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EM FOCO Food Service - Oferecimento:

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HABILIDADES DE LIDERAR

As habilidades de liderança podem ser aprendidas através de ensinamentos , experiências, desenvolvimento da intuição, da persistência e da capacidade de aprender com ensaios e erros.

Por Redação MN

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A liderança vem sempre associada à ideia de grandes personalidades da história, e que ela possui uma dimensão mágica. Os líderes na verdade, são pessoas comuns que são capazes de transmitir grande poder aos liderados.

Os líderes criam condições para as pessoas exercerem todo o seu potencial, propiciando-lhes a autoconfiança e estimulando-as a perseguirem um ideal.

Em suma, os líderes desenvolvem entusiasmo, autoestima e ideais entre os liderados. Estudos recentes têm demonstrado que, ser líder, é muito menos uma conseqüência de qualidades inatas e mágicas, e muito mais um produto de persistência e constância no aprendizado de habilidades interpessoais e compreensão do contexto em que está inserido.

Assumindo a coragem de liderar

O plano era ótimo, mas ele não conseguiu o apoio de grupo e então... A ideia era boa, mas ninguém quis ajudá-lo na implantação, então... Não basta um bom produto, uma boa ideia, um bom projeto; precisamos de adesão e apoio de outras pessoas.

É aí que muitos esbarram: ficam esperando que os outros venham espontaneamente aplaudir suas propostas. Têm medo de liderar - e então, por melhor que sejam suas ideias, tudo é difícil!

O que um líder faz:

- Mostra ao grupo a direção a seguir - e por que;

- Mostra ao grupo a viabilidade e a vantagem das metas propostas - e o potencial do grupo para realizá-las;

- Esforça-se para criar uma atmosfera de cordialidade e cooperação no grupo;

- Procura fazer com que todos participem e tenham reconhecimento pelo seu esforço;

- Cria um clima para produtividade e criatividade;

- Busca recursos e instrumentos para que o grupo realize suas metas;

- Resolve conflitos internos da melhor maneira possível.

Não há uma receita, mas se sabe que sem liderança ninguém atinge objetivos.

Como está a liderança no seu trabalho? Conte para nós! Envie sua história através do atendimento@marketingnutricional.com.br

 

Conte sempre com a gente!

Estamos com você, trazendo novidades, informações e notícias para o seu planejamento, para sua atualização e reciclagem, trazendo as tendências, os melhores fornecedores, as legislações sanitárias, as feiras, congressos e cursos do setor, conectando você ao Mercado de Alimentação. Acompanhe-nos e compartilhe.

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Atualidade

FOOD SERVICE

A IMPORTÂNCIA DA QUALIFICAÇÃO DE FORNECEDORES PARA O MERCADO DE FOOD SERVICE.

Por Fernanda Stinchi

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O mercado de Food Service, como é chamado o setor de alimentação fora do lar, representa 2,7% do Produto Interno Bruto nacional e movimentou, em 2019, R$ 184 bilhões. Na última década apresentou um crescimento de 85%, segundo a Associação Brasileira das Indústrias de Alimentação (ABIA).

A pesquisa Brasil Food Trends 2020, aponta que a preferência é dada para os restaurantes por quilo (27%), seguido de lanchonetes e redes de fast food (19%), restaurantes à la carte (18%), padaria (18%) e bares (11%); além de outros segmentos de relevância como as Unidades de Alimentação e Nutrição (UANs) que podem ser terceirizadas ou auto gestão.
O número de fornecedores para o mercado Food Service acompanha esse crescimento do setor, oferecendo cada vez mais opções que vão ao encontro das necessidades específicas de cada nicho.

A escolha de fornecedores deve ser criteriosa; e embasada não somente em preços competitivos, mas também em outros aspectos não menos importantes, como: idoneidade, cumprimento de prazo de entrega, abertura para parcerias de mútua satisfação, qualidade da matéria prima, obediência quanto à especificação do produto, custo x benefício aumentando produtividade, rendimento e reduzindo desperdício.

Além do mais cabe ao comprador se atentar a detalhes que vão interferir na compra e consequentemente no produto final. O profissional deve verificar a sazonalidade do produto, optar por produtores locais que impactará na logística e preço final, participar de feiras do setor e acompanhar novas tendências, abrir espaço para fornecedores fazerem demonstração de produtos,  estar “antenado” em tecnologia como aplicativos que auxiliarão na avaliação dos fornecedores para que haja um feedback e melhorias contínuas.

Há startups como a Qualifiquei (https://qualifiquei.com.br) que auxilia empresas de Food Service na qualificação de seus fornecedores. Através de seu aplicativo é possível realizar a conferência qualitativa e avaliar as entregas realizadas em todas as unidades operacionais, provendo informações em tempo real sobre a atuação de todos os fornecedores. Com critérios de avaliação parametrizáveis, é possível obter informações estratégicas sobre a atuação de cada fornecedor, compilando informações sobre a qualidade dos produtos fornecidos, atendimento, pontualidade e limpeza. Além de gerar um ranking dos melhores e piores fornecedores, o sistema permite a melhoria em processos entre unidades e central administrativa, conforme explicação do Juliano Nicocelli.

O mercado Food Service atualmente busca por fornecedores que atendam às tendências deste segmento como: refeições exclusivas com identidade própria, alimentos saudáveis e sustentáveis, culinária étnica e regional, preconizam por alimentos que sejam produzidos no próprio local com o conceito “DIY” (faça você mesmo), facilidade de compras online, utilização de tecnologia como tablets e cardápios digitais, embalagens eficientes e sustentáveis, programas de fidelidade, opções veganas, vegetarianas e naturais entre outros aspectos que cada vez mais aumentarão a demanda de fornecedores mais específicos para atender este mercado.

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Fernanda Stinchi - Fundadora da Fernanda Stinchi Consultoria
em Negócios de Alimentação e da Foco & Saber Cursos e Treinamentos,
Nutricionista, Gastrônoma e Coach, há 15 anos trabalha com projeção
e desenvolvimento de novos negócios e implementação de sistemas qualidade,
desenvolvimento de produtos e fornecedores estratégicos para Food Service e Varejo.emfoco

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Food Service

A heroica saga de um colaborador ignorado.

Por José Aurélio Claro Lopes

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Para começar presumimos que todo colaborador se sente ignorado. Por outro lado, as pessoas que trabalham diariamente na produção e atendimento em serviços de alimentação possuem informações da empresa dificilmente encontradas em qualquer outro lugar.

Essas informações são passadas de várias formas a fornecedores, clientes e até mesmo a concorrentes, conforme o caso. Elas são importantes e ajudam bastante, mas na maioria das vezes, ignoradas pela própria empresa.

