se tornou o carro chefe da empresa (hoje o produto não leva apenas sobras de cortes nobres).

Primeira expansão

Entre 2009 e 2010, a empresa, ainda espremida em um imóvel no Bixiga, estava crescendo 30% e a limitação de espaço começou a se mostrar um impeditivo para que pudessem crescer ainda mais. Pai e filho passaram a buscar um lugar para ter uma produção mais industrial. Em 2015, inauguram a fábrica em Araçariguama, um investimento total de 40 milhões de reais. A mudança de escala trouxe tantos desafios que os concorrentes afirmavam que a empresa ia quebrar.

Os dois anos que se seguiram foram mais difíceis, pois era preciso não só mudar a cabeça do estilo de produção, como fechar o escritório comercial em São Paulo, fazer a mudança total para Araçariguama, adequar todos os processos, contratar novos funcionários e deixar a fábrica pronta.

Em 2015 e 2016, com o foco na fábrica, a atenção para a parte comercial da empresa desandou e os resultados não foram tão bons – apesar de a Wessel nunca der dado prejuízo, segundo a família. “O fato de eu nunca ter trabalhado em nenhuma outra empresa provavelmente me fez falta em 2015, quando eu talvez devesse ter percebido que era preciso estruturar concomitantemente as duas áreas: fabricação e vendas”, diz Daniel.

Mesmo assim, o faturamento cresceu 15% ao ano nos últimos três anos. A previsão para este ano é crescimento de 25%. Parte desse resultado se deve a uma mudança de enfoque em 2017, ano dedicado a botar ordem na casa no setor comercial. Para isso, trouxeram um ex-executivo da concorrente Marfrig para ser diretor comercial e ajudar a empresa a focar em clientes que realmente dessem resultado.

A estratégia, no Brasil, passou a ser olhar um pouco mais para perto antes de priorizar lugares mais distantes. “Nós atendemos hoje uma parcela ínfima do que podemos atender. Nós estamos até em Rondônia, o que é ótimo, mas estamos em todos os lugares que poderíamos estar em Sorocaba?”, diz István, que pendurou um mapa do Estado de São Paulo na área comercial e desenhou um raio de 100 quilômetros a partir da fábrica. A ideia, agora, é atender todo o possível dentro dessa distância e, depois, ir expandindo o raio.

Além disso, Daniel pretende reestruturar as fontes do faturamento. Atualmente, cerca de 72% do faturamento da Wessel vem da venda dos produtos para redes de restaurante e apenas 28% do varejo nos supermercados. “Queremos ter mais varejo, buscar 50%. Porque no supermercado é onde nossa marca vale, onde conseguimos usar nossa bandeira, o varejo puxa mais a venda nos restaurantes do que o contrário, porque nos restaurantes a marca desaparece”, diz o executivo.

Exterior

Os planos para o futuro da Wessel não se resumem ao Brasil. “A gente não tem pretensão de ser um gigante, mas queremos crescer. Não dá para ser pequeno nesse negócio”, afirma Daniel. A resposta encontrada para continuar num ritmo de crescimento, e justificar a nova fábrica, foi a exportação. O plano é começar a exportar, ainda neste mês, hambúrgueres para os países árabes do Oriente Médio, como Emirados Árabes, Arábia Saudita e Qatar.

A Wessel foi a campo explorar o mercado consumidor de hambúrguer nesses países. Em Dubai, descobriram que um hambúrguer em um restaurante chega a custar o equivalente a mais de 80 reais. Diante do preço alto, viram a oportunidade de oferecer um produto mais barato e rentável aos restaurantes desses países. “A exportação traz possibilidades de financiamentos financeiros com taxas subsidiadas, o que também ajuda para compor o capital de giro da empresa”, diz Daniel, já pensando no futuro.

Se a empreitada no mercado árabe der certo, a empresa avalia entrar em outros mercados, como o europeu, apostando sempre no hambúrguer. Até lá, pode ser que os filhos de Daniel, como o pai, o avô e o bisavô, estejam trabalhando na empresa.

“Meu pai nunca forçou para que eu me interessasse, eu que desejei e batalhei para isso. Eu gostaria que meus filhos entrassem na empresa, com a condicionante de que eles desejem primeiro e que mereçam”, afirma Daniel, que, aos seis anos, já levantava às cinco da manhã para visitar a fábrica ao lado de István. “Um negócio desses é construído em 60 anos, mas pode ser destruído em dois, por isso eles têm que ter preparo, conhecimento e atitude”.

