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Para fazer mais, é preciso foco!

Ter foco e aprender a mantê-lo é essencial na conquista de metas e objetivos - e pode levar a grandes resultados

Por Redação MN

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A importância do  foco está sendo bastante estudada e discutida nos dias atuais, afinal, depois da internet, nossa capacidade de concentração já não é mais a mesma. Pois, estamos ao mesmo tempo, em todos os lugares e, às vezes, em lugar nenhum.

Por isso mesmo, precisamos desenvolver nosso foco para não sucumbirmos a enorme quantidade de distrações que temos atualmente. E, especialmente, para não perdemos boas oportunidades de crescimento.

Hoje, o foco é uma competência muito valorizada no mercado de trabalho. A concentração é fundamental para se conseguir concluir metas e objetivos em qualquer contexto. Ter foco nos resultados tem se tornado uma das competências mais relevantes para gestores de empreendimentos de diferentes setores e portes.

Aprender a trabalhar com direcionamento para o que é mais importante, contribui para produzir com mais assertividade. Um gestor focado em resultados tem metas e objetivos bem definidos, assim como um plano de ação que evita ao máximo desvios que podem distraí-lo da realização das tarefas essenciais para alcançar as realizações da empresa.

Gestões com foco em resultados são mais organizadas e tendem a listar as prioridades, de maneira a otimizar e direcionar os esforços para concretizar as metas e objetivos. Saber listar as prioridades é de fato muito importante para trabalhar de forma mais focada e organizada.

No entanto, não basta apenas ter uma sequência de coisas a fazer, dentre tudo o que está programado, é preciso determinar quais são as prioridades. Devem ser destacadas na lista as tarefas mais urgentes e que ajudarão a estar mais próximo do resultado desejado.

Fazer a gestão e análise do tempo - fundamental - atualmente, o tempo é um dos bens mais preciosos que um gestor possui. Fazer uma gestão e análise da forma como emprega seu tempo será um passo a mais a seu favor. Para conseguir alcançar um desempenho de alto nível, é de extrema importância ao longo do tempo, não perder de vista os objetivos a serem atingidos.

As pausas também fazem parte, manter o foco em resultados não é sinônimo de trabalhar ininterruptamente. Saber o melhor momento para fazer pausas e descansar faz parte da jornada para alcançar os objetivos. Quem descansa tende a ser mais produtivo e criativo. Descansar é importante para não perder o foco em resultados.

Manter-se motivado - Não há como desenvolver foco em resultados se você não estiver motivado. Quando não há motivação, as chances de desistir dos objetivos no meio do caminho são enormes.

Lembrar que ter foco significa ter um objetivo, estabelecer um planejamento, ter disciplina e persistência para atingir as metas e alcançar o que se pretende. Foco é constituído por planejamento, disciplina e continuidade. E vale a pena, porque ter foco leva a grandes resultados.

Estamos com você, trazendo novidades, informações e notícias para o seu planejamento, para sua atualização e reciclagem, trazendo as tendências, os melhores fornecedores, as legislações sanitárias, as feiras, congressos e cursos do setor, conectando você ao Mercado de Alimentação. Acompanhe-nos e compartilhe.

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Atualidade

FOOD SERVICE

Comunicação com a equipe - Como manter o envolvimento gerando melhor produtividade

Por Kelly Souza

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A cultura interna de comunicação das empresas, além de acarretar inúmeros benefícios, o que vamos trabalhar aqui, são as melhorias na produtividade. Gera aquela boa sensação de pertencimento que certamente, tem efeitos significativos sobre a satisfação dos colaboradores e consequentemente, sobre seu desempenho. Pouco importa o tamanho da equipe, as pessoas precisam se identificar com os valores da companhia para assim, vestirem a camisa de forma engajada.

A comunicação com a equipe é essencial para o alcance dos objetivos. Com ela, as pessoas passam a se conhecer melhor, e automaticamente, a sentir umas às outras, o que aumenta a compreensão e o equilíbrio de todos os participantes no meio corporativo.

Além de trazer um bom relacionamento e uma melhor interação entre as frentes operacionais, a comunicação clara e simples, colabora para que as ideias, sugestões e opiniões surjam podendo ser compartilhadas, e assim, refinadas e quem sabe implantadas nas unidades operacionais.