Para parar de perder com desinformações, ainda mais em tempos de internet, a empresa precisa montar seu programa interno de branding, definindo seus produtos bem como suas relações com clientes, funcionários e colaboradores em geral.

Esses programas são fundamentados em diretrizes de respeito, reciprocidade e transparência, para que todos se relacionem pelas mesmas regras. Os colaboradores com boa índole e educação acham isso a coisa mais natural do mundo. Quando essas relações se formam, a cooperação fica natural e os problemas se resolvem com facilidade. As informações sempre vão continuar fluindo para todos os lados, mas num viés diferente, a favor da empresa.

Cada um dos 15 membros do Conselho de Novos Empreendedores, nos EUA, deu sua sugestão de branding e todas podem ser encontradas no link abaixo.

https://smallbiztrends.com

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José Aurélio Claro Lopes
Diretor na Precx Consultoria em Alimentação Ltda.

Qualidade
de Vida

Qualidade de Vida

Como ter um planejamento alimentar, mesmo fazendo a refeição fora do lar

Por Rafael Duarte 

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A procura por uma alimentação saudável cresceu de forma exponencial nos últimos anos e o acesso à informação, alinhado ao conhecimento em ciência e saúde andaram de mãos dadas. Boa parte da população já possui conhecimentos básicos sobre calorias, nutrientes, alimentos saudáveis, pratos balanceados, etc.

Sabemos que a alimentação saudável fica muito mais fácil quando podemos ir a um supermercado para comprar aquele belo peixe fresco, folhas verdes, cereais integrais e legumes variados para garantir uma refeição em casa, mas e quando levamos essa demanda saudável para ambientes externos, ou seja, ao comer fora de casa, que por sinal, é a realidade da maior parte da população, como fazer?

Parece uma tarefa difícil e para alguns até impossível, mas acredite, pode ser mais fácil do que possa imaginar, para isso, destacaremos abaixo da forma mais objetiva possível em 5 pontos:

1 - Pesquise e compare os restaurantes em volta de sua unidade de trabalho. Encontrar ao menos um que tenha boa variedade de alimentos saudáveis e naturais, que transmita segurança e higiene, não é uma missão impossível. E para deixar bem claro, o que esperamos de um bom restaurante? Basicamente uma boa disponibilidade de vegetais de modo geral, ou seja, tanto as folhas quanto os legumes. Assim como, que ao menos uma das preparações principais seja feita de forma mais “leve”, como assado ou grelhado, por exemplo.

2 - Faça um prato como se estivesse montando em sua casa, por tal, não se empolgue por ser um restaurante e resista a bolinha de queijo, o pastel, o bife à parmegiana e aquela conhecida porção de batata frita. Encare aquele momento como algo rotineiro e simples, pense que o que vai no seu prato no restaurante, tem que se parecer muito com o como seria em sua casa. E lembre-se: Queremos montar um prato saudável.

3 - Evite o consumo de bebidas, principalmente as açucaradas e gaseificadas, como refrigerantes. Geralmente, este consumo vira um tique. Pois muita gente que bebe algo em um restaurante, não costuma fazer o mesmo quando almoça em casa. Concluindo que esta bebida não é uma necessidade fisiológica, mas sim um hábito do restaurante.

4 - Evite também os doces e as tradicionais sobremesas. Tome muito cuidado neste momento, pois os doces são posicionados de forma estratégica e durante a permanência na fila do caixa, é onde você se depara com uma bela e convidativa trufa de chocolate, uma fatia de bolo recheado ou um brilhante quindim.

5 - E por último e não menos importante, fique atento a qualidade do alimento em si, principalmente os mais perecíveis. Se perceber que algum alimento esteja alterado em qualquer uma das características, não consuma e informe o responsável do restaurante. Pois o risco de contaminação alimentar em restaurantes é grande. E neste tópico, vale uma grande dica: Prefira sempre que possível almoçar o mais cedo possível, pois isso transmite um pouco mais de segurança alimentar, devido a menor exposição do alimento ao buffet.

 

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Rafael Duarte - Nutricionista especializado em Nutrição clínica, Nutrição esportiva e consultor em qualidade de vida corporativa. Sócio-diretor da Nutricon Saúde.

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Expansão no Foodservice

Bifum Brasil Alimentos, empresa com mais de 50 anos, expande as suas operações no Foodservice

Com a procura cada vez maior dos restaurantes por opções saudáveis em seus cardápios e uma crescente demanda por produtos sem glúten - a Bifum vem trazer essas soluções ao setor de foodservice

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Um dos braços corporativos da família Chiang, a Bifum Brasil Alimentos foi fundada em Suzano – SP, onde mantém suas operações até hoje.

A indústria criada por Kun Ho Chiang e por seu filho Chang Yuan Chiang, inicialmente tinha como objetivo, atender a demanda da comunidade taiwanesa da Grande São Paulo que consumia macarrão de arroz, popularmente conhecido como Bifum

No início das atividades, o fundador contava com o auxílio de sua esposa, Kuei Ing Chiang Lu, que, com suas próprias mãos e na humilde morada do casal, fabricavam a massa finíssima e leve. Bifum em Chinês (Taiwan) significa  ’’massa seca de arroz’’.

Em 2018 a empresa comemorou 55 anos do lançamento do Macarrão Oriental no Brasil e a liderança no segmento, respondendo por mais de 95% das vendas no País. Para os consumidores, Bifum é sinônimo de macarrão de arroz. 

Com sua massa leve e fina servindo de base para muitas preparações e receitas, das mais simples até as mais elaboradas, a Bifum vai poder contribuir  para uma maior variedade nos cardápios dos restaurante, além da oferta de um prato final mais saudável e livre de glúten

Produto Bifum

Massa alimentícia sem glúten -  Bifum original 500g

Ingrediente Arroz e água. Fácil e Prático preparo!

CONFIRA O SEU  MODO DE PREPARO

Ferva 3,5 litros de água, desligue o fogo e mergulhe o Bifum.
Após 2 minutos de hidratação fazer choque térmico com água fria.
Em seguida escorra e reserve. Prepare o molho ao seu gosto.  Quando o molho estiver no ponto,adicione o Bifum e misture brevemente. Sirva em uma travessa ou em porções individuais direto no prato.

A Bifum Brasil Alimentos trará novidades, receitas, orientações de preparo e muito mais para os profissionais do setor de alimentação!

Saiba mais em: www.bifum.com.br

Oferecimento da Seção Economia

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Economia

Conteúdo - Economia

O que o Gestor da Alimentação Fora do Lar deve esperar com a Alta da Exportação de Carne

Por István Wessel

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Sempre que o assunto carnes aparece nas capas dos jornais o mercado entra em polvorosa. As vezes as altas são suaves, em outras radicais. O que aconteceu no último trimestre do ano, foi um aumento muito brusco. Daí vêm as dúvidas: quando para de subir, a que nível vai chegar, vai cair, quando e quanto?

