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Propósito: Cada vez mais necessário!

Está escrito lá no dicionário “propósito é uma grande vontade de realizar ou de alcançar alguma coisa”, mas não é sobre definição que vamos falar- é sobre dispor da energia necessária para enfrentar a trajetória, que certamente não será fácil.

Por Redação MN

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As pessoas estão buscando por mudanças em suas vidas profissionais e pessoais. Têm sido temas frequentes de discussões o desejo de “viver com mais significado”, de “estar em uma posição diferente”, de “ser mais reconhecido”, de “equilibrar mais a vida pessoal e profissional”, de “ganhar mais”, de “impactar positivamente o outro”. Ou seja, encontrar seus propósitos.

Agora, sabemos que trabalhar com propósito, como todos os trabalhos, exige planejamento, posicionamento, compreensão do cenário, desenvolvimento do seu plano de negócio, da sua imagem, da sua marca.

Trabalhar com propósito não é tão simples, porque precisa gerar retorno financeiro como também satisfação. É necessário ser profissional, verdadeiro e transparente, mas trabalhar com propósito é possível, bastante satisfatório e compensador.

Hoje em dia, fala-se muito em propósito. Se você reparar bem, essa questão abrange vários aspectos da sua vida. Mas ele está intrinsecamente ligado, sobretudo, à outra palavra: a motivação. Muitas vezes, as pessoas acreditam que o motivo de fazer e acontecer sempre deve vir do outro. Porém, é justamente o contrário. Ele precisa partir de dentro de você.

O propósito é a força motriz que nos impulsiona a fazer o melhor e a alcançar o que desejamos. Mas é muito importante que você também saiba a diferença entre propósito e metas. Metas são conquistas específicas que tentamos realizar. Já o propósito é a razão para você ter metas. O propósito é o sentido maior, a busca mais importante.

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Portanto, ao identificar o seu propósito, seja franco e objetivo com você mesmo, e defina um caminho claro para que você possa de dedicar de forma física, emocional e mental. O propósito fornece o alicerce que permite que uma pessoa seja mais resistente aos obstáculos, ao estresse e as tensões do dia a dia.

E quando se fala do propósito de uma empresa, vai além do conceito de Missão (o que a empresa faz) e de Visão (o que a empresa quer ser), e expressa de forma clara por que e para que uma empresa existe e qual é sua contribuição para a sociedade.

Um bom propósito exige um processo interno de reflexão profundo que também deve integrar a todo o momento as expectativas dos diferentes elementos (empregados, acionistas, clientes, fornecedores, comunidades onde a empresa opera, etc.) e da sociedade em seu conjunto.

Simon Sinek, autor da teoria do Círculo Dourado, afirma que uma empresa conseguirá uma maior diferenciação e alcance em todas as suas atividades se sempre se questionar por que faz o que faz, ou seja, seu propósito. Sinek insiste na importância de comunicação desse propósito com clareza e emotividade para manter os  elementos conectados à empresa.

Recentes pesquisas revelam que o propósito corporativo contribui claramente para cinco aspectos essenciais para as empresas, segundo o site iberdrola.com:

CLAREZA ESTRATÉGICA: constitui um âmbito de referência para a tomada de decisões de longo prazo.

INOVAÇÃO: inspira as pessoas a buscarem novas soluções em torno daquilo que é prioritário para a organização.

TRANSFORMAÇÃO: impulsiona a organização a se transformar, para ser capaz de alcançá-lo.

TRANSCENDÊNCIA: estabelece laços de união em torno do desejo universal de contribuir para algo maior.

ALIANÇAS: contribui para criar pontes de relacionamento e facilitar o desenvolvimento de alianças.

Além disso, as tendências e movimentos sociais atuais apontam para a necessidade de ter um propósito claro:

Maiores expectativas da sociedade em relação às empresas.

Crescente publicidade de empresas visando, por parte de certos grupos, como investidores, novos consumidores e as gerações mais jovens.

Forte movimento colaborativo, consequência da envergadura dos desafios que a sociedade enfrenta.

E para finalizar, o propósito também afeta a habilidade da empresa de assegurar a entrega do que é prometido pela marca e de desenvolver clientes altamente engajados.

Pois qual empresa não sonha em ter clientes que também são fãs?

Vale pensar no propósito!

ESTAMOS JUNTOS!  Conte com a gente!

Conte sempre com a gente!

Estamos com você, trazendo novidades, informações e notícias para o seu planejamento, para sua atualização e reciclagem, trazendo as tendências, os melhores fornecedores, as legislações sanitárias, as feiras, congressos e cursos do setor, conectando você ao Mercado de Alimentação. Acompanhe-nos e compartilhe.

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Atualidade

FOOD SERVICE

POR QUE MESMO À DISTÂNCIA É IMPORTANTE MANTER OS FUNCIONÁRIOS QUE ESTÃO NO SEU QUADRO DE SERVIÇOS TREINADOS E APTOS PARA O RETORNO OU PARA NOVA FUNÇÃO

Por Thais Tami

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Mesmo em tempos normais, os treinamentos e capacitações de funcionários são extremamente importantes. Além de ensinamentos sobre novas regras da empresa, normas sanitárias e de conduta e outras informações, é uma maneira de se reunir com a equipe.  Um momento de conhecer cada um, saber de suas dores e seus pontos fracos e fortes.  

O treinamento possibilita desenvolver as habilidades e potencialidades de cada um e, como consequência, gerar o desenvolvimento da própria empresa. Com isso, eles se tornam mais qualificados e geram melhores resultados para a instituição.

Os trabalhadores que possuem qualificação teórica e técnica para desenvolver suas atividades tendem a se sentir mais satisfeitos profissionalmente. Além disso, investir na aprendizagem contínua é, também, uma maneira de reter talentos e valorizar os profissionais. Esses fatores influenciam na melhoria do ambiente de trabalho e no aumento da motivação e produtividade dos trabalhadores.

Com a situação atual, marcada pela crise da Covid-19, o novo Coronavírus, a capacitação profissional tem preocupado diversos gestores. Isso porque diferentes empresas já aderiram o trabalho remoto como forma de minimizar a proliferação do vírus e proteger seus funcionários. 

Em serviços de alimentação, os treinamentos costumam ser aplicados periodicamente de acordo com recomendações das legislações vigentes. Os documentos de comprovação são arquivados para que haja um controle dessa frequência. Com a pandemia, os processos de higiene e limpeza de equipamentos, utensílios e áreas, higiene pessoal, processos de manipulação e foram reforçados.

Os colaboradores que estão em casa neste momento, ou começando a retornar ao trabalho, mesmo que de forma reduzida, necessitam se sentir úteis e capacitados para este “novo normal”. As mudanças na rotina de trabalho deverão ser passadas de forma clara, objetiva, de fácil entendimento a todos.