Fonte: EXAME

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Nova Colunista no BLOG DOS PROFISSIONAIS

Por Juliana Rosa - Nutricionista

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Recorde de público na sexta edição no Brasil. O evento recebeu 83 mil visitantes, a maior marca dos últimos 6 anos, onde o recorde anterior eram 82 mil pessoas na edição de 2015, realizado na cidade do Rio de Janeiro.

O Arnold Sports Festival é hoje, um evento de alcance mundial. Além da América do Sul e América do Norte, Schwarzenegger, idealizador do evento, ampliou sua área de atuação nos demais continentes. São realizados também na Europa, Ásia, Oceania e África.

Nos três dias obteve a visitada de 6.780 lojistas e 960 proprietários de academias. São dados que representam crescimento acima de 70% em número de empresários e comerciantes interessados em fechar negócio com os 152 expositores presentes da feira. Em 2017 foram 4.520 lojistas.

 

 

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Juliana Rosa - Nutricionista - Atende em consultório e Personal Diet com foco na área esportiva. Presta consultoria para empresas de alimentos e Colunista em revista especializada na área esportiva e mkt nutricional. - Colunista do BLOG DOS PROFISSIONAIS - Marketing Nutricional

 

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Ferramenta online ajuda o Setor de Alimentação a encontrar melhores Fornecedores e Serviços

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OFFe é uma ferramenta online desenvolvida para conectar indústrias e empresas do Setor de Alimentação e afins.

Com base nas informações dos usuários, o OFFe identifica oportunidades de negociações, conectando as empresas diretamente. Assim, as comercializações ocorrem com transparência e agilidade.

Solução desenvolvida para que Restaurantes Comerciais, Cozinhas Industriais, Cozinhas de Hospitais, Restaurantes de Hotéis, Padarias, Lanchonetes, Redes de Fast Food entre outros Serviços de Alimentação possam ser beneficiados na questão Compra e Qualidade que só o bom Fornecedor pode oferecer.

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Marketing

Novo molho Barbecue Bom Sabor, adicione um toque saboroso à sua receita.

 

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Você sabe qual a origem da palavra "barbecue"? Ela é inglesa, Barbecue significa churrasco e, como é de se imaginar, vem dos tradicionais churrascos norte-americanos e pode acompanhar variadas carnes e métodos de culinária.

Chega-se a importar mais com o sabor do molho que vão colocar sobre o churrasco do que com a própria carne em questão.

A costelinha de porco é a mais usada, e pode ser pincelada por cima da peça antes, durante ou depois. Em almôndegas de carne ou de frango é um perfeito acompanhamento.

Aproveite a dica, e boas receitas!

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Saiba mais em: www.bomsabor.com.br

Fonte: Bom Sabor

Nespresso abre Centro de Reciclagem para visitas

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A marca de cafés individuais Nespresso inaugurará este mês as visitas oficiais ao seu Centro de Reciclagem. Localizado em Barueri, São Paulo, o Centro estará disponível para visitas do público com inscrições pelo site ou por meio do tour virtual, que será disponibilizado a partir de junho.

Com duração de 90 minutos, o programa de visitas envolve a explicação de toda a cadeia de reciclagem da empresa. O trajeto inclui a visitação à área que realiza, sem água, a separação do pó de café e do alumínio dentro de um maquinário de desenvolvimento próprio.

“Investimos para que a reciclagem aconteça em favor do meio ambiente, pensando em toda a cadeia. A Nespresso ajuda parceiros a destinar corretamente a matéria-prima, atuando de forma responsável com o meio e de acordo com cada país em que opera”, comentou Claudia Leite, gerente de cafés e sustentabilidade da Nespresso no Brasil. “Queremos engajar o público e estimular que todo o mercado acompanhe essa mudança positiva sustentável”, falou.

O anúncio das visitas faz parte da nova campanha de Criação de Valor Compartilhado da Nespresso. Esta comunicação tem como objetivo ressaltar a atuação da companhia em toda a cadeia sustentável, do grão à xícara e à reciclagem. Por meio do programa denominado The Positive Cup, a empresa trabalha pilares como aquisição de café sustentável, gestão do alumínio e eficiência do clima. Em relação ao alumínio, a meta é que uma solução fácil de reciclagem chegue a 100% dos clientes até 2020.