Para todas estas perguntas curtas, há algumas respostas mais longas. A saber: todos os mercados têm ciclos e interferências externas. O ciclo da carne bovina é longo, de três anos aproximadamente: 9 meses de gestação e mais uns 2 anos até o abate. Já o ciclo do frango é de pouco mais de 100 dias. O do porco, fica no meio do caminho. Muitas vezes, a carne bovina (como foi até julho de 2019) tem seus preços estáveis por 2 anos e até mais. Obviamente muitos custos dos pecuaristas, dos frigoríficos e dos processadores de carne subiram nestes dois anos, mas essa cadeia só consegue “acertar” seus preços quando os preços das carnes estão nos jornais.

E quando acontece isso? Acontece sempre que a cadeia se sente espremida pelos aumentos de custo, quando acontece uma entressafra (de agosto a dezembro) mais seca (quando o boi emagrece) ou quando ocorre uma oportunidade de exportação fora da curva. Pois foi o que aconteceu no segundo semestre de 2020. Causado pela epidemia que matou grande parte do rebanho suíno chinês eles correram para as compras de carne bovina que nem é a carne que eles preferem. Apenas os chineses abaixo dos 40 anos são consumidores de carne bovina. As gerações anteriores preferem, porco, frango e pato. Simples, não é? Só devemos lembrar que os chineses abaixo dos 40, são aproximadamente 500 a 600 milhões, ou seja, duas a três vezes a população brasileira. Assim sendo, devemos nos preparar para o pior? Não!

Os chineses bons negociadores que foram nos últimos milênios, resolveram operar no mercado. Resolveram devolver centenas de milhares de toneladas de carne, por não atender seus requisitos. Estive na China em 2019 e pude constatar que nossos requisitos no dia a dia, estão iguais aos deles para dizer o mínimo. Essa devolução, vai com quase absoluta certeza, gerar uma renegociação. Nossos exportadores conhecem os altos requisitos dos mercados internacionais e ninguém iria se aventurar em embarcar mercadorias fora de padrão. Assim, a venda acabará sendo realizada. Enquanto isso, dos preços que subiram aproximadamente 30 a 35% já recuaram mais de 10% até o fim de dezembro. Saber em que nível de preços estará carne bovina até o meio do ano, só poderemos estimar em meados de fevereiro.

Vamos pensar um pouco no período em que os preços não sobem, o que não é um sinal de tranquilidade. Muitas vezes, os preços ficam estáveis por dois ou três anos e isso não é motivo para comemorações. Quando o período de estabilidade é muito longo poderemos ler nos jornais a seguinte manchete: “Ocasionado pela falta de aumento do preços, pecuaristas abatem matrizes”. Consequência: os preços se retraem ainda mais e o pecuarista abate mais matrizes para fazer caixa. De novo, não é motivo para comemoração. Quando isso acontecer, pode marcar na agenda em três anos haverá uma grande alta nos preços. Por quê? Simples! Ao abater a matriz de hoje, abateremos o bezerro de um ano depois e consequentemente o bezerro que não nasceu é o boi pronto para abate que não existirá em dois anos. E como é que o gestor deve se posicionar diante destes fatos?

Todo gestor deve ter em seus cálculos de custo a inflação de compras e de vendas dos produtos utilizados. Quando a carne, importante insumo dos cardápios, não sobe por m longo tempo deve ser feita uma provisão de aumento, ou seja, se a carne sobe em media anual de 6 a 8% ao ano deve ser colocado na planilha de custos e nas fichas técnicas ao menos de 0,5 a 1% de inflação mensal. Os cardápios devem levar isso em conta, e fazer os desejáveis dois aumentos anuais de preço, pois essas diferenças acabam se represando e depois vindo como um tsunami em algum momento, seja por uma ou outra razão listada acima. Nesse momento, o mercado aceita aumentos, mas não na proporção desejada ou necessária causando um grande mal-estar nas empresas de alimentação fora do lar.

Não há nada como a gestão permanente de custos que a exemplo das unhas só crescem. Atitudes devem ser tomadas ao longo do ano todo independentemente de estarem os preços de algum insumo importante, na capa dos jornais.

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István Wessel - Representa a quarta geração da família no ramo da carne. Na companhia dos filhos Daniel e Tatiana dirige a Wessel, uma empresa com mais de 60 anos especializada em cortes e hamburgueres especiais. Presente no radio diariamente há 25 anos. Nos últimos 15 anos apresenta o quadro Pitadas de Gastronomia, na Bandnews FM, com transmissão simultânea para mais de 12 capitais brasileiras.

Oferecimento da Seção Economia

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Informe Publicitário

Equipamento Profissional - Food Service

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Blixers®: Emulsionadores-Misturadores

Vantagens do produto:

• 2 funções em 1!

Os Blixers® unem em uma máquina as qualidades de dois aparelhos bastante conhecidos: o cúter e o liquidificador/mixer.
Os Blixers® facilitam a preparação de refeições batidas cruas ou cozidas, líquidas, semilíquidas ou pastosas.

• Eficazes

Devido à grande capacidade para líquidos, à tampa com braço raspador e à vedação, esses modelos permitem preparar com muita facilidade todos os trabalhos de mistura, inclusive para alimentação por sonda.

• Confiáveis

A proteção da tampa e o freio do motor impedem o acesso à lâmina durante o funcionamento e garantem a
total segurança no uso desses aparelhos.

• Higiene perfeita

Todas as peças que entram em contato com os alimentos são fáceis de desmontar e limpar, para cumprir as normas de higiene mais rigorosas (NSF).

.• Quantidade de lugares:

10 a 100

• Usuários:

Hospitais, casas de repouso, creches e restaurantes

• Resumindo:

Esses aparelhos têm todos os atributos para seduzir: rápidos, eficazes, simples, robustos, produto final de qualidade impecável, sem alteração do sabor e do gosto.

 

Mercado em movimento

Tecnologia 4.0 - Quais as vantagens para o Setor de Alimentação

Parte 2 - Como a indústria pode ser parceira

Por Alexandre Silva

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A parceria entre indústrias e empresas de alimentação, já vem acontecendo há algum tempo, a relação de parceria entre clientes e fornecedores é fundamental para o crescimento de ambos, não há como expandir o negócio sem uma relação saudável e harmônica.