Neste período em que nos encontramos agora, fim do 1º semestre, está sendo de muitas interrogações. Seremos enquadrados na fase para reabertura? Temos todas as informações necessárias para reabrir com segurança? Estamos adequados de acordo com a última nota técnica liberada pela Anvisa? Tudo isso causa muitas dúvidas e inseguranças, tanto para os proprietários da empresa, quanto nós, nutricionistas e consultores que estamos ali para passar a última informação mais “fresquinha”.

As novas normas técnicas afetaram diretamente os colaboradores operacionais. Pois, se antes a orientação era para que se higienizassem as mãos a cada troca de tarefa, agora ela é reforçada e precisa ser realizada com maior dedicação e mais vezes ao dia. Se a higienização de bancadas e superfícies era realizada ao final do dia, agora ela deverá ser feita a cada 30 minutos para evitar que o vírus possivelmente contamine o local. Essas orientações já eram passadas antes da pandemia, todos os colaboradores já ouviam falar sobre boas práticas no serviço de alimentação. O tempo todo. Então não será uma novidade.

E, com todos esses adicionais na legislação, o treinamento ainda é o método mais fácil e eficiente para repassar um conhecimento. Eles precisam entender a importância da prevenção contra este vírus, para que se protejam e ofereçam um alimento seguro e de qualidade. Por isso, a capacitação, na minha opinião, serve tanto para fazê-los lembrar continuamente de todos os processos novos, quanto para que saibam que são peça fundamental dentro de uma empresa.

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Thais Tami - Nutricionista graduada pela Universidade Paulista (UNIP). Pós graduada pela Universidade Estácio em Vigilância Sanitária e Qualidade de Alimentos. Empresária na Kenko Assessoria Nutricional emfoco

Mercado em movimento

NOVA LEI PERMITE A DOAÇÃO DE ALIMENTOS NÃO COMERCIALIZADOS ÀS PESSOAS VULNERÁVEIS

Por Tassiana Rozon

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No dia 24 de junho de 2020, foi sancionada pelo Presidente Jair Messias Bolsonaro e publicada no Diário Oficial da União a Lei nº 14.016/2020, de 23 de junho de 2020, que dispõe sobre o combate ao desperdício de alimentos e a doação de excedentes de alimentos para o consumo humano.

Essa medida abrange os hospitais, supermercados, restaurantes, padarias, lanchonetes e outros estabelecimentos que forneçam alimentos prontos para consumo de trabalhadores, pacientes e clientes em geral.

A lei permite a doação de todos excedentes não comercializado e ainda próprios para o consumo que estejam nos critérios de segurança dos alimentos como: dentro do prazo de validade, sem alterações na cor, cheiro e sabor dos produtos e sem embalagens danificadas.

Vale ressaltar a diferença entre sobra e resto de alimentos. Nesta Lei é permitida a doação de sobra, que é todo o excedente de alimento industrializado, in natura, pré-preparado ou pronto para o consumo que não foi utilizado no dia da sua preparação. Resto é quando a preparação não ficou sob controle, não respeitando os critérios de segurança definidos nas Boas Práticas, sendo, por exemplo: alimentos que ficaram na espera, alimentos que foram para a distribuição, alimentos que foram servidos e produtos fora do prazo de validade.

Os estabelecimentos realizarão gratuitamente as doações e sem caráter de consumo. Os alimentos serão destinados as pessoas, famílias ou grupos em situações de vulnerabilidade ou em risco de segurança alimentar e nutricional. As doações podem ser feitas diretamente, em colaboração com o poder público, ou por meio de banco de alimentos e outras entidades beneficentes.

Caso os alimentos doados provocarem algum dano à saúde dos beneficiários, os responsáveis pelas doações serão responsabilizados nas esferas civil e administrativa e caso seja comprovado, também responderão na esfera penal.

No artigo 5 da Lei, cita que de acordo com a Lei 13.979, de 03 de fevereiro de 2020, durante a vigência de emergência de saúde pública de importância internacional decorrente do coronavírus responsável pelo surto de 2019, o governo federal procederá à aquisição de alimentos, preferencialmente, pelo Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) da parcela da produção dos agricultores familiares e pescadores artesanais comercializada de forma direta em virtude da suspensão de funcionamento de feiras e outros equipamentos de comercializado, devido as medidas de combate do COVID-19. O intuito é ajudar esses pequenos produtores a venderem suas mercadorias nesse período de crise em decorrência da pandemia.

A doação de alimentos ajudará no combate da fome e desnutrição, valorizando a responsabilidade social e solidariedade entre os empresários e as pessoas que estão enfrentando dificuldades econômicas.

 

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Tassiana Rozon - Nutricionista e Gestora de Qualidade. Graduada em Nutrição pela UNIP e em Gestão de Qualidade pela Universidade Anhembi Morumbi e pós-graduada em MBA em Serviços de Interesses à Saúde pela UNIP. Grande experiência em controle de qualidade em restaurantes, cafeterias, redes de fast-foods, hotéis e padarias, prestação de assistência nutricional a indivíduos e coletividade e atuação em pesquisas.

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Qualidade
de Vida

Qualidade de Vida

Saudabilidade e sabor no prato do restaurante

Por Rafael Duarte

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Sabemos que a busca por refeições saudáveis cresceu expressivamente nos últimos anos, mas quando falamos em refeição fora, isso ainda gera um pequeno tabu: A aceitação desses pratos mais saudáveis em um restaurante tradicional, onde o público é altamente diversificado é sempre uma surpresa. Pois ainda existe uma correlação de que um preparo saudável não é saboroso.

Muitas vezes o restaurante entra num verdadeiro paradoxo, onde mantem o formato tradicional dos pratos, agradando os clientes mais tradicionais, porém, desagradando aqueles que já buscam pratos mais leves e com modo de preparo e combinações mais saudáveis ou, faz os pratos mais saudáveis, agradando esse novo perfil, mas desagradando aquele cliente tradicional.

E o que fazer? É bem simples, nesse momento vale aquele antigo ditado: “nem muito prá lá, nem muito pra cá”. Dosar sabor e saúde com equilíbrio no mesmo prato, é possível, sim.

Se analisarmos o cenário atual, até as principais redes de fast food, passaram recentemente por modificação de cardápio para atender, ao menos, parte deste público com uma escolha mais saudável, sem desagradar o sabor.

Mas e os restaurantes tradicionais que citamos anteriormente, estão preparados? Na grande maioria, não. Afinal, parece uma tarefa difícil e para alguns até impossível, mas acredite, pode ser mais fácil do que possa imaginar, para isso, destacaremos abaixo da forma mais objetiva possível em 3 pontos, a correta união entre saúde e sabor:

1. Escolha dos alimentos: Escolher o alimento certo, vai além de comprar um produto titulado saudável. A escolha correta tem relação com a avaliação do fornecedor, para garantir a real procedência do alimento/produto. A forma como foi produzido e armazenado, até sua comercialização e transporte. Se um destes pontos falhar, o total compromete. Alimentos frescos, integrais e de boa procedência farão a diferença neste momento.