“Atualmente temos 54 pontos de coleta para o consumidor da linha doméstica no Brasil. As cápsulas usadas são coletadas nestes pontos e enviadas ao Centro de Reciclagem por meio de logística reversa. Em 2017, reciclamos 13,3% do total de cápsulas vendidas, um crescimento significativo em relação ao ano anterior, mas temos o compromisso de fazer muito mais”, disse Claudia. Atualmente, a companhia investe globalmente 25 milhões de francos suíços em reciclagem por ano.

A marca escolheu o alumínio como matéria-prima de suas embalagens por ser infinitamente reciclável e por conservar o café de forma adequada. O presidente-executivo da Associação Brasileira do Alumínio (ABAL), Milton Rego, afirmou que “o processo de reciclagem do alumínio utiliza apenas 5% da energia elétrica e, segundo dados do International Aluminium Institute (IAI), libera somente 5% das emissões de gás de efeito estufa quando comparado com a produção de alumínio primário. O processo diminui o volume de lixo gerado que teria como destino os aterros sanitários, estimulando a consciência ecológica”, diz.

Fonte: Mercado e Consumo

LANÇADO NA SIEMENS, O PROJETO LC Daterra IRÁ DISPONIBILIZAR UMA MINI-FEIRA DENTRO DAS EMPRESAS

O objetivo da LC Restaurantes é levar às empresas uma feira itinerante, incentivando colaboradores a consumirem alimentos frescos, orgânicos e saudáveis 

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O objetivo da Popeyes é abrir mais de 300 restaurantes da marca no Brasil em dez anos

São Paulo, maio de 2018 – A LC Restaurantes, empresa de refeições coletivas, acaba de lançar o projeto LC Daterra, uma mini-feira com variedade de frutas, legumes, hortaliças e oleaginosas (nozes, damasco, castanha, pistache, entre outros). Os produtos estarão expostos em gôndolas, com estrutura semelhante às feiras de rua. Colaboradores e visitantes podem consumir os alimentos no local ou levar para casa.

"Geralmente, a maioria dos funcionários não tem tempo para ir ao supermercado devido à correria do dia a dia, e acabam optando por itens que nem sempre são saudáveis. Desta forma, trouxemos praticidade e qualidade de vida aos colaboradores. Vale frisar que os fornecedores dos produtos são conhecidos e atestados pela área de Qualidade da LC Restaurantes", afirma a gerente de marketing e comunicação, Vanessa Olante.

Inaugurado na unidade Siemens, na Rodovia Anhanguera, o projeto tem como finalidade estimular os colaboradores a aderirem uma alimentação mais saudável, com produtos frescos, naturais e orgânicos. O próximo passo é implantar o projeto em outros clientes, tornando o LC Daterra uma feira itinerante, que ficará disponível nas empresas em determinados dias da semana.

Fonte: LC Restaurantes

Como o Restaurante pode Aumentar suas Vendas, Fidelizar e Atrair novos clientes.

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Por Arthur Oliveira - Prosphera Educação Corporativa

Aumentar as Vendas, Atrair e Fidelizar novos clientes e consumidores, qual empresa não quer, não é mesmo?!

Sim, devem ser os objetivos básicos de qualquer empresa ou estabelecimento, quanto mais um restaurante. Objetivo este que é um desafio, ainda mais nos tempos atuais, com tantas ofertas, onde o consumidor tem acesso à informação, tecnologia, redes sociais... e busca ter uma "experiência" na compra de um produto, serviço e atendimento.

Para se destacar, podemos citar vários aspectos que devemos dar atenção: o produto ou serviço, o cardápio, um ambiente agradável, forma de comunicação e atendimento ao cliente consumidor, equipe de colaboradores bem treinada e motivada, promoções, canais de divulgação nas redes sociais, eventos, investir no bom relacionamento com o seu cliente e outros. Sabemos disso tudo mas o grande diferencial é ter e reunir as informações adequadas para criar a estratégia e plano de ação de marketing e vendas, treinar os colaboradores com os investimentos adequados que gerarão o aumento de Vendas, Atração e Fidelização dos clientes consumidores.

A nossa experiência e de nossos especialistas em centenas de empresas e restaurantes e de nossos Resultados ou Extraordinários Resultados tem nos mostrado ser isso possível quando utilizamos do conhecimento, metodologia e ferramentas para elaborar-se um plano de Marketing e Vendas baseado nas informações e avaliações de Pesquisas de Mercado, Pesquisa de clientes / consumidor, concorrentes e fornecedores, cliente oculto, análise e correta definição do custo por mercadoria vendida (CMV), ficha técnica, análise de pontos fortes e fracos, mix de produtos e serviços, análise dos processos internos e operacionais, canais de comunicação, atendimento e venda e desta forma criando o diferencial competitivo - Estratégia, onde este Plano de Ação de Marketing e Vendas será alinhado com todos os setores e departamentos da empresa / estabelecimento e aí sua execução na busca dos objetivos acima. 