Estas parcerias não se limitam somente em vender e entregar, vai além de tudo isso. O grande diferencial hoje, além de ações promocionais e bonificação, é ter outros atrativos como por exemplo:

Fabricante de equipamentos: Projeto de capacitação aos colaboradores dos restaurantes, onde aprenderão manusear e detectar formas de utilização dos equipamentos;

Indústrias de alimentos: Promover treinamento/capacitação de melhores práticas e receitas dos alimentos utilizados.

Além disso, as empresas clientes (Restaurantes), devem preparar melhor os seus fornecedores, visitar e entender seus processos internos, sugerir melhorias e/ou até desenvolver alguma solução juntos, pois isto fortalece os laços e proporciona melhorias nos processos e produtos.

Durante muitos anos, ouvi uma frase: “Precisamos pensar na relação ganha-ganha”, onde ambos sairão ganhando. O meu conceito sempre foi: “Toda relação de negócio tem que ter o ganha-ganha-ganha, onde ganha o fornecedor, ganha o cliente, e ganha o consumidor”. Sei que é algo que já sabemos, mas nem sempre é praticado nas relações.

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Alexandre Silva - Trabalha no Grupo LemosPassos - Alimentação e Facilities, como Diretor Comercial. A LemosPassos é hoje a 4ª maior empresa de refeições coletivas do Brasil. Graduado em Administração de Empresas e especialista em Marketing. Alexandre tem 21 anos de experiência em: Gestão comercial, Marketing, Gestão operacional e Relacionamento com o Cliente.

Oferecimento da Seção Economia

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Medidor de Atividade de Água - Humimeter RH2

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Fornecedor

Gestão de compras para restaurante

Em um restaurante ou qualquer serviço de alimentação, realizar as compras não deve ser apenas uma tarefa com a finalidade de repor mercadorias vendidas ou utilizadas. Os restaurantes precisam ter uma gestão de compras definida, para atingir objetivos como:

√  Comprar nas quantidades corretas;

√  Ter eficiência nas compras;

√  Conseguir os melhores preços e as mais baixas despesas relacionadas;

√  E receber as entregas nas datas necessárias.

A definição desse processo e de um gestor voltado para ele propicia ao restaurante um funcionamento mais cuidadoso e responsável.

Agora, para ajudarmos você a implementar esse processo no seu restaurante e ganhar mais produtividade -.Conheça o Guia de Compras do Restaurante:

Produto, Qualidade e Preço para o Decisor de Compra do Mercado de Alimentação através do OFFe Marketing Nutricional!

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Entre em contato conosco, que tal batermos um papo sem compromisso?

 

Fornecedores & Soluções - Produtos, Serviços e Consultoria Técnica

 

Com a procura constante dos Compradores por Fornecedores Qualificados e Técnicos no setor da alimentação, o Marketing Nutricional oferece aos gestores de serviços de alimentação, uma ferramenta de consulta fácil e atualizada: OFFe Ofertas & Soluções.

Solução desenvolvida para que Restaurantes Comerciais, Cozinhas Industriais, Cozinhas de Hospitais, Restaurantes de Hotéis, Padarias, Lanchonetes, Redes de Fast Food entre outros Serviços de Alimentação possam ser beneficiados na questão Compra e Qualidade que só o bom Fornecedor pode oferecer através do OFFe Ofertas & Soluções.

Veja aqui - Conheça e Consulte a cada pedido!

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Marketing

Negócio

Sapore, uma das maiores empresas de refeições coletivas do Brasil, compra controle de três startups

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Em mais um passo para se aproximar do mundo das startups, a Sapore, uma das maiores empresas de refeições coletivas do Brasil, comprou o controle de três companhias novatas: a Lucco Fit, de comidas saudáveis; a Shipp, de entregas; e a Zaitt, que tem uma rede de mercados inteligentes e desenvolve sistemas de automação para o varejo. As duas últimas pertencem aos mesmos fundadores.

O valor investido nas operações não é revelado, mas faz parte de um orçamento de R$ 20 milhões que o grupo pretende destinar a companhias iniciantes ao longo deste ano. Os aportes são feitos por meio da Abanzai, holding que controle a Sapore e outras seis empresas. Com receita próxima de R$ 2 bilhões, a Sapore é a maior delas.

A aquisição da Lucco Fit, que prepara e entrega refeições congeladas e saudáveis na casa dos consumidores, dá ao grupo a possibilidade de reforçar sua atuação no varejo de alimentos – que conta com franquias de alimentação em aeroportos e terminais rodoviários, além da Yurban Food, loja de conveniência de comida fresca presente em 20 locais em São Paulo e no Rio.

Segundo Fábio Canina, presidente da Lucco Fit, a companhia conversou com 49 investidores diferentes ao longo de 2019. A empresa decidiu fechar acordo com a Sapore devido à possibilidade de a empresa ampliar sua escala de atuação, afirma o empresário, levando seus produtos aos clientes da nova controladora.

O consumo de comida saudável tem atraído o interesse de consumidores e investidores. Em setembro, a Liv Up, concorrente da Lucco, levantou uma rodada de R$ 90 milhões liderada pelo fundo ThornTree Capital, da qual também participaram Kaszek, Spectra e Endeavor Catalyst.

Criada em 2015, a Lucco Fit tem 30 funcionários e atende dois mil clientes por mês. A companhia já começou a explorar sinergias com a instalação de geladeiras com sua marca na empresa de serviços de tecnologia Tivit e no Cubo, a iniciativa de fomento a startups do Itaú e do fundo Redpoint eventures. Ambos são clientes da Sapore.

Os equipamentos foram desenvolvidos em parceria com a Zaitt. A companhia criada em 2016 e que opera três mercados em São Paulo e no Espírito Santo vai continuar a abrir lojas próprias (serão mais três no primeiro trimestre), mas também passará a funcionar como base tecnológica para projetos de automação de atendimento, segundo Daniel Mendez, fundador e presidente da Sapore. “A automação ajuda na redução de custos nos momentos de baixa demanda. Você pode ter uma lanchonete autônoma 24 horas ao invés de um restaurante 24 horas. Mas fica mais difícil usar em horários de pico”, diz.

Sobre a Shipp, que tem 80% de sua receita concentrada na entrega de comida, Rodrigo Miranda, cofundador das companhias, diz que a oportunidade é de oferecer mais benefícios para os restaurantes parceiros.

De acordo com Mendez, o modelo de investimento em startups por meio da holding - e não diretamente pela Sapore – é uma forma de fazer com que as companhias mantenham sua independência, podendo atender o grupo e o mercado. A ideia é que as startups não percam agilidade e capacidade de inovação ao se integrar a uma estrutura maior. “Elas podem continuar como startups ou não”, diz.