2. O preparo do alimento: Esta certamente é a etapa mais importante do processo. Pois é nesta etapa que um excelente alimento, pode se tornar um verdadeiro pesadelo. Através de outros ingredientes adicionados e o modo de preparo inadequado, podemos perder o título saudável de um determinado prato. Vamos exemplificar: Um restaurante compra quinoa em grãos para ter um cereal diferenciado e super nutritivo em sua gama de opções, mas esta quinoa será refogada com gordura hidrogenada e realçador de sabor. O impacto destes elementos nocivos, certamente será maior que os benefícios do cereal. Por tal, não poderíamos chamar de prato saudável.

3. E por fim e não menos importante: Armazenamento e exposição. Aprendemos nos tópicos anteriores que a escolha adequada da matéria prima e o modo de preparo estão intimamente ligados a saúde do prato. Mas e se após isso, acondicionarmos este prato em recipientes ou condições impróprias, levamos as duas etapas anteriores por água abaixo. Desta vez usaremos o exemplo de um delicioso ceviche, elaborado de forma leve com ingredientes selecionados a dedo. Se este prato estiver exposto em balcão com temperatura inadequada, novamente cairemos numa situação dos benefícios se perderem pelos riscos e possíveis efeitos nocivos.

Com as etapas introduzidas, concluiremos com o ponto mais importante do texto:

A necessidade de um bom nutricionista para elaborar as propostas saudáveis junto ao chef de cozinha e garantir o correto controle de qualidade de tudo que seja produzido unindo dois mundos e agradando os clientes. Assim como, a importância extrema de um treinamento de equipe eficiente, para que todo o projeto implantado esteja íntimo para todos.

 

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Rafael Duarte - Nutricionista especializado em Nutrição clínica, Nutrição esportiva e consultor em qualidade de vida corporativa. Sócio-diretor da Nutricon Saúde. emfoco

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Expansão nas Operações

Como adquirir Bifum
para o Food Service

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Expandindo suas operações para o Food Service, a Bifum Brasil cada vez mais entende a importância de estar próxima dos Operadores, Compradores, Nutricionistas, Chefs e Gestores do Food Service.

Com isso, a Bifum Brasil abriu um canal exclusivo para que possa atender as necessidades sejam elas de informações técnicas, dos produtos, bem como e onde pode encontrá-los.

A empresa oferece além das informações, receitas e dicas das aplicações do produto. Com soluções e embalagem adequada  está pronta para atender os profissionais da área.

A Bifum Brasil, principalmente neste momento, convida você Gestor de Restaurante, Nutricionista, Chef, Diretor de Suprimentos a conhecer e saber onde encontrar o produto Bifum. Está à disposição para te atender - Entre em contato através do foodservice@bifum.com.br

Bifum - Macarrão de Arroz

Massa alimentícia sem glúten -  Bifum original 500g

Ingrediente Arroz e água. Fácil e Prático preparo!

CONFIRA O SEU  MODO DE PREPARO

Ferva 3,5 litros de água, desligue o fogo e mergulhe o Bifum.
Após 2 minutos de hidratação fazer choque térmico com água fria. Em seguida escorra e reserve. Prepare o molho ao seu gosto. Quando o molho estiver no ponto,adicione o Bifum e misture brevemente. Sirva em uma travessa ou em porções individuais direto no prato.

A Bifum Brasil Alimentos trará novidades, receitas, orientações de preparo e muito mais para os profissionais do setor de alimentação!

Saiba mais - Entre em contato com a Bifum : foodservice@bifum.com.br

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Oferecimento da Seção Economia

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Economia

RESTAURANTES - Fiquem atentos!

Sustentabilidade e Economia Circular - Qual a importância das Embalagens?

Por Thais Fagury

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Com o isolamento social adotado devido a pandemia de Covid-19, os consumidores estão notando quanto resíduo é gerado diariamente e repensando seus hábitos de consumo, optando por produtos que não gerem tanto lixo ou com resíduos que possam retornar à cadeia produtiva. Até então estávamos pautados pelo modelo de consumo linear, que considera apenas a produção, o consumo e o descarte pós-consumo. Este modelo acelera o esgotamento de recursos e não considera a revalorização de resíduos. A pandemia vem trazendo reflexões sobre a necessidade de rever e mudar a forma como consumimos, colocando nos holofotes a economia circular.

Com a economia circular surgem a informação, a possibilidade de uso integrado, o reaproveitamento, o repensar e o compartilhamento, reduzindo o desperdício. A circularidade muda a alma da economia. Na circularidade, o futuro é mais importante que o passado. Na circularidade, vale a atitude do consumidor. Na circularidade, criamos sistemas inspiradores para reflexão e decisão. Não temos como retornar ao velho modelo linear porque não vamos prosperar. Devemos pensar em forma cíclica e engajar todos os elos da cadeia produtiva. Dentro do conceito circular, podemos pautar o aço para embalagens, o qual preserva o valor inicial e é 100% reciclável e 100% reaproveitado. 80% de todo o aço produzido no mundo ainda está em uso, mas ainda há muito que se fazer. Precisamos repensar, de forma criativa, em como trazer de volta 100% dos materiais, para que construamos, de fato, um futuro.

Nesse sentindo, muito tem sido discutido para indicar soluções capazes de reduzir os resíduos gerados por embalagens, enquadrando o setor nas exigências da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS). Temos como exemplo de ação eficaz a Prolata, associação criada pela Associação Brasileira de Embalagem de Aço (Abeaço), com o foco na correta destinação de latas de aço para reciclagem. A Prolata foi a primeira entidade gestora para logística reversa de embalagens reconhecida pelo Ministério do Meio Ambiente. Além de contar com quase 40 Pontos de Entrega Voluntária (PEVs) em todo o País, a Prolata mobiliza hoje mais de 50 cooperativas de catadores e catadoras de materiais recicláveis, possui 6 entrepostos parceiros e 1 centro próprio de recebimento para grandes volumes. Desde a fundação da associação, em 2012, já foram coletadas e recicladas quase 33 mil toneladas de aço.