Educação Corporativa para Restaurantes

1. Como Reduzir Custos e Desperdícios acima da média.
- Diagnóstico (Sem custos);
- Projeto / Proposta;
- Implementação;
- Resultados.

2. Treinamento de Liderança e Motivação
- Líderes e Gestores, Como obter o melhor de seus colaboradores;
- Lideres e equipe comprometida com os Resultados;
- Como Aumentar o Ticket médio.
- Colaboradores Produtivos, engajados e comprometidos com a empresa.

3. Como o Restaurante pode Aumentar suas Vendas, Fidelizar e Atrair novos clientes
- Pesquisa de Mercado, Clientes e Concorrência. Informações Estratégicas personalizadas;
- Criação da estratégia e Plano de ação de Marketing e Vendas;
- Implementação;
- Execução, Controle e Monitoramento dos Resultados.

Saiba mais sobre os serviços de Educação Corporativa para Restaurantes

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Vem ai!

Fispal 2018

FEIRAS FISPAL REGISTRAM GRANDE NÚMERO DE NOVOS EXPOSITORES E AUMENTO NO CREDENCIAMENTO PRÉVIO

A pouco menos de dois meses para o início das feiras Fispal Tecnologia e Fispal Food Service, Fispal Sorvetes e Fispal Café, a Informa Exhibitions organizadora destes eventos, comemora o crescimento considerável de novos expositores e no número visitantes pré-credenciados.  

Após a retomada do setor – comprovada com a recente divulgação dos números do IBGE, que apontaram alta de 3,3% no segmento de produtos alimentícios depois de quedas consecutivas desde 2010 – a Fispal Food Service conquistou 78 expositores, o que representa 27% de novos estandes. Já a Fispal Tecnologia conta com 43, o que equivale a de 16% de novos espaços na feira. Juntas, somam mais de 120 novas empresas garantidas até o momento.

Outro número positivo está representado pelo aumento de visitantes pré-credenciados para os eventos da marca Fispal. Até o momento Fispal Food Service, Fispal Café e Fispal Sorvetes estão com 41% de credenciados acima em relação ao mesmo período de 2017, sendo que 22% desse público é de fora do estado de São Paulo. Já a Fispal Tecnologia conta com incremento de 25% em relação ao mesmo período de 2017, sendo que 48% deste público é do alto escalação da indústria de Alimentos e Bebidas (proprietário, CEO, VP e diretor).

 

 

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Agenda

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AGENDA 2018

Mercado de Alimentação Food Service

 

Mostre sua Feira, Evento, Curso, Congresso, para o Setor de Alimentação

Mais de 35.000 Profissionais recebem Notícias e Informações através do nosso Portal Marketing Nutricional e de nossas ações de divulgação do que irá acontecer durante o ano.

Profissionais da área da Alimentação

Nutricionistas, Chefs, Gerentes, Confeiteiros, Cozinheiros, Proprietários de Restaurantes que procuram por novidades, conhecimento e atualização, acompanhem os Cursos e Eventos para os profissionais do segmento.

Vocês poderão através de uma pequena e simples pesquisa na Agenda do Portal Marketing Nutricional conferir o que acontece no seu mercado e os Cursos . Eventos e Feiras que desejam participar.

Faça sua feira ou evento estarem mais perto de quem busca informação no setor Food Service! Faça sua divulgação com o EM FOCO Food Service Marketing Nutricional.

Curso

Formação de Auditor Interno de Análises de Perigos e Pontos Críticos de Controles (APPCC)

 

Por Nathalie Leite Sistemas de Gestão de Qualidade, Higiene e Segurança de Alimentos.

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Sua Feira, Evento, Congresso com mais visibilidade no Food Service!

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Aconteceu

Apas Show 2018

Cada vez mais atentas ao mercado, as indústrias tanto alimentícias quanto de equipamentos mostram para o seu público-alvo que estão preparadas na questão produto mas também nos quesitos relacionamento e atendimento.

Pois é neste momento que o visitante pode ver o que está acontecendo e sendo oferecido, para que assim possa ver com os olhos do seu próprio cliente, esta foi a percepção analisada na visita à Apas 2018.