Segundo ele, a companhia também não tem um formato fechado para as operações, podendo envolver a compra do controle, como ocorreu com Lucco Fit, Shipp e Zaitt, ou de participações minoritárias, como no caso da LinkAPI – desenvolvedora de sistemas que fazem diferentes tecnologias conversarem entre si. “Estamos testando modelos”, diz.

A imersão da Sapore no mundo das startups teve início em 2017. Até o ano passado, a companhia havia investido R$ 20 milhões em quatro companhias. Ela também é mantenedora do Cubo.

A Sapore teve que fazer vários ajustes internos para trabalhar com startups, como reduzir o prazo de pagamento dos serviços prestados, criar processos de aprovação mais rápidos e montar uma área de inovação e venture capital, que passou a ser dirigida por José Rodolpho Bernardoni. Mendez diz ter quase dispensado o executivo nos primeiros meses, por não entender seu papel na organização, até compreender a importância de se aproximar das startups. “A empresa não muda de fora para dentro, mas de dentro para fora”, diz.

Fonte: Site Sapore

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Daniel Mendez - Fundador e presidente da empresa de refeições coletivas Sapore

Mercado em movimento

Empresa Bifum Brasil - Novo Parceiro EM FOCO Food Service

O Setor de Alimentação tendo mais opção para o seu Negócio e Cliente

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A parceria entre Bifum Brasil e o Marketing Nutricional tem entre seus objetivos ao longo do ano mostrar ao Grande Comprador Foodservice:

Valor agregado dos produtos Bifum;

Praticidade no uso para os: Restaurantes Comercias, Hospitalares, Industriais, Redes, entre outros Serviços de Alimentação;

Aproximação com os Decisores de Compra, Colunistas MN, Influenciadores e Formadores de Opinião Foodservice.

A Bifum desta forma quer saber mais como pensa e como pode mellor atender o Canal Foodservice que sempre busca soluções, fornecedores e produtos que possam atender sua demanda e necessidades.

Desejamos que os Profissionais do Mercado de Alimentação aproveitem ao máximo esta parceria Bifum Brasil e Marketing Nutricional.

Afinal, o Foodservice sempre ganha quando os parceiros podem ser encontrados de forma técnica, direcionada, explicativa e que possam estar mais próximos e acessíveis.

Foto: Silvia M. Silva - MN, Ellian Chiang - Bifum Brasil,
Hélio Long Chiang - Bifum Brasil, Mariana Rodriguez - Bifum Brasil

Divulgue na Agenda: Feiras, Cursos, Congressos e Eventos Alimentação

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Agenda

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AGENDA 2020

Mercado de Alimentação - Food Service

 

Mostre sua Feira, Evento, Curso, Congresso, para o Setor de Alimentação

Mais de 35.000 Profissionais recebem Notícias e Informações através do nosso Portal Marketing Nutricional e de nossas ações de divulgação do que irá acontecer durante o ano.

Profissionais da área da Alimentação

Nutricionistas, Chefs, Gerentes, Confeiteiros, Cozinheiros, Proprietários de Restaurantes que procuram por novidades, conhecimento e atualização, acompanhem os Cursos e Eventos para os profissionais do segmento.

Vocês poderão através de uma pequena e simples pesquisa na Agenda do Portal Marketing Nutricional conferir o que acontece no seu mercado e os Cursos . Eventos e Feiras que desejam participar.

Faça sua feira ou evento estarem mais perto de quem busca informação no setor Food Service! Faça sua divulgação com o EM FOCO Food Service Marketing Nutricional.

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Sua Feira, Evento, Congresso com mais visibilidade no Food Service!

Entre em contato conosco para tomarmos um café e conversarmos

Quer saber mais!contato

Seção Acontece - Mercado

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MERCADO DE ALIMENTAÇÃO 2020 - Feiras, Cursos e Congressos

 

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turmas abertas - 08 e 15 de fevereiro

Duração 4 horas - O que aprenderá nesse curso?  ● Selecionar uma boa farinnha para o preparo de uma boa massa; ● Preparar a base da massa; ● Abrir a massa; Criar e modelar os tipos de masssas, como capelete, ravióli, calenlone, etc; ● Cozimento da massa; ● Armazenamento e Conservação da massa. Público: Restaurantes, Chefs, Nutricionistas, Empreendedores, Alunos de Gastronomia
Informações, inscrições e desconto: Facilitador NENO: (11)95925-5165

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Treinamento & Motivação em Segurança de Alimentos

Destinado à Equipe Operacional para as Boas Práticas da Manipulação dos Alimentos nos Serviços de Alimentação e Indústrias Alimentícias.
Treinamento voltado para profissionais de Restaurantes Comerciais, Padarias, Redes de Fast Food, Cozinhas Industriais, Cozinhas de Hotéis, Cozinhas Hospitalares, Frigoríficos, Açougues e Indústrias de Alimentos em geral. Aumente a Consciência da sua Equipe Manipuladora de Alimentos!

Seção SND Hospitalar

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SND Hospitalar


COMO SABER SE O FORNECEDOR ESTÁ PREPARADO PARA ATENDER O SETOR DE COZINHAS HOSPITALARES

Por Patricia Ramos

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No mercado atual, onde o atendimento ao cliente e a excelência na prestação de serviços são essenciais, a qualificação de fornecedores se tornou uma das estratégias mais importantes nos processos hospitalares.

Mas o que é a Qualificação de Fornecedores?

A qualificação de fornecedores é a confirmação que o fabricante e/ou distribuidor é confiável, do ponto de vista sanitário, cumprem com todas as normas e seus produtos possuem qualidade para atender as cozinhas hospitalares.

Os benefícios da qualificação de fornecedores são:

Melhorias no processo: quando seu fornecedor também possui um padrão de excelência, você evita transtornos como produtos de qualidade inferior, devolução de produtos, entre outros.
Mitigação de riscos em relação produtos não adequados para consumo, ou fornecedores que falham nas entregas.
Satisfação e fidelização dos cliente.

Como implantar a Qualificação de Fornecedores?

Definição da equipe que irá realizar as auditorias;
Definição do check list a ser utilizado. Alguns hospitais possuem check list próprio, outros utilizam o check list da Legislação CVS 5/13;
Definir critérios sobre quais serão os fornecedores a serem qualificados. As cozinhas hospitalares possuem um grande leque de fornecedores, por isto é importante avaliar o impacto de cada um no processo e o histórico de cada fornecedor em relação as ocorrências;
Elaboração do cronograma anual de visitas;
Agendamento da visita in loco, no fornecedor;
Emissão de relatório com o resultado da auditoria (fornecedor aprovado ou reprovado);
Definição da periodicidade das visitas, conforme o resultado do fornecedor;
Devolutiva para o fornecedor com prazo para definição do plano de ação;
Acompanhamento do fornecedor, através das avaliações durante o recebimento de mercadorias e visitas periódicas.