A boa comunicação aguça a criatividade, produtividade e melhora a qualidade do trabalho, dessa maneira temos a possibilidade de melhores resultados com um ambiente mais feliz e equilibrado.

E a colheita é boa para ambos, empresa e colaboradores. O time que se sente cada vez mais valorizado e a empresa que eleva sua produtividade e lucratividade.

A comunicação contribuí para promoção do envolvimento emocional das equipes, pois quando a liderança não “segura” as informações e as compartilha, os liderados conhecem sua importância e o valor de suas atividades para o atingimento das metas e alcance de uma entrega satisfatória para o cliente/consumidor final.

Uma comunicação limpa, melhora a imagem da empresa perante seus colaboradores. Não há nada que prejudique mais o desempenho de uma equipe, do que o famoso “telefone sem fio” ou “fofocas de vestiário”. O sentimento de insegurança sem dúvida, gera uma corrente de desmotivação e insatisfação, por não saberem de fato o que está havendo, e isso, contribui para fazer com que as pessoas desistam de trabalhar numa determinada empresa.

É sabido, que uma empresa que tem uma comunicação falha e defeituosa, tem ocorrências com os índices de turnover. Não repassar informações que podem somar valor as frentes de trabalho, não dar feedback, falta de motivação e autonomia, enfim, se o clima da organização não for agradável, a retenção de talentos será complexa.

Abaixo algumas dicas para melhorar o engajamento com a equipe, visando manter o envolvimento e aumentar a produtividade, buscando a alta performance individual e em equipe instigando a sinergia:

◆ Dar Feedback’s

■ Focar pontos positivos, ajudam a reconhecer o esforço individual estimulando a busca da melhoria contínua;

■ Pontos de melhoria, apontar de forma clara e objetiva embasado em fatos e dados mostrando o caminho para a evolução. Evitar apontar erros e sim instigar a reflexão em absorção das experiências extraindo sempre a solução, que pode ser encarada como “Lessons Learned” (lições aprendidas) e convergidas em um plano de ação em conjunto, extraindo sempre o melhor possível;

◆ Reuniões com o time

A prática de reuniões diárias, periódicas e estratégicas é uma ferramenta importante, tanto para transmitir informações seguras da liderança, quanto ouvir a equipe sobre os desafios da operação promovendo a aproximação e respeito mútuo às atividades. Promover um ambiente saudável para disseminar a informação, transmite segurança, focando o time a ter a visão dos resultados possibilitando o alinhamento de informações.

“Quando lidar com pessoas, lembre-se que não está lidando com criaturas de lógica, mas sim, criaturas de emoção.” Dale Carnegie

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Kelly Souza - Coordenadora de Operações no Grupo Risotolândia. 14 anos de carreira, atuando em empresas de grande porte no segmento de Food Service. Formada em Nutrição, com especialização em Qualidade e Gestão Estratégica, e pós graduanda em Comportamento Alimentar.

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Qualidade
de Vida

Qualidade de Vida

Importância de manter uma consciência alimentar

Por Zilma Tavares

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O conceito de consciência alimentar vem de algo mais abrangente, também conhecido por Mindfulness, que, em português, pode ser traduzido como atenção plena. Trata-se de um artifício em que você se concentra no presente, com uma atitude aberta, de curiosidade e livre de julgamentos. Você entende seu corpo, seus pensamentos, sensações, ideias, emoções e o ambiente a sua volta, e os aceita como são, E necessário sair da mentalidade de dieta, resgatar o prazer de comer.

Com isolamento social, para muitas pessoas, tem sido a possibilidade de comer mais comida caseira e escolher melhor os itens da alimentação, até mesmo de fazer os seus pedidos de delivery com mais cautela, prezando uma alimentação mais saudável, menos industrializada.
O home office, no entanto, faz com que seja necessário prestar mais atenção nos hábitos que podem afetar a saúde, como comer distraidamente enquanto trabalha na frente do computador, ou assistindo televisão e realmente não está consciente do ato alimentar.
E talvez a pessoa não pare para se perguntar quando esta diante de uma refeição se aquele é um alimento adequado para o seu corpo, ou se aquilo que simplesmente está ali e uma fonte de energia e nutrientes para o seu organismo ou de doenças?