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Fonte: Conteúdo - Marketing Nutricional

 

A Mesa dos Brasileiros - Transformações, Confirmações e Contradição.

Em um evento realizado no período da manhã no dia 23 de maio na FIESP, profissionais do setor da indústria e da alimentação puderam ouvir através de painéis sobre a pesquisa dos hábitos de consumo dos brasileiros nos últimos 7 anos.  

O evento contou com a presença de  Luiz Pretti presidente da Cargill Brasil;  Alexandre Tadeu da Costa, presidente da Cacau Show ;   Ricardo Fernandez, presidente América Latina da General Mills ; Daniel Magnon, cardiologista : João Dornellas, presidente executivo e Edmundo Klotz da ABIA – Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação; Nutricionistas entre outros profissionais da área de alimentação.

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Fonte: Conteúdo - Marketing Nutricional


Preencha os dados do formulário para receber o pdf da pesquisa A Mesa dos Brasileiros - Transformações, Confirmações e Contradição

A Mesa dos Brasileiros - Transformações, Confirmações e Contradição

Oferecimento da Seção SND Hospitalar

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SND Hospitalar


A evolução nos últimos 2 anos do Serviço de Alimentação e Nutrição dentro da Hotelaria Hospitalar.

Por Marisa Resende Coutinho

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Imagem divulgação - Marketing Nutricional

O Ministério do Turismo do Brasil define hotelaria hospitalar como o “conjunto de serviços da hotelaria clássica, adaptado e implantado no ambiente hospitalar, visando proporcionar melhores condições de estada ao paciente”.

A prestação de serviços em organizações hospitalares é uma das mais complexas tarefas, devido a sua amplitude de atividades e interfaces. Segundo Trigo et al. (2005 p.808), a  principal função de um hospital é “restaurar o indivíduo doente e o mais depressa possível devolvê-lo à comunidade.”

Há algum tempo, a gestão da hotelaria hospitalar bem buscando superar os antigos conceitos dos hospitais, quebrando paradigmas de que uma instituição que cuida da saúde é um ambiente frio, onde o único objetivo é o diagnostico e tratamento da doença.

Neste conceito vem a hotelaria reunindo serviços de apoio para oferecer aos clientes o conforto, a segurança e o bem estar durante a sua estadia no Hospital.

Segundo Boeguer (2007) a hotelaria hospitalar busca aproximar-se da real necessidade do cliente, procurando medir suas expectativas e necessidades, sem interferir no exercício das funções dos profissionais de saúde, auxiliando-os no atendimento, a fim de que os mesmos encontrem pacientes e acompanhantes mais satisfeitos, pois tiveram seus desejos respeitados.

As organizações hospitalares apresentam grande similaridade quanto a tecnologia, estruturas físicas e até missão, visão e valores. Grande maioria compete pelo mesmo nicho de clientes, pois praticam as mesmas carteiras de operadoras de saúde, ficando com o diferencial, aquele que consegue agregar mais valor ao serviço prestado, que consegue ter uma melhor resolubilidade assistencial associada a um melhor acolhimento, proporcionando assim uma melhor experiência ao cliente.

E no contexto de oferecer uma melhor experiência ao cliente paciente, vem crescendo a importância do serviço de alimentação e nutrição dentro da Hotelaria.

No princípio, a alimentação hospitalar era tida somente como o elemento essencial dos cuidados hospitalares oferecidos aos pacientes e deveria, portanto, agregar qualidades que atendessem às suas necessidades nutricionais, higiênico-sanitárias, sensoriais e psicossociais.

O importante era se fornecer a quantidade de nutrientes adequada, no entanto com os estudos foi-se percebendo que as refeições servidas na temperatura correta, que aguçasse os órgãos dos sentidos pela aparência, pela cor, pelo aroma, pelo sabor e pela textura, contribuíam para aumentar a ingestão alimentar dos pacientes internados que, na maioria das vezes, tinham percepções negativas quanto à alimentação hospitalar.

Um pouco mais adiante, a percepção de que a refeição deveria ter aparência, cor, aroma, sabor e textura agradáveis para o aumento da ingestão do paciente abrem mais um espaço para a refeição vista como forma de acolhimentos, de prazer, de memórias afetivas. A refeição deixa de ser somente o meio de nutrir o paciente e passa a ser um conforto e um prazer para o cliente/paciente. Técnicas culinárias e bases da gastronomia passaram a fazer parte da rotina diária de uma cozinha hospitalar e aquela refeição quase inóspita passou a ter cores e sabores para atender às mais diversas necessidades do paciente.