O objetivo da Prolata é criar condições para que a cadeia de reciclagem da lata de aço se complete, envolvendo os fabricantes de latas, fabricantes de produtos, cooperativas, consumidor final e indústria siderúrgica. Hoje, 100% das embalagens coletadas pela Prolata são recicladas por uma única siderúrgica parceira. Mas a iniciativa busca mais parcerias na indústria siderúrgica. O modelo de reciclagem instituído pela Prolata foi inspirado nos cases da Suécia e Suíça, países bem-sucedidos não apenas em seus índices de reciclagem, que chegam a 82% no caso das latas de aço, mas também nos modelos instituídos, que geram eficiência e preveem o compartilhamento de responsabilidade entre todos os elos da cadeia. O modelo de reciclagem que a Prolata está adotando no Brasil foi estabelecido após um rigoroso trabalho de benchmark em países europeus.

Embora a Alemanha, por exemplo, recicle 96% das latas pós-consumo, o modelo adotado é baseado em um padrão de logística reversa extremamente caro, gerenciado por empresas com finalidade lucrativa. Já na Suécia estabeleceu-se um sistema em que a cadeia de produção tem que criar condições para que o consumidor deposite suas embalagens voluntariamente, já as separando por categoria, o que dá eficiência ao sistema e reduz o custo. Além disso, na Suécia a gerenciadora não possui finalidade lucrativa.

Contudo, ações como essa não serão possíveis se não motivarmos o consumidor a colaborar. Muitos consumidores adquirem produtos embalados em materiais que não são recicláveis. É fundamental que os consumidores compreendam que levar produtos embalados em materiais recicláveis e reciclados de fato, como o aço, é uma economia para toda a sociedade. As latas de aço podem ser revalorizadas infinitas vezes e virar ferramentas, automóveis, geladeiras, dobradiças, maçanetas, vigas para construção civil e novas embalagens.  Além disso, podem ser facilmente separadas de outros materiais por meio de um processo magnético, que facilita a triagem para a reutilização. A sustentabilidade do aço ainda pode ser comprovada em seu processo de fabricação, pois as embalagens de aço pós consumo são fundamentais para a fabricação de novo aço.

Segundo dados mais recentes do Instituto Aço Brasil, 8,9 milhões de toneladas de sucata de aço foram recicladas em 2017. Entre os principais benefícios do uso do aço reciclado no processo de fabricação de novo aço temos economia energética de 74%, economia de matéria prima virgem de 90%, redução de 40% no consumo de água, redução de 76% de poluentes na água, redução de 86% de poluentes no ar, e redução de 97% de resíduos de mineração. Com a reciclagem do aço, as siderúrgicas economizam energia equivalente ao abastecimento de 18 milhões de residências por ano. As empresas começam a entender que precisam mudar e desenvolver novos produtos de acordo com a economia circular, inclusive as embalagens. A empresa que não se adequar não vai prosperar.

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Thais Fagury - Presidente da Associação Brasileira de Embalagem de Aço (Abeaço) e coordenadora da Prolata. Engenheira de alimentos formada pela Escola de Engenharia Mauá, Thais tem MBA em Gestão Empresarial na Universidade de São Paulo e pós-graduação em Marketing pela ESPM

Oferecimento da Seção Economia

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BELGIAN WAFFLE & PANCAKE MIX

  • Produto inovador com sabor diferenciado no mercado.

  • Fácil de preparar, necessitando apenas adicionar água.

  • Versátil, podendo ser preparado em forma de waffles ou formato de panquecas.

  • Produto assume uma característica crocante e dourada após assado.

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Custos do Restaurante - Reavaliando o Financeiro para saber os Processos e assim equilibrar o negócio pós-pandemia

Por Francisco Assis

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Essa pandemia da COVID-19 gerou a maior crise sanitária mundial, jamais vista e sentida para empresas e empreendedores e, com impacto de grandes proporções na economia, é impossível prever o futuro, mas devemos nos preparar para mudanças de comportamento das pessoas e adaptar os negócios para isso. Somado a tudo isso, vieram as incertezas, especulações, idas e vindas sobre como agir frente ao desconhecido, incertezas políticas em um cenário de pânico mundial. Os reflexos vieram de imediato para os restaurantes, que já vinham tentando se recuperar da última crise de 2015, sejam lojas de rua, shopping, franquia, marca própria, etc. Ninguém ficou de fora.

Muitas operações tiveram que se adaptar rapidamente ao delivery, negociar taxas, traçar rotas de entrega, buscar embalagens adequadas, testar produtos que viajam bem em delivery, avaliar qual item do cardápio poderia se adequar ao delivery. Toda crise, traz aceleração de processos que já estavam em andamento, como foi o caso do delivery para diversas operações que ainda não o tinham como complemento de faturamento. A grande questão é que processos “a toque de caixa”, geram tentativas de acertos e erros e, o principal, custos desnecessários em tempos de fluxo de caixa quase zero. Sabemos que o delivery por si só, não fecha a conta. Quando se fala em um restaurante desenhado com seu plano de negócios para atender salão e delivery, os custos fixos são diferentes.

A medida em que o tempo foi passando, a situação dos restaurantes foi se agravando, principalmente para aqueles de shopping com 100% de suas operações paralisadas e ainda sem uma previsão de retomada das suas atividades na totalidade. Foi lançado programas do governo para ajuda ao crédito, folha de funcionários, isenção de impostos por um período, porém, o acesso ao crédito para capital de giro, não chega em definitivo na ponta.

O momento pede serenidade para empresas e empresários do setor. Infelizmente, vimos a fragilidade de caixa das empresas, eu sempre deixo como meta principal para os meus clientes: tenha sempre no mínimo 6 meses de capital de giro emergencial que possa suprir as necessidades de despesas fixas do negócio. Como fazer isso em um mercado altamente competitivo, com alta carga tributária, endividamentos, etc? Veja algumas dicas.

A gestão financeira e operacional do restaurante precisa ser feita no detalhe, muito de perto, participativa com a equipe que realiza compras, para ser mais eficaz em preços, negociar com fornecedores, ter de 3 a 5 fornecedores para itens essenciais, conferir o recebimento das mercadorias, saber se o que está sendo entregue, foi o que comprou e consta em nota fiscal, checar a qualidade dos produtos, definir datas e horários de recebimento. Fazer a gestão do estoque, contar itens de maior valor todos os dias, checar datas de validade quando for estocar, ficar atento ao desperdício, definir ficha técnica com os custos dos produtos, garantir que a mesma está sendo seguida para não comprometer a margem, ficar atento aos aumentos de preço de fornecedores, neste caso, pode-se até definir travas para aumento de preços, análise do consumo de energia dos seus equipamentos.

Como ação para o “novo normal”, faça uma reavaliação do seu negócio, uma análise estrutural, defina novos cenários. Existem formas de fazer caixa, mas precisa do esforço de todos os envolvidos e o exemplo precisa vir do “olho do dono”. Nesta avaliação, temos ações imediatas para colocar em prática.