Se a pessoa não é seletiva com oque come, não busca realmente nutrir o seu corpo, aquele biscoito a toda hora , que muitas vezes passa a tarde toda beliscando, ou o refrigerante gelado para aliviar o calor, a fatia do bolo no final da tarde com cafezinho, são todos exemplos de alimentos que as pessoas ingerem todos os dias sem consciência de como eles estão influenciando na sua saúde e consequentemente no seu peso.

Nós falamos muito sobre a importância de manter uma consciência alimentar, sobre a seriedade de prestar atenção no que você come e escutar o seu corpo, para perceber se está com fome ou com vontade de comer. Mas, na prática, o que isso significa? É fácil perceber quando estamos com fome, ela é fisiológica e tem características físicas. Quando os níveis de nutrientes diminuem no sangue, o estomago fica vazio, entra em ação um hormônio chamado grelina, muitas vezes o estomago se contrai e faz barulho, dependendo do nível de fome a pessoa se sente sem energia em níveis mais altos pode ter até confusão mental.

Diferente da vontade de comer ou da fome emocional, comum nestes tempos de isolamento social, onde a pessoa nem sabe o que quer comer, é uma vontade seletiva, fica imaginando algo que goste muito, e normalmente é algo muito calórico como:  chocolate, um pudim ou até mesmo uma pizza.

Sabemos que uma alimentação saudável é muito mais que seguir um plano alimentar ou uma dieta, está totalmente ligada à forma como o alimento chega até a sua boca, e como você sente o que está ingerindo. E tudo isso, aliado ao estilo de vida como qualidade do sono, atividade física, relacionamento familiar e social .
Tudo o que ingerimos afeta nossa mente, talvez você não saiba, mas alguns alimentos alteram seu humor e diretamente nosso corpo físico, pois são estes responsáveis pela produção de novas células, logo o que você come importa!!

Abaixo veja algumas dicas para começar a praticar a alimentação consciente:

✦ Percepção - Antes de dar a primeira mordida, pare, respire e observe o que você vai comer;

✦ Mastigue devagar - Seu cérebro demora cerca de 20 minutos para receber a mensagem de que o corpo foi alimentado. Quando você come com calma, percebe antes que está saciada. Se devora a comida, precisa de mais para se satisfazer;

✦ Descanse entre as garfadas - Apoie o talher na mesa entre uma garfada e outra para prestar atenção no alimento. Isso ajuda a sair do piloto automático quando nem percebe o que está comendo;

✦ Use os 5 sentidos - Enquanto estiver mastigando, ouça os sons do ambiente, da cozinha. Perceba a cor e a aparência do alimento, assim como sua textura. Sinta o aroma e então, saboreie, sentindo cada ingrediente na boca, Quando você adota a alimentação consciente, sente mais prazer em comer e, consequentemente, come menos, pois percebe melhor quando está saciada;

Experimente por uma semana e veja a diferença.

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Zilma Tavares - Nutricionista CRN- 3 47040 Especialização em Nutrição Aplicada ao Exercício Físico (USP) Consultora em Segurança Alimentar para Empresas Atendimento em Consultório com foco em Hipertrofia e Nutrição Estética

Como analisar a saúde do profissional dentro ou fora do trabalho

Por Larissa Cristiane Vaz Gomes

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Imagine o seguinte cenário: você chega para o trabalho e encontra em seu escritório uma atmosfera totalmente preparada, agradável, com música ambiente, setores limpos, organizados, e tendo a sua disposição: café fresco, cadeiras ergonômicas, local para prática de exercícios físicos e ambientes planejados para o trabalho em equipe. Seus colegas estão animados para mais um dia produtivo. Parece irreal? Pois saiba que esta é a tendência dos ambientes corporativos modernos, que passaram a investir não só na qualificação do profissional e na melhora dos resultados e produtividade, mas também na qualidade de vida do empregado - uma estratégia que parece ser promissora para os anos que virão, especialmente no mundo pós-pandemia.