As famosas baixelas que antes não tinham estética e padrão de montagem deixaram de ser recipientes plásticos como uma “marmita” para dar espaço a pratos bem montados que agradam aos olhos, antes mesmo do paladar. Tudo isso associado a investimentos em equipes e equipamentos. Gastrônomos, chefes de cozinha, fornos combinados, ultracongeladores, sous vide, e uma infinidade de utensílios compõe a cozinha de hoje, que antes era habitada somente pelo cozinheiro, os seus fogões e suas panelas. E não são pratos sofisticados que conquistam o cliente/paciente, são pratos que trazem a ele memórias afetivas, que traduzem acolhimento e bem estar.

O conceito do confort food tem crescido a cada dia, a individualização das refeições, o poder de escolha pelo paciente e a sua participação na decisão do seu tratamento são conceitos que a hospitalidade trouxe para a nutrição, aliando a terapêutica a uma melhor experiência.

Referências:

TRIGO, L. G. G. Análises regionais e globais do turismo brasileiro. São Paulo: Rocca, 2005.
BOEGER, M. A. Hotelaria hospitalar como modelo de gestão nas instituições de saúde particulares de grande porte no município de São Paulo. 2007. 142f. Dissertação (Mestrado em Hospitalidade)- Universidade Anhembi Morumbi, São Paulo, 2007.
BOEGER, M. A. Gestão em hotelaria hospitalar. São Paulo: Atlas, 2008.
FREIXA, D.; CHAVES, G. Gastronomia no Brasil e no mundo. Rio de Janeiro: Senac Nacional, 2013.
JORGE. A. L.; MACULEVICIUS, J. Gastronomia hospitalar: como utilizá-la na melhoria do atendimento da unidade de nutrição e dietética. In: GUIMARÃES, N. V. R. R. Hotelaria hospitalar: uma visão interdisciplinar. São Paulo: Atheneu, 2007.


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Por Marisa Resende Coutinho
Gerente de Hotelaria na Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo
Graduada em Nutrição pela Universidade Federal de Ouro Preto
Especialista em Nutrição Clínica pelo Centro Universitário São Camilo
MBA em Gestão de Serviços de Saúde
Vasta experiência em processos de Qualidade nas áreas de Nutrição e Hotelaria, com implantação e gerenciamento conforme certificações internacionais Qmentum e Joint Comission

Alimento Seguro


Informações geram atitudes seguras? Avaliação de colaboradores no restaurante quanto à conscientização sobre alimentos seguros

Por Laura Magrini Luiz Alonso

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Grande parte do sucesso de um negócio vem do bom desempenho da equipe. Em serviços de alimentação, não é diferente! Além de produtos sensorialmente agradáveis, bom atendimento e uma gestão adequada é preciso garantir um alimento seguro.

É sabido que hábitos inadequados na manipulação de alimentos podem gerar contaminações e até doenças transmitidas por alimentos (DTA’s). Por isso, é importante avaliar se a equipe está consciente e demonstra em suas atitudes, os cuidados necessários para garantia e controle da qualidade.

Antes de diagnosticar o nível de consciência da equipe é preciso entender que um simples treinamento cheio de informações não garante a mudança de atitudes, pois informação e conhecimento são termos distintos: a informação é cumulativa e o conhecimento é seletivo.

Por este motivo, em diversas vezes, temos equipes que reproduzem regras de qualidade (demonstrando apenas capacidade de memorização), mas não as incorporam em sua rotina. A grande sacada no processo de conscientização é partir do que o colaborador já sabe para chegar onde ele precisa saber, através de um processo de reflexão e percepção da importância de determinadas atitudes, gerando inclusive, autonomia dentro do processo.

A melhor forma de avaliar é no dia a dia, através da observação das atividades, analisando o comprometimento, postura, avanços e limitações. Outra proposta interessante, é dar espaço para um processo de auto avaliação, contando com a visão da equipe sobre o próprio trabalho.

Feito o diagnóstico, é possível conhecer os pontos que necessitam de reforço em conhecimento e/ou habilidade. Contudo, antes de qualquer ação, é preciso ressaltar a importância do conhecimento do próprio avaliador em relação às atividades executadas, além dos pontos críticos no que tange à segurança dos alimentos, afinal só é possível avaliar a conformidade do procedimento quando se sabe o resultado esperado.