É vital renegociar prazos e valores com fornecedores, contratos de alugueis podem e devem ser renegociados, avaliar custos e preços, no novo formato teremos menos mesas e mais distanciamento nas operações, menos clientes no salão, isso pode significar queda no faturamento, então, faça avaliação de preços e custos, seja eficaz no fluxo de caixa, a análise dos números precisa ser feita diariamente, analisar taxas de cartão, analisar recebimentos e pagamentos, desenvolver um DRE(Demonstrativo de Resultado do Exercício) para analisar os fechamentos do mês e, neste item, falo de DRE por Regime de Caixa (ajuda a medir sua capacidade de pagamento, liquidez) e Regime por Competência (ajuda a medir a capacidade operacional do negócio), as duas visões são essenciais para tomada de decisão, crie o hábito de provisionar e guardar valores como férias, décimo terceiro, despesas de manutenção, etc., faça a avaliação tributária da empresa, com certeza tem oportunidade de caixa neste item, o momento pede mais produtividade em receitas e despesas. Veja que listei aqui, itens para avaliar que não geram custo direto, apenas ação de realizar e colocar em prática e que trarão resultados no curto prazo.

Uma boa notícia é que o mundo não acabou, é certo que quem conseguir passar por esse momento, terá a oportunidade de reavaliar o seu negócio, usar o delivery como forma de complemento nas vendas, pois ele veio para ficar, o comportamento do consumidor certamente será diferente, mais rigoroso, mais restrito, impossível prever como será, mas isso pode gerar um impacto nas vendas, então, tenha um novo comportamento frente a sua empresa, reestruture seus custos, avalie a capacidade do serviço prestado ao consumidor. Use a capacidade e ajuda de empresas e profissionais para colocar em prática as ações para informações de tomada de decisão e manter o fogo aceso.

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Francisco Assis - Formado em Administração de Empresas e Análise de Sistemas pela FASP, MBA em Controladoria pela Uninove, Especialização em Administração Financeira pelo Senac, carreira desenvolvida com foco em finanças e controladoria, como Controller, passou por empresas nacionais e multinacionais, atua a mais de 15 anos em finanças para foodservice, consultor financeiro e empreendedor, proprietário da FF Serviços e Planejamento Financeiro - Consultoria especializada em reestruturação, gestão financeira e BPO, membro do BNI.

Temos Muito Orgulho dos Nossos Colunistas MN

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Nutri - Caroline Trevisan Colunista MN

Ger. Corp. Itabom - Camacho Colunista MN

 

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Setor de Alimentação: Profissionais Informam Mais sobre o Coronavírus

Chef SARA MARTINS - Fala sobre a lavagem das Mãos - MANIPULADOR MAIS ATENTO

Marcio appel - Sócio diretor da bom sabor - Produtos em sachês - maior segurança

José MÁrio dos santos - BIFUM BRASIL - SOLUÇÕES INTELIGENTES PARA O FOOD SERVICE

CristiNA souza - gs&libbra - ESPECIALIZADA EM FOOD SERVICE

 

Veja mais em: Prevenção

 

 

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Medidor de Atividade de Água - Humimeter RH2

Fornecedor

Gestão de compras para restaurante

Em um restaurante ou qualquer serviço de alimentação, realizar as compras não deve ser apenas uma tarefa com a finalidade de repor mercadorias vendidas ou utilizadas. Os restaurantes precisam ter uma gestão de compras definida, para atingir objetivos como:

√  Comprar nas quantidades corretas;

√  Ter eficiência nas compras;

√  Conseguir os melhores preços e as mais baixas despesas relacionadas;

√  E receber as entregas nas datas necessárias.

A definição desse processo e de um gestor voltado para ele propicia ao restaurante um funcionamento mais cuidadoso e responsável.

Agora, para ajudarmos você a implementar esse processo no seu restaurante e ganhar mais produtividade -.Conheça o Guia de Compras do Restaurante:

Produto, Qualidade e Preço para o Decisor de Compra do Mercado de Alimentação através do OFFe Marketing Nutricional!

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Fornecedores & Soluções - Produtos, Serviços e Consultoria Técnica

 

Com a procura constante dos Compradores por Fornecedores Qualificados e Técnicos no setor da alimentação, o Marketing Nutricional oferece aos gestores de serviços de alimentação, uma ferramenta de consulta fácil e atualizada: OFFe Ofertas & Soluções.

Solução desenvolvida para que Restaurantes Comerciais, Cozinhas Industriais, Cozinhas de Hospitais, Restaurantes de Hotéis, Padarias, Lanchonetes, Redes de Fast Food entre outros Serviços de Alimentação possam ser beneficiados na questão Compra e Qualidade que só o bom Fornecedor pode oferecer através do OFFe Ofertas & Soluções.

Veja aqui - Conheça e Consulte a cada pedido!

Seção Marketing

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Marketing

Mercado

Um restaurante no caminho da sobrevivência

Por José Aurélio Claro Lopes

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Para quem investe em restaurantes, o programa Green Kitchen, ou somente Green, tem um caminho surpreendente. Desde 2008, tem clareza em mostrar que cada ação de sua lista traz obrigatoriamente um benefício ao cliente, ao colaborador ou a natureza. É uma linha de ação que dá muita força ao empreendimento, fácil de implantar, econômica de manter e com vários caminhos para evoluir. É assim um programa poderoso, tanto para projetos e como para operações com alimentação. 

Sem coceiras nem alergias.

Os clientes de um restaurante Green reconhecem os benefícios de um prato bem preparado, pelos sabores naturais e uma digestão tranquila. Sem aditivos artificiais, algumas pessoas ficam longe de desconfortos digestivos, indisposições, ou gases em excesso. Para outras pessoas se previnem as coceiras, alergias, dores de cabeça, garganta irritada e certas disfunções gástricas. 

Outras ações também contribuem para a saúde de todos, como o uso de alimentos isentos de agrotóxicos, enzimas ou hormônios. Retiram-se ainda os temperos químicos, alimentos transgênicos, uniformes sintéticos e plásticos descartáveis. O respeito aos clientes, colaboradores e fornecedores é a norma da casa.

Higiene e saúde.

Com práticas de limpeza voltadas a higiene pessoal e saúde pública, o programa se destaca como uma opção econômica e natural, indo além dos protocolos comportamentais para os seus clientes, ao adicionar o ar mais puro possível em seu ambiente e água filtrada em seus processos. Mantem seu entorno limpo, sem insetos, lixo espalhado ou águas paradas. Seus vizinhos reconhecem.

Sustentabilidade a favor.

A prática da sustentabilidade numa cozinha Green é muito fácil, uma vez que seus derivados resultam da manipulação de produtos naturais somente. Sem o uso de químicos nem plásticos descartáveis, seu ar de saída, suas águas servidas e seus resíduos alimentares se recuperam naturalmente em simbiose com o meio ambiente.

Razão para ter orgulho.