A Organização Mundial da Saúde define saúde como: “um estado completo de bem-estar físico, mental e social e não apenas a mera ausência de doença ou enfermidade”.  Seguindo esta linha mais abrangente, qualidade de vida também se encaixa em uma definição mais ampla de saúde, e é isto que a sociedade moderna busca. A partir desta visão ampla, contribuem para uma vida mais saudável: um estilo de vida menos estressante, equilíbrio entre alimentação saudável e exercícios físicos, terapias para alívio dos sintomas emocionais, trabalhar autoestima, ter sono de qualidade, suporte afetivo e adequado convívio social, além da menor exposição ao cigarro e à poluição. Outro aspecto por vezes negligenciado, mas que parece contribuir para atingir uma saúde mais completa é a dimensão espiritual, em que incentivos ao fortalecimento de crenças e conceitos de fé e espiritualidade propiciam o aprimoramento de qualidades como a resiliência, e tornar as pessoas mais resilientes também as torna mais saudáveis.

Parece lógico então pensar que a saúde no ambiente de trabalho precisa ser valorizada, mas não só. É preciso levar em consideração a saúde da pessoa dentro e fora do ambiente de trabalho - e isto deve ser uma preocupação de empresas e empregadores. No mundo arrasado pela maior pandemia do século sobram preocupações e incertezas, mas falta qualidade de vida: estamos sendo afetados na saúde física, sem dúvidas, mas também na saúde mental, social e emocional. Passa a fazer diferença, neste momento, a empatia do empregador pelos problemas enfrentados pelo empregado, e a consideração de que fatores do dia a dia podem influenciar nas relações de trabalho e impactar na produtividade do indivíduo. Contribuiu para isto o ambiente de trabalho que agora, com a pandemia, também tomou conta do ambiente familiar: muitas empresas encontraram meios de sobreviver ao colapso econômico da pandemia e garantir a segurança dos funcionários adotando o home office como prática institucional. Os impactos disto foram vistos de forma positiva e negativa em 2020, e o modelo continua em desenvolvimento no ano de 2021. A mistura de trabalho, família e vida pessoal gera uma mix de sensações entre as pessoas, com parte dos empregados conseguindo encontrar meios de lidar com as diferentes situações impostas pelo home office, e parte enfrentando maior dificuldade para preservar os aspectos essenciais da qualidade de vida já citados, como os limites na quantidade de tempo dedicado ao trabalho, ergonomia postural, e tempo de sono e lazer. Com o avançar da pandemia permanecem os desafios, e parece fundamental que as empresas continuem a se adaptar a esta nova forma de gerenciamento da realidade laborativa. Incluir o olhar o outro - a empatia - nas habilidades do sistema empresarial é o mantra da atualidade.

Outra tendência negativa que se desenha na área de saúde ocupacional também é motivo de preocupação: cada vez mais os consultórios de médicos, psiquiatras e psicólogos se enchem de pessoas que procuram ajuda com sintomas de esgotamento emocional, muitas vezes estando estes sintomas relacionados ao ambiente de trabalho, que caracterizam uma doença conhecida como burnout. O burnout é uma síndrome que mescla sintomas de ansiedade e depressão, em que estão esgotados os recursos físicos e emocionais para lidar com determinadas situações. Estudos desde a década de 70 demonstram que o burnout ocorre na área de vida onde há mais expectativa de sucesso: em geral, no trabalho. Segundo a pesquisa intitulada “Conceito(s) de burnout: questões atuais da pesquisa e a contribuição da clínica” da médica psiquiatra e mestre em psiquiatria Isabela Vieira, os sintomas são: exaustão emocional (cansaço extremo, sensação de falta de energia para enfrentar o dia de trabalho), despersonalização (a pessoa passa a apresentar uma atitude apática e de afastamento afetivo) e perda de realização pessoal (sentimento de incompetência e frustração).