O diagnóstico de nada adiantará se não fornecer base para acompanhamento da evolução da equipe, que é um processo contínuo e dinâmico. Os esforços devem ser concentrados na geração de conhecimento, buscando melhoria, segurança no processo e satisfação do cliente.


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Laura Magrini Luiz Alonso- Nutricionista graduada pela Universidade São Judas Tadeu – USJT. Com especialização em Gestão da Qualidade e Controle Higiênico-Sanitário pelo Instituto Racine. Especialista em Sistemas de Gestão Integrados da Qualidade, Meio Ambiente, Segurança e Saúde no Trabalho e Responsabilidade Social pelo Senac. Auditora interna na norma ISO 9001. Docente no Instituto Racine nas disciplinas de Tendências e Inovações, Estratégia, Sistemas e Controle da Qualidade, Sustentabilidade e Responsabilidade Social. Possui experiência em administração de restaurantes e consultoria em gestão da qualidade. Membro da diretoria da Associação Paulista de Nutrição - APAN.

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Delivery – os principais cuidados no transporte e entrega para manter o alimento seguro

Por Marília Fernandes – Nutricionista da Qualinut Assessoria em Higiene e Qualidade dos Alimentos

Nos últimos anos houve um crescimento significativo das atividades de delivery de alimentos em bebidas. Em partes o aumento se deu pelo dia a dia corrido das grandes cidades que foi potencializado pela praticidade que os aplicativos de entrega de alimentos oferecem.

Este aumento trouxe também a preocupação de como transportar e oferecer um produto seguro ao cliente, garantindo a este que ao consumir um alimento transportado não ocorrerá nenhum dano a sua saúde. Para garantir essa segurança devemos seguir alguns passos no momento do transporte, são eles:

1) Caixa térmica

Para garantir a adequada temperatura do alimento durante o transporte é imprescindível utilizar a caixa térmica. No mercado há diversas opções para transporte de alimentos quentes e frios.

No momento da escolha da caixa térmica é importante certificar-se que é de um material de fácil higienização, que é revestida para manter a temperatura quente ou que acompanham gelos artificiais para garantir a temperatura fria.
Nenhum alimento deve ser transportado sem o auxílio desse recipiente.

2) Controle de tempo e temperatura

Muitos casos de contaminação ocorrem por tempo de exposição de um alimento em temperatura incorreta. Em grande parte dos casos essa contaminação ocorre sem alterar qualquer característica do alimento, tornando difícil identificar quando este se torna impróprio para o consumo.

Quando a entrega for de alimentos quentes, estes devem ser acondicionados na caixa térmica e esta deve ser rapidamente fechada para evitar a perda do calor. Já para os alimentos frios é importante que sejam acondicionados em caixa térmica com gelo artificial. Ambas atitudes servem para garantir a temperatura até o momento da entrega.

Portanto, para garantir uma temperatura segura durante o transporte é importante que o alimento seja entregue imediatamente após o preparo e que seja utilizada a caixa térmica.

3) Embalagens para o transporte

Para garantir a integridade dos alimentos é importante escolher a embalagem correta para o transporte. Para tal é necessário entender o seu produto e a melhor maneira de transportá-lo.

É necessário ser uma embalagem resistente à temperatura, com fechamento total, de fácil empilhamento e que possua o lacre para impedir a violação da mesma.

4) Higiene do meio de transporte e do entregador

Antes de qualquer entrega é importante realizar a limpeza do local no qual a comida será transportada, como também a higiene pessoal do entregador.

O veículo de transporte e a higiene pessoal do entregador influenciam diretamente na segurança do alimento e pode sim ser um veículo de transmissão de doença.

5) Armazenamento de Alimentos

No momento de alocar os alimentos no meio de transporte é importante que estes sejam separados de acordo com a necessária conservação.

Alimentos frios nunca devem ser transportados junto com alimentos quentes e as bebidas devem ser colocadas em compartimentos próprio. Por isso é importante que a caixa térmica tenha compartimentos independentes para que possa ser transportado dois tipos de alimentos sem que uma temperatura tenha influência sob a outra.


Por Marília Fernandes - Nutricionista, graduada em Nutrição pela Universidade Anhembi Morumbi. Pós-Graduada em Padrões Gastronômicos pela Universidade Anhembi Morumbi e em Vigilância Sanitária de Alimentos pela Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo. Atua como nutricionista coordenadora na Qualinut Assessoria em Higiene e Qualidade dos Alimentos, para estabelecimentos de alimentação.