No Hospital Yutaka Takeda, em Paraupebas, PA, as nutricionistas Tamiris Viegas e Gleiciane Martins, a partir de madeiras sem uso, fizeram uma horta orgânica com alface, cebolinha e cheiro verde que agora utilizam inteiramente nos seus cardápios. Com isso deram utilidade a madeiras encostadas, aumentaram a qualidade do cardápio, baixaram seus custos e elevaram o orgulho de todos envolvidos no programa. Para fazer tanto a partir de nada, precisa-se do espírito de um mundo melhor, com sensibilidade, solidariedade e um tanto a mais de qualidades intangíveis. São admiráveis e estão de parabéns.  Veja no link a seguir.

https://www.prosaude.org.br/

Todos são clientes.Para garantir a recompensa de uma prática honesta, o Green é o programa ideal, fácil de seguir em suas sugestões naturais e possibilidades a cada participante. É também um caminho discreto para quem gosta do que é bom.

www.greenkitchen.com.br

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José Aurélio Claro Lopes
Diretor na Precx Consultoria em Alimentação Ltda.

Seção Acontece - Mercado

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Agenda

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AGENDA 2020

Mercado de Alimentação - Food Service

 

Mostre sua Feira, Evento, Curso, Congresso, para o Setor de Alimentação

Mais de 35.000 Profissionais recebem Notícias e Informações através do nosso Portal Marketing Nutricional e de nossas ações de divulgação do que irá acontecer durante o ano.

Profissionais da área da Alimentação

Nutricionistas, Chefs, Gerentes, Confeiteiros, Cozinheiros, Proprietários de Restaurantes que procuram por novidades, conhecimento e atualização, acompanhem os Cursos e Eventos para os profissionais do segmento.

Vocês poderão através de uma pequena e simples pesquisa na Agenda do Portal Marketing Nutricional conferir o que acontece no seu mercado e os Cursos . Eventos e Feiras que desejam participar.

Faça sua feira ou evento estarem mais perto de quem busca informação no setor Food Service! Faça sua divulgação com o EM FOCO Food Service Marketing Nutricional.

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SND Hospitalar

Comportamento e Ação:

Sendo mais próximo para dar excelência ao serviço

Por Marisa Resende

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O comportamento e a ação são precedidos pela “motivação”

O ser humano é único. Ele tem personalidade própria, necessidades que o motivam e o medo das mudanças repentinas. E é justamente isso que nos faz tão diferentes as pessoas e com uma visão de mundo totalmente diversificada.

Abraham Maslow, um estudioso que desenvolveu a Teoria da Hierarquia e das Necessidades Humanas, explica em suas pesquisas que os aspectos motivacionais das pessoas estão diretamente ligados ao entendimento das necessidades humanas.

Para Maslow, motivação é o resultado dos estímulos que agem sobre as pessoas levando-as a ação, ou seja, para que haja ação ou reação é preciso que um estímulo seja implementado, seja decorrente de coisa externa ou proveniente do próprio organismo. 

Viktor Frankl (1991), médico e psiquiatra austríaco, chamou de “vontade de sentido” o outro fator gerador de motivação. Segundo ele, o ser humano vive motivado, pela vontade de realizar sentido na vida, mas para isso o homem deve se empenhar na realização de valores na forma de criações, vivências e atitudes.

Stoner e Freeman (1994) afirmam que motivação são os fatores que provocam, canalizam e sustentam o comportamento de um indivíduo. Ou seja, a motivação no trabalho manifesta-se pela orientação do empregado para realizar com presteza e precisão as tarefas e persistir na sua execução até atingir o resultado previsto ou esperado.

Não existe motivação maior que o colaborador entender o propósito pelo qual trabalha e que todos trabalham juntos.

A partir do momento que os colaboradores percebem que seu líder faz questão de atuar lado a lado com eles, que assume uma postura de igualdade, que se esforça tanto quanto eles para oferecer uma entrega de resultados de excelência, eles passam a melhorar cada vez mais a sua performance e buscam realizar metas e objetivos de forma muito mais rápida e assertiva.

Quando o líder fica junto dos seus colaboradores, desenvolvendo o seu trabalho em conjunto com estes, ele consegue incentivá-los a se conhecerem melhor, a compreenderem suas melhores habilidades, suas melhores competências e com isso, os incentiva a desenvolvê-las, para que assim possam obter um alto desempenho dentro da organização. 

Dentro de um serviço de alimentação e nutrição não é diferente.

Trabalhamos com equipes de base que muitas vezes são julgadas como se não entendessem o propósito do trabalho. Ledo engano!

Um serviço de Nutrição possui metas de elaboração e fornecimento de alimentação, com o objetivo de oferecer uma dieta balanceada e equilibrada nutricionalmente e na área hospitalar, oferecer uma assistência segura, garantindo a recuperação do estado nutricional dos pacientes.

Para que um serviço de Nutrição execute suas funções com qualidade ele deve atender aos critérios mínimos exigidos para seu funcionamento, como instalações físicas apropriadas, recursos humanos suficientes e operações normativas condizentes com os serviços oferecidos, bem como manter uma equipe motivada a conquistar os melhores resultados.

O papel do nutricionista que gerencia um Serviço de Nutrição deve ser de um líder empático, conhecedor de si mesmo e que saiba conduzir sua equipe dentro do propósito do melhor resultado.

Essa não é uma tarefa fácil, pois como responsável pela qualidade do serviço, o nutricionista precisa ter uma visão ampla do seu trabalho, enxergando além das preparações de um cardápio adequado, mas também estando atento às condições do ambiente, das necessidades de seus colaboradores, a fim de decidir quais os melhores caminhos para o resultado.

Um bom líder conhecendo seu grupo, ouvindo na essência, caminhando lado a lado com eles, conseguirá desenvolver uma relação de confiança com todos eles, algo primordial para um trabalho de excelência dentro da empresa. 

Nossas equipes são sim comprometidas. Fazem sim uma boa entrega! Tudo depende de como o líder conduz e caminha com o grupo.

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Marisa Resende Coutinho
Gerente de Nutrição do Grupo Santa Joana
Graduada em Nutrição pela Universidade Federal de Ouro Preto
Especialista em Nutrição Clínica pelo Centro Universitário São Camilo
MBA em Gestão de Serviços de Saúde
Vasta experiência em processos de Qualidade nas áreas de Nutrição e Hotelaria, com implantação e gerenciamento conforme certificações internacionais Qmentum e Joint Comission

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Alimento Seguro

ALIMENTOS SEGUROS

Rastreabilidade - Instrumento para Evitar e Garantir Menor Risco de Contaminação dos Alimentos Pós-COVID-19

Por Maria Juliana Franceschini Tertulino

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Antes de iniciar nosso artigo tratando sobre a rastreabilidade para melhor garantia e prevenção do risco de contaminação em tempos de pandemia do novo Coronavírus, especificamente para as indústrias de alimentos, vamos definir o que é rastreabilidade, que segundo o Dicionário Aurélio*, pode ser definido como: “Condição ou propriedade do que se consegue rastrear, investigar as pistas, os vestígios, os sinais de algo ou de alguém. Possibilidade de identificação da origem de uma mercadoria ou produto, buscando entender, averiguar ou refazer, o processo de produção até a sua chegada no mercado.” 