As sensações podem iniciar no ambiente de trabalho, e se alastrar para outros domínios da vida privada, atingindo não só a área profissional como também a pessoal. É importante lembrar que o burnout é o estado avançado da doença - os sintomas começam com quadros de desânimo, sintomas ansiosos em relação ao trabalho e às tarefas desempenhadas, perda de empatia para com os colegas e a equipe, falhas nos contatos sociais e no trabalho em equipe, atrasos nos prazos de entrega, desmotivação - estes podem ser considerados sinais de alerta de que algo não vai bem. É preciso entender o burnout como um processo crônico, evolutivo, que gera reações negativas e consequências em todas as áreas: na saúde cardiovascular, predispondo a um aumento de risco do desenvolvimento de doenças como hipertensão e diabetes, distúrbios musculoesqueléticos e alterações do sistema imune; na saúde mental estando associado a transtornos ansiosos, depressão e abuso de álcool; e na saúde ocupacional, levando ao aumento das taxas de absenteísmo, queda de produtividade e aposentadoria precoce. 

Assim como o ambiente corporativo pode ser preparado para ofertar maior qualidade de vida, é fundamental ressaltar que podemos preparar nosso corpo e nossa mente para atingir estados de maior resiliência, promovendo uma atmosfera protetora e preventiva: como já ensina o pensador moderno Augusto Cury, é possível “gerenciar seus pensamentos e proteger a sua emoção”. Além da identificação dos fatores de risco e quadros iniciais, e oferta de psicoterapia como pilar de tratamento, também o uso de técnicas adjuntas como mindfulness (atenção plena), meditação, acupuntura parece afetar positivamente a resposta a estas tendências negativas. Entender o papel da saúde ocupacional como agente transformador desta realidade é outro ponto-chave no processo de prevenção. Aumentar a qualidade da atenção à saúde do trabalhador não significa aumentar os custos: exige investimento de tempo e recursos humanos na mesma proporção em que se ofertam tecnologias leves, como a já citada empatia e a humanização das relações, além da atenção integral à saúde, havendo estratégias já bem estudadas e desenvolvidas capazes de reduzir custos e ainda promover melhor qualidade de saúde ao profissional. A empresa comprometida com qualidade de vida permanece em evidência.  

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Larissa Cristiane Vaz Gomes - Médica de Família e Comunidade CRM-SC 19197 / RQE 13690 - Formada em Medicina pela Faculdade Evangélica do Paraná, Especialista em Medicina de Família e Comunidade pelo programa de Residência Médica da Secretaria Municipal de Saúde de Curitiba, com especialização nas áreas de Oncologia e Cuidados Paliativos pela Universidade Positivo e Preceptoria de Residência Médica pelo Hospital Alemão Oswaldo Cruz.

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Chocolate com Leite da Vovó – 1kg

 

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Mistura para preparo de Chocolate com Leite – Solúvel

MODO DE PREAPRO: Colocar 1 parte do Chocolate com Leite da Vovó para 2 partes de água quente (em volume).

Conservar em local seco e arejado. Após aberta a embalagem, consumir em até 30 dias.

RENDIMENTO: 50g do produto prepara até 200ml de bebida.

INGREDIENTES: alimento em pó à base de glucose e soro de leite (xarope de glucose, soro de leite, gordura vegetal, leite desnatado, emulcificante monoediglicerídeos de ácidos graxos (INS 471), mistura para chocolate com leite (açúcar, composto lácteo com gordura vegetal sabor de leite, leite em pó integral, cacau em pó, soro de leite em pó, maltodextrina, sal, espessantes carboximetilcelulose sódica e goma xantana, antiumectante dióxido de silício e aromatizante sintético idêntico ao natural), base para chocolate (açúcar, cacau, sal, corante caramelo, espessantes goma guar e carragena e aromatizante sintético idêntico ao natural), leite em pó, maltodextrina, cacau lecitinado, fosfato tricálcico e sal.

NÃO CONTÉM GLÚTEN
ALÉRGICOS: ESTE PRODUTO CONTÉM LEITE E DERIVADOS DE LEITE
CONTÉM LACTOSE
JÁ ADOÇADO

 

Para saber mais sobre os Produtos Alimentícios Düpót Ltda:

Entre em contato através do contato@dupot.com.br

Oferecimento da Seção Economia

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Economia

Negócio

Tecnologia promove revolução na produção de alimentos congelados

Por Atila Caparroz

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A tecnologia fez grandes mudanças em diversas áreas ao longo das últimas décadas. Não poderia ser diferente na indústria alimentícia com suas inovações com o objetivo de aumentar a produtividade, reduzir o desperdício e promover o consumo consciente dos alimentos. Uma das principais revoluções que ela provocou na cozinha foi na produção de alimentos congelados. Se antes eles eram sinônimos de qualidade duvidosa, hoje são a nova tendência do mercado.