Vigilância Sanitária

 

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Dr. Êneo Alves da Silva Jr- Traz mais informações sobre as questões Sanitárias, através destas informações você pode estar atualizando-se, informando-se e fazendo um melhor controle.

 

DECRETO No - 9.013, DE 29 DE MARÇO DE 2017

Dispõem sobre a inspeção industrial e sanitária de produtos de origem animal.
Regulamenta a Lei nº 1.283, de 18 de dezembro de 1950, e a Lei nº 7.889, de 23 de novembro de 1989, que dispõem sobre a inspeção industrial e sanitária de produtos de origem animal.

Enviado por Dr. Êneo Alves da Silva Jr - Biomédico – Microbiologista. Especialização em Microbiologia Geral e Metodologia do Ensino Superior. Mestrado e Doutorado em Microbiologia de Alimentos e Controle Higiênico-Sanitário em Serviços de Alimentação. Autor do Manual de Controle higiênico-Sanitário em Alimentos da Livraria Varela. Sócio/Diretor da CDL Central de Diagnósticos Laboratoriais

Preencha o formulário e solicite o pdf do DECRETO No - 9.013, DE 29 DE MARÇO DE 2017

 

Vigilância Sanitária

 

DECRETO No - 9.013, DE 29 DE MARÇO DE 2017

Dispõem sobre a inspeção industrial e sanitária de produtos de origem animal.
Regulamenta a Lei nº 1.283, de 18 de dezembro de 1950, e a Lei nº 7.889, de 23 de novembro de 1989, que dispõem sobre a inspeção industrial e sanitária de produtos de origem animal.

Enviado por Dr. Êneo Alves da Silva Jr - Biomédico – Microbiologista. Especialização em Microbiologia Geral e Metodologia do Ensino Superior. Mestrado e Doutorado em Microbiologia de Alimentos e Controle Higiênico-Sanitário em Serviços de Alimentação. Autor do Manual de Controle higiênico-Sanitário em Alimentos da Livraria Varela. Sócio/Diretor da CDL Central de Diagnósticos Laboratoriais

Preencha o formulário e solicite o pdf do DECRETO No - 9.013, DE 29 DE MARÇO DE 2017

 

Conheça a nova publicação da Anvisa:

Resolução para prestação de serviços de alimentação em eventos de massa

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RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA- RDC Nº 43

Anvisa:

O DECRETO No - 9.013, DE 29 DE MARÇO DE 2017


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Receita

 

Frango da Fazenda

 

Por Chef Paula Labaki


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Ingredientes

 

  • 1 kg DE SOBRECOXAS
  • SUCO DE 3 LARANJAS
  • SUCO DE 1 LIMÃO SICILIANO
  • 100 ML DE MEL
  • 50 GR DE GENGIBRE RALADO
  • 20 GR DE CURRY EM PÓ
  • 200 GR CEBOLA RALADA
  • 250 GR VINHO BRANCO SECO
  • SAL
  • PIMENTA DO REINO
  •  

 

Modo de Preparo

    MISTURE TODOS OS INGREDIENTES MENOS O FRANGO. EM UMA ASSADEIRA, PASSE A MISTURA DE TEMPEROS NO FRANGO E FECHE COM PAPEL FILME. DEIXE AO MENOS 4 HS MARINANDO

    APOS MARINAR, RETIRE I PAPEL FILME E FECHE COM PAPEL ALUMÍNIO. LEVE AO FORNO 170 GRAUS FECHADO . QUANDO O FRANGO JÁ ESTIVER MACIO, RETIRE O ALUMÍNIO, REGUE COM OS LÍQUIDOS DA ASSADEIRA E DEIXE DOURAR A 200 GRAUS.

 

Vegetais Usados

  • 6 CEBOLAS ECHALOTTES
  • 20 BATATAS BOLINHA
  • 4 TOMATES ITALIANOS CORTADOS AO MEIO
  • 3 CENOURAS AMARELAS
  • 3 BETERRABAS AMARELAS
  • 2 ALHO PORRO
  •  

    BRANQUEIA OS VEGETAIS E DEPOIS DOURE NA MANTEIGA DE ERVAS.

    MONTE NA ASSADEIRA JUNTO AO FRANGO E FINALIZE NO FORNO.

Chef Paula Labaki é chef idealizadora do Catering Lena Labaki, faz cozinha autoral com muita propriedade, utilizando-se de diversas técnicas adquiridas e outras que ela mesma desenvolveu, sempre buscando criar um espetáculo artístico e sensorial.

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