Após definirmos que rastreabilidade é o processo de localizar e buscar pelos produtos fabricados e produzidos por uma empresa e acompanhar os seus rastros e passagem até a chegada ao mercado e posteriormente ao consumidor final, entendemos que essa etapa é fundamental para garantia da segurança dos alimentos de todas as indústrias que fabricam produtos alimentícios. Vale ressaltar que a rastreabilidade faz parte dos POP (Procedimentos Operacionais Padronizados) que devem ser implementados no segmento alimentício, que segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária pela RDC 275 de 21 de outubro de 2020, que dispõe sobre o Regulamento Técnico de Procedimentos Operacionais Padronizados aplicados aos Estabelecimentos Produtores/Industrializadores de Alimentos e a Lista de Verificação das Boas Práticas de Fabricação em Estabelecimentos Produtores/Industrializadores de Alimentos.

Em tempos de pandemia como a que estamos enfrentando do COVID-19, as indústrias de alimentos e demais segmentos que processam esse tipo de produto alimentício, não interromperam suas atividades, por se tratar de uma área que possui funções essenciais para o atendimento e fornecimento da alimentação da população, porém foram necessários as adoções de medidas específicas para conter o vírus internamente entre os colaboradores, já que o coronavírus não se mostrou até o momento, um vírus capaz de se reproduzir e contaminar os indivíduos através dos alimentos.   

Uma das maiores preocupações das pessoas na retomada das atividades cotidianas, está relacionada a hábitos de higiene, especificamente com alimentos, para que não se contaminem pelo vírus ou para que não tenham sua saúde comprometida, por isso o reforço com medidas e controles para garantir aos consumidores que as regras sanitárias estão sendo corretamente seguidas se torna fundamental para garantir a manutenção do negócio no mercado.

A rastreabilidade tem como função e papel central nesse momento a garantia que a indústria fabricante de alimentos está assegurando aos seus clientes e consumidores, que caso seus produtos por algum motivo estejam contaminados ou comprometidos com impactos relacionados a food safety a empresa tem potencial para rastrear esse produto e muito mais do que isso proceder com seu recolhimento.

Outro ponto importante da rastreabilidade como procedimento para essas empresas, é a garantia da segurança dos seus fornecedores de matéria-prima e insumos, que através de programas de rastreabilidade possam averiguar a procedência dos produtos utilizados na fabricação de seus itens alimentícios, assim garantindo e atestando a qualidade dos seus produtos finais. O foco da rastreabilidade de fornecedores nesse exato momento que estamos passando e até mesmo pós pandemia deve ser direcionado a possíveis fraudes em seus produtos, já que infelizmente muitas empresas estão passando por crises financeiras nesse novo cenário.

A retomada da economia e de todas nossas atividades cotidianas após a pandemia, requer de todos que trabalham diretamente com segurança de alimentos, um olhar voltando a garantir e o foco em minimizar os riscos de contaminação dos seus produtos, já que não podemos passar novamente por uma crise, agora causada por problemas de contaminação alimentar.

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Maria Juliana Franceschini Tertulino - Nutricionista, graduada pelo Centro Universitário São Camilo. Especialista em Gestão da Qualidade e Controle Higiênico Sanitário dos Alimentos pelo Instituto Racine. Especialista em Docência no Ensino Superior pelo Senac. Possui 12 anos de experiência como responsável pela área de gestão da qualidade dos alimentos em indústria de alimentos, com implantação de sistemas de qualidade e certificação de normas reconhecidas pelo GFSI como a IFS Food 6.1. Atualmente é docente em curso de especialização e extensão universitária e consultora na empresa MJ Alimentos Seguros na área de qualidade e segurança dos alimentos.

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INSTRUÇÕES E NORMAS PARA QUE OS MANIPULADORES DA INDÚSTRIA ESTEJAM PROTEGIDOS

Por Zoraide Gutierrez

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A indústria de alimentos é a maior empregadora entre as indústrias de transformação do Brasil e facilmente um dos pontos de maior aglomeração de pessoas. Parques fabris que concentram entre 200 a até mais de 5 mil pessoas são comuns neste segmento, o que o faz importante centro de disseminação do vírus. Além da concentração de pessoas, a indústria também manipula muitos outros materiais, e conforme pesquisas sabemos que o  vírus pode se manter ativo em superfícies não higienizadas - como embalagens de alimentos - por até 72h (em plástico e inox) ou 24h (no papelão). Superfícies que foram contaminadas por portadores do vírus podem então ser mais uma fonte de disseminação.

Diante dessa pandemia global relacionada a esse vírus mortal, a nova corona vírus causador da Covid-19. Muitos países já classificaram esse momento como “uma guerra contra o inimigo invisível”. Para enfrentar esse mal e assim evitar maiores problemas, muitas prevenções vêm sendo tomadas nas indústrias e são indicadas também por especialistas.

Apesar de as informações até o momento apontarem que o novo corona vírus, não é transmitido por meio dos alimentos, mas é transmitido de pessoa para pessoa pelo contato próximo, ou por algum utensílio de trabalho ou alguma superfície, como mesas ou bancadas em área fabril.

Entretanto, mesmo que os alimentos sejam considerados improváveis veículos de transmissão do COVID-19, considera-se fundamental o atendimento fiel às Boas Práticas de Fabricação e de Manipulação de Alimentos, nesse momento de forma a continuar a garantir a entrega de alimentos seguros à população brasileira.

Todos os procedimentos relacionados às Boas Práticas de Fabricação são relevantes para garantia da segurança sanitária de alimentos e produtos relacionados. Devido a tudo isso, segue orientações que merecem atenção, considerando a situação de saúde atual relacionada ao COVID-19, com o foco principal de prevenção da transmissão pessoa a pessoa.