Os alimentos congelados saudáveis estão em ascensão justamente por oferecer praticidade e ainda não interferir na qualidade dos mesmos. Tudo isso é resultado da mudança de hábitos do brasileiro e de seu poder aquisitivo. Esse tipo de refeição ajuda na economia de tempo, elimina tarefas cansativas e reduz o desperdício de comida. 

Essa tendência vem acompanhada de uma grande oportunidade para as empresas do ramo se atualizarem e ampliarem seu mercado consumidor. Além disso, ela coincide com a popularidade de dietas vegetarianas, veganas, sem glúten ou restritivas.

Produzir alimentos congelados de qualidade tornou-se possível graças à tecnologia. Com os equipamentos certos e técnicas de conservação, restaurantes, resorts e marcas de produtos congelados conseguem congelar alimentos pré-cozidos em grande escala sem afetar a qualidade, mantendo seus nutrientes, sabor e textura.

Outro ganho que os alimentos congelados tiveram com a tecnologia foi a segurança alimentar. Os equipamentos modernos que resfriam ou congelam os produtos possuem técnicas que asseguram a qualidade dos produtos. Sem contar que aumenta a produtividade dentro da cozinha e a vida útil do alimento, reduzindo o desperdício.

A tecnologia dentro das cozinhas profissionais

A revolução na produção de alimentos congelados aconteceu graças aos equipamentos tecnológicos que hoje estão à disposição das cozinhas profissionais: os resfriadores e ultracongeladores modernos transformaram o setor de food service.

Com a linha de resfriadores e ultracongeladores Irinox, o alimento não sofre alteração no gosto ou na textura e proporciona comida sempre fresca e com qualidade. É possível resfriar ou congelar qualquer tipo de alimento - de frutas à pratos completos pré-cozidos. 

Confira como eles funcionam:

Multifuncionais

Os equipamento multifuncionais possuem mais de 8 aplicações distintas e ainda contam com exclusiva tecnologia de resfriamento: a câmara atinge de +85ºC a -40ºC, garantindo a qualidade e o frescor dos alimentos.

Entre os seus principais benefícios estão:

Resfriamento a +30ºC no núcleo do alimento em até 90 minutos.

Congelamento a -18ºC núcleo do alimento em até 240 minutos.

Preserva todas as características do alimento.

Fermentação controlada.

Pasteurização com controle preciso de temperatura.

Possui ciclos específicos para confeitaria e chocolate.

Regenera e conserva a temperatura que desejar.

Descongela de forma adequada em menos tempo.

Alta produtividade com baixo consumo de energia.

Disponível em diversos tamanhos para atender aos mais variados volumes de produção.

Convencionais

Os resfriadores da Engefood resfriam e congelam os alimentos atingindo o núcleo de até +3ºC ou -18ºC, atravessando rapidamente a faixa de temperatura de +90ºC a +70ºC, o que garante a qualidade e o aspecto perfeito dos produtos. Tecnologia indispensável para processos Cook Chill e Cook Freeze.

Entre os seus principais benefícios estão:

Resfriamento a +3ºC no núcleo do alimento em até 90 minutos.

Congelamento a -18ºC núcleo do alimento em até 240 minutos.

Preserva todas as características do alimento.

Alta produtividade com baixo consumo de energia.

Disponível em diversos tamanhos para atender aos mais variados volumes de produção.

Conservadores

Os equipamentos de conservação são projetados para receber os alimentos já na temperatura adequada. Sua função principal é a manutenção dessa temperatura pelo tempo que for necessário.

Entre os seus principais benefícios estão:

Solução com umidade controlada, principalmente para produtos de confeitaria e chocolate.

Para outros produtos específicos, é importante verificar o controle de umidade.

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Atila Caparroz - Gerente de Pesquisa e Desenvolvimento, da Engefood

MERCADO EM MOVIMENTO

Engefood inova e traz soluções para o Mercado Food Service: a Uniamo

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Desde1991, a Engefood busca melhorar as cozinhas do Brasil, tornando-as mais produtivas, seguras e econômicas por meio da tecnologia.