Para finalizar, o importante é garantir a qualidade dos fornecedores das cozinhas hospitalares, pois desenvolver nossos fornecedores é o caminho para manter nossa cadeia de excelência nos processos, já que as empresas são interdependentes, e portanto, precisam estar em harmonia.

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Dra Patricia Ramos - Nutricionista Especialista em Gestão Empresarial pela Universidade Bandeirante de São Paulo (UNIBAN), Coordenadora de Serviço de Nutrição no Hospital Leforte - Unidade Liberdade. Colunista do EM FOCO Food Service - Portal Marketing Nutricional.

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Alimento Seguro

ALIMENTOS SEGUROS

ANVISA - Esclarecendo o que mostra a nova Resolução e os Cuidados no Setor de Alimentação

Por Fernanda Amorim

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O fim do ano de 2019 foi de novidades em termos de legislação para o setor de alimentação. Nos últimos dias do mês de dezembro foram publicadas no Diário Oficial da União novas normas da ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) – responsável por coordenar, supervisionar e controlar atividades de registro, inspeção, fiscalização e controle de riscos, além de estabelecer normas e padrões de qualidade e identidade a serem observados no mercado de alimentos.

Em 23 de dezembro de 2019 foi publicada no D.O.U. a Resolução da Diretoria Colegiada - RDC nº 331, que chegou trazendo definições e exigências aos setores que realizam distribuição de alimentos prontos para consumo. A nova Resolução revoga as Resoluções anteriores RDC nº 12, de 02/01/2001 e RDC nº 275, de 22/09/2005, além do artigo 10 da RDC nº 192, de 13/10/2017.

Em seu conteúdo a RDC nº 331 determina que não é permitido distribuir alimentos prontos para consumo que contenham presença de microorganismos patogênicos e/ou seus derivados (que podem ser toxinas ou metabólitos) em quantidade superior a um valor limite estipulado, acima do qual possa causar riscos à saúde humana. Além disso, os setores envolvidos na cadeia produtiva de alimentos devem:

Assegurar que durante todo o prazo de validade, os alimentos estejam dentro do limite de padrões microbiológicos estipulados;

Providenciar que sejam realizadas avaliações periódicas a fim de verificar a eficácia das Boas Práticas de Fabricação (BPF) aplicadas nos processos, para atendimento aos padrões microbiológicos;

Determinar uma frequência de realização de análises, que garanta que seus produtos estejam de acordo no cumprimento aos padrões microbiológicos estabelecidos, em conformidade com as BPF e outros programas de controle de qualidade. Poderão ser realizadas análises para outros microorganismos além do estabelecido, bem como suas toxinas ou metabólitos, como forma de obter informações adicionais;

Em relação à possíveis surtos de Doenças Transmitidas por Alimentos (DTA), a nova norma também dá orientações sobre como deverá ser conduzida a investigação. Com base no conteúdo da RDC nº 331/2019, deverão ser considerados dados clínicos e epidemiológicos, de acordo com diretrizes do Manual Integrado de Vigilância, Prevenção e Controle de Doenças Transmitidas por Alimentos, do Ministério da Saúde.

A norma também determina que os setores envolvidos na cadeia produtiva de alimentos deverão adotar planos de amostragem. Os planos de amostragem estabelecem a quantidade de amostras a serem colhidas de cada lote produzido, que possam ser encaminhadas para análise, se necessário. Poderão ser utilizados planos de amostragem alternativos, desde que ofereçam proteção equivalente e que possa ser comprovada, através de histórico de produção e implementação de sistema de qualidade e segurança de alimentos, documentado e validado. Às autoridades sanitárias fica permitido realizar amostragem representativa ou indicativa, de acordo com a finalidade da coleta.

De forma simplificada: as amostras podem ser indicativas ou representativas, de acordo com o microorganismo a ser analisado. Nas amostras denominadas indicativas, os resultados considerados na análise microbiológica são somente de "ausência" ou "presença" de microorganismos, sendo que o resultado que indique presença (em qualquer quantidade de microorganismos) não será tolerado. Já nas amostras representativas, os resultados de análise microbiológica consideram margens de contaminação (ou de presença de microorganismos), classificando os produtos como "aceitável", "de qualidade intermediária" e "inaceitável" de acordo com uma comparação entre os valores apresentados na análise e padrões estabelecidos. A forma como os resultados das análises serão expressos também está estabelecida na Resolução, para análises por contagem em placa, e resultados obtidos por NMP (técnica do número mais provável).

A coleta de amostras de alimentos exige método e procedimento padronizados, com instruções definidas em Manual de Boas Práticas e Fabricação, além de POPs (Procedimentos Operacionais Padrão). A Resolução RDC nº 331/19 cita em seu texto algumas referências para estabelecer a metodologia a ser aplicada para coleta, acondicionamento, transporte e análise das amostras dos alimentos, como o Código Alimentar (Codex Alimentarius - FAO/OMS), o Compêndio de Métodos para Análise Microbiológica de Alimentos (Compendium of Methods for the Microbiological Examination of Foods - APHA), além da Farmacopeia Brasileira, entre outros.

De acordo com a Resolução, serão aceitos métodos alternativos que tenham sido previamente validados para a garantir que os resultados obtidos sejam equivalentes aos das metodologias descritas no texto da norma, ou que tenham sido aprovados em certificações fornecidas por organismos independentes, seguindo o protocolo da normativa ISO 16.140 ou outros protocolos similares aceitos internacionalmente.

Quando houver resultados insatisfatórios em análises, bem como resultados satisfatórios com qualidade intermediária, a RDC define que cabe à cadeia produtiva de alimentos investigar as possíveis causas, implementando ações corretivas, com o intuito de evitar novas ocorrências, e especificamente nos casos de resultados insatisfatórios, avaliar a segurança do consumo de outros lotes que possam ter sido afetados pelos mesmos fatores de risco para contaminação.