✔ Saúde do trabalhador: Recomenda-se que a empresa verifique a possibilidade de estabelecer procedimentos específicos de avaliação do estado de saúde dos manipuladores, de forma a identificar de maneira proativa possíveis suspeitas ou contaminação com o novo corona vírus;
✔ Espaçamento físico de no mínimo 1 entre os colaboradores e maior divisão de turnos de trabalho;
✔ Reforçar a higiene ambiental, equipamentos e utensílios;
✔ Higienização das mãos com maior frequência.  Deve-se assegurar que em toda a linha produtiva a presença de instalações adequadas e convenientemente localizadas para a lavagem frequente das mãos(Essas instalações devem dispor de água e de produtos adequados para esse procedimento: procedimento adequado para desinfecção das mãos, sabonete líquido e, quando necessário o álcool em gel).
✔ Os manipuladores de alimentos devem redobrar os cuidados com a sua higiene pessoal, uniformes, sapatos e equipamentos de proteção individual;
✔ Controle e fluxo de matéria prima. A empresa deve avaliar se há necessidade de implementação de novas rotinas de higienização das matérias primas recebidas;
✔ Transporte de alimentos devem seguir rigorosamente com as boas práticas de fabricação, bem como a higienização das instalações, equipamentos e utensílios dos veículos.

Dessa forma garantimos que os alimentos cheguem com segurança à população brasileira,  e asseguramos que não haja contaminação nos manipuladores de alimentos.

Referências

- Agencia Nacional de Vigilância Sanitária - ANVISA. Disponível em www.anvisa.gov.br Acessado em 30/06/2020.
- NOTA TÉCNICA Nº 18/2020: Covid-19 e as Boas Práticas de Fabricação e Manipulação de Alimentos - ANVISA
- https://foodsafetybrazil.org. Acessado em 24/06/2020.
- https://tactafood.school/blog. Acessado em 24/06/2020.

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Zoraide Gutierrez - Técnica em Alimentos, Bióloga e Especialista em Segurança dos Alimentos e Garantia da Qualidade. Graduada pela Unianchieta e Pós Graduada pelo Senac. Grande expertise de mercado no setor de qualidade, desenvolvimento e laboratório, com cerca de 20 anos de experiência no segmento de plásticos e alimentos.

Vigilância Sanitária

 

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Dr. Êneo Alves da Silva Jr- Traz mais informações sobre as questões Sanitárias, através destas informações você pode estar atualizando-se, informando-se e fazendo um melhor controle.

 

RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC Nº 331, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2019

  Dispõe sobre os padrões microbiológicos de alimentos e sua aplicação

INSTRUÇÃO NORMATIVA N° 60, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2019

  Estabelece as listas de padrões microbiológicos para alimentos.

Enviadas por Dr. Êneo Alves da Silva Jr - Biomédico – Microbiologista. Especialização em Microbiologia Geral e Metodologia do Ensino Superior. Mestrado e Doutorado em Microbiologia de Alimentos e Controle Higiênico-Sanitário em Serviços de Alimentação. Autor do Manual de Controle higiênico-Sanitário em Alimentos da Livraria Varela. Sócio/Diretor da CDL Central de Diagnósticos Laboratoriais

Conheça as novas publicações da Anvisa:

RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC Nº 331, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2019

INSTRUÇÃO NORMATIVA N° 60, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2019

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Receita

 

TAÇA CREMOSA DE CREME CHEESE, CROCANTE DE BISCOITOS E GELÉIA DE MORANGOS.

Graça Albarado


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Ingredientes

 

CROCANTE

✔ 200 g de biscoitos maisena ou de coco
✔ 50 g de manteiga ou margarina derretida
✔50 g de castanhas de caju (trituradas grosseiramente e torradas)

 

PREPARO
Triture os biscoitos . Em um bowl , misture com a margarina ou manteiga derretida e faça uma farofa . Acrescente as castanhas e reserve.

 

CREME
400 g de cream cheese tradicional
1 cx de creme de creme de leite(200g)
1 cx de leite  condensado (395g)
1 sachê de gelatina incolor sem sabor - dissolvida conforme instruções da embalagem ou seja - coloque o sache em um bowl pequeno e coloque 2 colheres (sopa)de água fria(hidratar). Reserve por alguns minutos.  Após, derreta-a em água quente(fogo desligado) .

 

PREPARO
Colo que todos os ingredientes no liquidificador e bata bem.
Geléia de Morangos
350 gde morangos limpos sem folhas...reserve alguns para decorar.
100 g de açúcar cristal
Suco de 1 limão pequeno.

 

PREPARO
Coloque os morangos  ,misturados com o açúcar para descansar  por uns 10 min(GELADEIRA)
Após, coloque-os em uma panela e acrescente o suco de limão. Misture bem e leve ao fogo moderado até dar o ponto de geléia. Durante o preparo,formarão espumas e retire-as ,cuidadosamente...ela ficará mais translúcida.
Sobrarão  geléias- poderá guardá-la em vidro esterilizado ,em geladeira.

 

MONTAGEM

 

1- Coloque em uma taça, um pouco da farofinha crocante.
2- Acrescenteo creme
3- Sobre o creme, um poucoda geléia de morangos
4- Decore comum morango(conforme foto ou como desejar.
Monte todas as taças e leve à geladeira .

 

PARA VENDER
Coloque em taças de plástico (200g aprox)e monte conf. Informações acima.
Cubra com a tampa e conserve em geladeira.

 

Graça Albarado,
Docência em Gastronomia - Pós Gestão de Segurança dos Alimentos - Diretora  da Brasil Chef-Institutos Avançados de Gastronomia. - Trabalhos anteriores- Cursos Merchandising para empresas alimentícias em SP,MG. Nestlé, Garoto, Ajinomoto, Brastemp, Refinações de Milho Brasil, Gessy Lever, Santa Marina e também em cozinhas experimentais.... Graduação - Hotelaria, Tecnologia dos Alimentos.  Prêmio Top em Gastronomia- Região dos Lagos- 2019 e 2020 (que não pode ser entregue).
Facebook: facebook.com/galbarado

Sopa de Mandioquinha com Alho Poró e Carne

Chef Guga Rossi


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Ingredientes

 

✔ 1 kg mandioquinha
✔ 1 alho poro
✔ 1 cebola
✔ 3 dentes de alho
✔ 200g de carne moída
✔ 400 g de carne em cubos
✔ 3 colheres de sopa de azeite
✔ 3 folhas de louro
✔ Pimenta do reino a gosto
✔ 1 colher de sobremesa de sal

 

Modo de preparo

 

Em uma panela de pressão coloque o azeite e refogue a cebola. Na sequência o alho e o alho poró. Deixe refogar até dourar o alho. Em seguida, acrescente a carne moída e a carne em cubos, acrescente as folhas de louro, pimenta do reino e, por último, a mandioquinha.

Depois de acrescentar todos os ingredientes coloque a água até cobrir a mandioquinha, e para finalizar o sal. Deixe cozinhar por aproximadamente 25 minutos e bom apetite.

 

Chef Guga Rossi,
Gestor de Alimentos e Bebidas Consultoria de eventos
Whatsapp: (11) 95721-2233
​contato@gugando.com.br
Instagram: @gugando.com.br

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