Pioneira no segmento de equipamentos de cozinha industrial e sempre procurando desenvolver ideias, técnicas e tecnologias para melhorar a produção de alimentos no Brasil, a Engefood começa um novo projeto, a Uniamo!

A Uniamo é a união da tecnologia a natureza, da inovação com a qualidade e da economia com a sustentabilidade.

Negócio em Alimentação

Tempos Incertos - Por que os bares e restaurantes devem conhecer mais sobre saúde financeira

Por Francisco Assis

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Como o tema sugere, vivemos em tempos incertos, não só o Brasil, mas também no mundo, estamos de joelhos diante de uma pandemia já há um ano.

Essa situação é global e no caso do Brasil, atinge muitos setores da economia e, quando se fala no setor de bares e restaurantes, o estrago é ainda maior, seja porque muitos já vinham tentando se recuperar desde 2015, e agora, por conta de diversas restrições levando em consideração o isolamento social principalmente, parece que a conta parou de fechar e mais ainda, parece um pesadelo sem fim.

Não é somente em tempos incertos que devemos nos preocupar e conhecer mais sobre saúde financeira, mas a qualquer tempo ou situação, devemos saber pelo menos o básico. Não só a saúde financeira da empresa, mas também, você empresário de qualquer setor, precisa aprender a administrar a sua saúde financeira também.

Eu sempre falo para os meus clientes de consultoria, quando faço a reestruturação financeira de suas empresas: se a sua empresa vai bem, você também vai. Se você vai bem, a sua empresa tende a ir pelo mesmo caminho. É uma engrenagem, se você não administrar bem as suas finanças pessoais, tende a sangrar as finanças da sua empresa.

Não faça do caixa da sua empresa, o seu caixa eletrônico.

Preparei algumas dicas para que você possa fazer uma boa gestão financeira da sua empresa, e assim, tenha a oportunidade de passar momentos como esse, não de forma tranquila, mas de forma um pouco menos traumática.

Não tem receita pronta, cada caso é um caso, cada empresa tem suas particularidades, mas o básico vale para todos. Se aplicar alguns conceitos como exemplifico abaixo, verá que é possível administrar o seu caixa para que a empresa “sobreviva” a momentos de turbulência.

Vamos levantar alguns pontos:

Qual a importância da estrutura financeira?

A estrutura financeira também é essencial para embasar tomadas de decisão a respeito do futuro da organização.

Existem alguns preceitos básicos para atingir esses objetivos:

1 - Não gastar mais do que o que há disponível de recursos atualmente (considerando também despesas financeiras oriundas de financiamentos);

2 - Garantir que as informações obtidas estejam corretas;

3 - Realizar investimentos que estejam alinhados com as estratégias

Pró-labore

O valor que os sócios recebem da empresa por trabalhar, é o pró-labore, em latim o termo significa “pelo trabalho”. Este valor deve ser definido com base em critérios justos e de comum acordo entre todos os demais sócios. Abaixo, algumas dicas de como definir o pró-labore de cada sócio:

definir quais são as responsabilidade e atividades que o sócio realiza na empresa;

realizar uma pesquisa no mercado e descobrir qual é a média de salário de um profissional que faça as mesmas atividades do sócio;

definir o valor do pró-labore do sócio baseado na média salarial do mercado;

programar e considerar no fluxo de caixa da empresa o pagamento deste valor todo mês, como se fosse o salário de outro funcionário qualquer;

Verificar o planejamento tributário da entidade para considerar o efeito dos encargos sobre o pró-labore.

Formação do Preço de Vendas

A formulação do Preço de Venda é um fator que influencia diretamente o cliente em suas decisões de compra, principalmente em mercados com um grande número de concorrentes. Com preços muito altos, sua empresa pode afugentar os clientes e perder mercado. Com preços muito baixos, a organização pode sofrer prejuízos pela venda de produtos, mercadorias e serviços abaixo do valor mínimo para cobrir custos e despesas. As empresas precisam ter certeza de que estão oferecendo a melhor oferta sem perder a lucratividade.