O descumprimento das disposições da RDC nº 331/2019 constitui infração sanitária, nos termos da Lei nº 6.437/77, sem prejuízo das responsabilidades civil, administrativa e penal cabíveis. A norma deve deve passar a valer dentro de um prazo de 12 meses a partir de sua promulgação, e pode ser consultada na íntegra através do link: http://portal.anvisa.gov.br/documents/10181/4660474/RDC_331_2019_COMP.pdf/c9282210-371f-4fb6-b343-7622ca9ec493

Como complementação à Resolução RDC nº 331/2019 foi publicada a Instrução Normativa nº 60, de 23 de dezembro de 2019, que "estabelece as listas de padrões microbiológicos para alimentos". A lista contida na Instrução determina os padrões microbiológicos sanitários a serem aplicados para diferentes grupos de alimentos, discriminados em categorias diversas. Assim como a RDC 331, a Instrução deve passar a valer dentro de um prazo de 12 meses a partir da data de sua publicação – previsto para 23/12/2020. Para os fabricantes, define que os produtos que tenham sido elaborados antes de sua vigoração cumpram os padrões microbiológicos estabelecidos na Resolução RDC nº 12/2001, até o término de seus prazos de validade. A Instrução Normativa nº 60/2019 pode ser consultada na íntegra através do link a seguir: http://www.in.gov.br/en/web/dou/-/instrucao-normativa-n-60-de-23-de-dezembro-de-2019-235332356

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Fernanda Amorim - Nutricionista graduada pela Universidade Católica de Santos, Especialista em Gestão da Qualidade e Controle Higiênico Sanitário dos Alimentos.
Gestora de Unidades de Alimentação e Nutrição / Supervisora em Refeições Coletivas / Auditoria e Consultoria Nutricional - em âmbito industrial e hospitalar.
Docente em Curso Técnico em Nutrição e Dietética.

Contra ou favor? O plástico descartável em estabelecimentos comerciais foi proibido!

Por Laura Magrini Luiz Alonso

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O ano começou com novidades e muitas discussões! Após a proibição do uso de canudos plásticos no ano passado, o prefeito Bruno Covas sancionou no dia 13 de janeiro de 2020 a lei que proíbe o fornecimento de copos, pratos, talheres, agitadores para bebidas e varas para balões de plásticos descartáveis em estabelecimentos comerciais como bares, restaurantes, padarias, hotéis, food trucks, incluindo os serviços de entrega de comida por aplicativos.

Em nota, a Prefeitura de São Paulo informa que poderão ser utilizados em substituição aos produtos de plástico descartáveis outros com as mesmas funções, elaborados com materiais biodegradáveis, compostáveis e/ou reutilizáveis. Vale lembrar que os materiais do tipo oxi-biodegradáveis também estão proibidos. O que causou estranheza em algumas pessoas é que a nova lei não prevê a proibição do isopor, que é um poliestireno expandido, ou seja, um plástico.

A venda de descartáveis em supermercado e o uso de garrafas pet para embalagens, não entraram no veto da nova lei, pois esses temas dependem de legislação federal.

A penalidade para o descumprimento da medida será de uma multa no valor de 1 mil reais, que dobra a cada nova instância e pode chegar em até 8 mil reais, havendo ainda a possibilidade de fechamento administrativo do estabelecimento, que poderá ser requerido pela fiscalização. A lei entra em vigor em 1° de janeiro de 2021.

O objetivo com esta medida, é a redução no volume de resíduos plásticos gerados e encaminhados para os aterros, a diminuição das emissões de gases poluentes, o incentivo na reciclagem de materiais e o impulsionamento na transição para uma economia circular, cujo modelo de negócio e desenvolvimento econômico é alternativo ao linear, ainda predominante em nossa economia.

É sabido que a acelerada degradação dos recursos naturais compromete a qualidade de vida das atuais e futuras gerações. Inventado no final do século 19, o plástico está presente em praticamente tudo o que usamos em nosso dia-a-dia. Calcula-se que, desde o início da sua invenção, cerca de 8,3 bilhões de toneladas do material foram produzidos até o ano de 2019. Deste montante, 6,3 bilhões de toneladas já viraram resíduos e grande parte, acabam nos mares e oceanos do planeta. Além disso, sua produção consome grande quantidade de energia e a manufatura de sua matéria-prima, feita a partir de combustíveis fósseis, contribui com a emissão de gases poluentes.

A maior parte dos plásticos descartáveis proibidos pela nova lei é utilizado apenas uma vez. Todos nós aprendemos em algum momento na escola que o plástico demora mais de 400 anos para se decompor, isso quer dizer que se o descarte for inadequado, vamos morrer e o plástico que descartamos ainda terá uma longa existência pela frente.

Estamos nos afogando em plástico e isso é um fato!

Mesmo com esses dados e com toda a preocupação global em relação a problemática do plástico, nova medida causou um alvoroço e diversas representações se pronunciaram contra, alegando que os comerciantes sairão prejudicados.

Segundo o presidente da Abrasel em São Paulo, embora a lei tenha boas intenções, "não há oferta suficiente de materiais alternativos e biodegradáveis, nem a custos aceitáveis" para que os estabelecimentos continuem com as atividades. "Se o poder público não faz o dever de casa, que é levar aos cidadãos informações e conhecimento sobre o assunto, não deveria transferir a responsabilidade sobre o grave problema dos plásticos de uso único exclusivamente a quem empreende no Brasil". Esta alegação é compartilhada pelos representantes da indústria plástica que alertam sobre os impactos relacionados aos empregos do segmento e sobre a necessidade da educação da população para o descarte adequado, bem como o ataque à prefeitura no que tange ao sistema de coleta o manejo destes resíduos.

Embora haja entendimento e preocupação em relação aos custos e desdobramentos da proibição, é importante ressaltar a existência da responsabilidade compartilhada, definida pela Lei 12.305, de 02 de agosto de 2010 que estabelece a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) que abrange fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes, bem como consumidores e serviços públicos de limpeza urbana.

A Política Nacional de Resíduos Sólidos ainda destaca a observação da seguinte ordem de prioridade em relação aos resíduos:

não geração,

redução,

reutilização,

reciclagem,

tratamento dos resíduos sólidos e

disposição final ambientalmente adequada dos rejeitos.

O que eu quero dizer com isso? Que o caminho para uma sociedade mais sustentável não pode ser tomado apenas por uma dimensão, todas devem caminhar juntas (econômica, social, ambiental, cultural e governamental). É preciso trabalhar educação ambiental, proporcionando mudanças comportamentais; fornecer subsídios e incentivos para as economias de transição, além de trabalhar para que as mudanças legais e políticas possam ser de fato implementadas e fiscalizadas, a fim de tornar a vida da comunidade melhor e minimizar os impactos ambientais causados pela atividade humana.

É óbvio que apenas a proibição não resolve o problema do plástico e muito menos da gestão de resíduos sólidos, mas ainda sim é um passo para a mudança. A gestão pública deve cumprir com as suas obrigações, as pessoas precisam se conscientizar e mudar seus hábitos e a indústria também precisa assumir uma postura responsável através do desenvolvimento de novos materiais, no design de novos produtos e serviços e na logística reversa. 

Toda mudança gera incômodo, incertezas e resistências, assim foi com a proibição da distribuição de sacolas plásticas, com a chegada dos aplicativos de transporte e tantas outras mudanças que demandaram novas formas de comportamento, alternativas e inovações no mercado. A proibição dos plásticos descartáveis já era uma certeza e vem de encontro com as necessidades de mudança e conscientização para o bem da nossa casa comum: o planeta Terra.

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Laura Magrini Luiz Alonso - Nutricionista - Com especialização em Gestão da Qualidade e Controle Higiênico-Sanitário. Especialista em Sistemas de Gestão Integrados da Qualidade, Meio Ambiente, Segurança e Saúde no Trabalho e Responsabilidade Social. Cursando o técnico em Meio Ambiente pelo Senac. Possui mais de 12 anos de experiência em gestão de restaurantes e consultoria em gestão da qualidade e sustentabilidade na cadeia produtiva de alimentos. Fundadora do Cultiva.Eco e docente convidada em cursos de pós-graduação em São Paulo e Salvador

Vigilância Sanitária

 

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Dr. Êneo Alves da Silva Jr- Traz mais informações sobre as questões Sanitárias, através destas informações você pode estar atualizando-se, informando-se e fazendo um melhor controle.

 

RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC Nº 331, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2019

  Dispõe sobre os padrões microbiológicos de alimentos e sua aplicação

INSTRUÇÃO NORMATIVA N° 60, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2019

  Estabelece as listas de padrões microbiológicos para alimentos.

Enviadas por Dr. Êneo Alves da Silva Jr - Biomédico – Microbiologista. Especialização em Microbiologia Geral e Metodologia do Ensino Superior. Mestrado e Doutorado em Microbiologia de Alimentos e Controle Higiênico-Sanitário em Serviços de Alimentação. Autor do Manual de Controle higiênico-Sanitário em Alimentos da Livraria Varela. Sócio/Diretor da CDL Central de Diagnósticos Laboratoriais

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RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC Nº 331, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2019

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Receita

 

Filé de salmão grelhado com miniarroz integral
ao azeite de manjericão

 

Por Chef Alexandre Ribeiro


descrição da imagem

 

Ingredientes

  • 800 g de filé de salmão
  • 500 g de miniarroz integral
  • 200 ml de azeite
  • 50 g de folhas de manjericão italiano
  • 1 dente de alho picado
  • ½ cebola picada
  • Água
  •  

Modo de preparo:

    1. Higienize as folhas de manjericão, a cebola e o alho.
    2. Coloque o manjericão e o azeite em uma panela e leve ao fogo até desidratar. Processe, coe e reserve essa mistura.
    3. Doure o alho com 1 colher de sopa de azeite de manjericão. Acrescente a cebola. Branquear em seguida e acrescentar a água, aguarde até levantar fervura.
    4. Acrescente o miniarroz integral e deixe cozinhar. Reserve.
    5. Em uma frigideira antiaderente coloque um fio de azeite de manjericão e grelhe o salmão.
    6. Monte os pratos harmoniosamente com o arroz já cozido, o filé de salmão grelhado e regue com o azeite de manjericão.

    Sugestão de uso da receita:
    almoço e jantar

Chef Alexandre Ribeiro,
Chef de Cozinha do Hospital Alemão Osvaldo Cruz

 

MACARONS COM GANACHE DE FLORES E FRUTAS

 

Por Chef Sara Martins


descrição da imagem

 

Ingredientes

  • 130g de claras de ovos
  • 90g de açúcar refinado
  • 140g de farinha de amêndoa
  • 134 de açúcar de confeiteiro (+ 6 de amido de milho)
  • 1 pitada de corante em pó na cor desejada
  •  

Modo de preparo:

    Processar o açúcar de confeiteiro e a farinha de amêndoa. Em outro recipiente, junte as claras e o açúcar refinado e leve ao banho maria, batendo sempre até atingir 60 graus,, ponto de merengue suíço.. Acrescente o corante e misture. Adicione o açúcar de confeiteiro e a farinha de amêndoa ao merengue e, com uma colher de plástico ou silicone, envolva suavemente. Quando a massa estiver homogênea, pegajosa, vai baixar um pouco (é normal), coloque a massa num saco confeiteiro com um bico liso e redondo. Sobre o tabuleiro do forno, disponha uma folha com círculos de 2cm e sobre esta, coloque papel vegetal, de forma a que consiga visualizar o formato a preencher e por cima, um tapete de silicone. Com a ajuda do saco preencha os círculos com a massa, sem passar os limites do círculo, de modo a que os macarons fiquem com tamanhos iguais.
    Deixe repousar a massa sobre o tabuleiro durante 30 minutos (à temperatura ambiente). Baixe a temperatura do forno para os 130 graus,, leve os macarons a cozer e coloque outros dois tabuleiros abaixo daquele que contém a massa dos macarons. Se o forno for tradicional, não se esqueça de deixar a porta entreaberta. Deixe cozer durante 18minutos.
    Retire do forno, e deixe o macarons esfriarem sob refrigeração.

 

GANACHE DE MANJERICÃO E FRAMBOESA

  • 120g de creme de leite (teor de gordura 20%)
  • 30g de manjericão fresco
  • 10g de licor de framboesa
  • 30g de purê de framboesa
  • 400g de chocolate branco
  • 20g de glucose de milho
  •  

Modo de preparo:

    Aquecer o creme de leite juntamente com o manjericão, após levantar fervura interromper a cocção e deixar em infusão por 15 minutos. Em seguida, coar o creme de leite, retirando as folhas de manjericão. Ao creme de leite coado acrescentar o licor de framboesa e o purê. Por último, misturar o chocolate derretido ao creme de leite saborizado, juntamente com a glucose até formar uma mistura homogênea. Colocar em saco de confeitar e utilizar para rechear os macarons

Chef Sara Martins,
Consultora em food service e docente de Gastronomia
Tenho como minha primeira formação o Bacharelado em Filosofia. Contudo, o amor por cozinhar, sempre foi latente e acabou tornando-se meu foco profissional. Sou uma cozinheira com a carreira desenvolvida para o segmento de food service. Minha primeira experiência, no meio corporativo, foi em uma indústria de chocolates, atuei como consultora técnica, especializada no treinamento de equipes e desenvolvimento de receituários. Depois de alguns anos e com uma grande experiência nesse setor, passei a fazer os testes de aplicação para novos produtos, esta foi a porta de entrada para atuar no mercado como consultora de A & B. Hoje continuo no mercado trabalhando como consultora e também como docente em uma rede de escolas de Gastronomia, a formação de novos cozinheiros e o treinamento de equipes são uma das minhas grandes paixões. São mais de 15 anos dedicados à gastronomia.

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