Existem diversos métodos de formação do preço de venda. Todavia, as regras básicas da composição do preço são:

Formação de preço deve cobrir custos e despesas (por isso é importante saber como calcular o custo de um produto);

Para baixar preços, a maneira mais eficaz é reduzir custos;

A formulação de preços deve ser revisada com frequência para garantir que esteja refletindo a dinâmica de custo, demanda do mercado, resposta à concorrência e objetivos de lucro.

Os principais tipos de precificação de produtos são:

Precificação baseada em custos;

Precificação baseada na concorrência;

Precificação baseada na demanda.

Despesas Pessoais “vs” Despesas Empresariais

A situação é a seguinte: Uma empresa familiar e os donos têm um hábito que deixa qualquer profissional do financeiro de cabelo em pé: eles levam as contas pessoais para serem pagas na empresa ou solicitam com frequência retiradas do caixa. O cenário, por mais descabido que possa parecer para quem trabalha com finanças, é muito comum em negócios familiares, misturar finanças pessoais com as empresariais podem levar a armadilhas.

Cedo ou tarde, não saber como separar as despesas pessoais das contas da empresa (ou a importância de se fazer isso) acabará dando aos sócios muita dor de cabeça. Por exemplo: como saber o quanto de dinheiro pode ser retirado do caixa da empresa para remunerar os sócios? Como trabalhar com a distribuição de lucros (Lucro da empresa x Lucro dos sócios) como uma das saídas para esse problema? 

Para dar relevância do assunto, temos 3 pontos para abordar:

1 - Os resultados da empresa serão mascarados. Com isso, nunca se terá a certeza de como o negócio está indo, o que será péssimo para a sobrevivência da empresa. O empresário pode achar que os negócios estão de vento em poupa, mas na primeira crise o caixa não consegue dar conta do recado e a empresa acaba se afundando em dívidas.

2 - Por si só o primeiro ponto já merece muita atenção, mas se isso não convencer os proprietários do negócio, que tal tocar no Leão? Como você sabe, não se deve misturar patrimônio da pessoa física com o da pessoa jurídica.

3 - E como fica o preço de venda? Se não é possível saber corretamente as receitas e as despesas, como a empresa conseguirá estabelecer o valor adequado dos seus produtos ou serviços para o mercado? Pois é! Quando a pessoa jurídica e a física se misturam, as chances de se determinar um preço de venda fora da realidade aumentam consideravelmente

Provisão de Despesas

Com a organização financeira da empresa, é possível implementar a provisão de despesas e assim montar um caixa para algumas contas que certamente terá que pagar.

O que podemos seguir como Provisão:

Provisão para Imposto de Renda

Provisão de Décimo Terceiro

Provisões da Folha de Pagamento

Provisão de Rescisão

Provisão de Férias

Seguros

Despesas com Manutenção

Provisionamento financeiro tem a ver com deixar sua empresa preparada para acontecimentos que você tem certeza que ocorrerão no futuro (como a dispensa dos funcionários por exemplo).

Então falamos basicamente aqui, de 5 temas básicos, mas de muita importância para a gestão financeira do seu bar ou restaurante. Tendo esses conceitos bem claros e aplicados, podemos ir para uma próxima conversa sobre Fluxo de Caixa e DRE.

Até a próxima.

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Francisco Assis - Formado em Administração de Empresas e Análise de Sistemas pela FASP, MBA em Controladoria pela Uninove, Especialização em Administração Financeira pelo Senac, carreira desenvolvida com foco em finanças e controladoria, como Controller, passou por empresas nacionais e multinacionais, atua a mais de 15 anos em finanças para foodservice, consultor financeiro e empreendedor, proprietário da FF Serviços e Planejamento Financeiro - Consultoria especializada em reestruturação, gestão financeira e BPO, membro do BNI.

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Carnes fracionadas e embaladas a vácuo para restaurantes

A Chef Meat quer somar junto com seu negócio.

Queremos oferecer mais praticidade para sua cozinha, somos um açougue que está inovando o modo como vendemos nossos produtos, agregando valor a uma simples compra de carne.

Trabalhamos com produtos frescos com chegada de bois de segunda e quinta-feira, nossos profissionais são qualificados e prezamos pela qualidade que você vai colocar na mesa do cliente.

Nosso principal diferencial são as embalagens a vácuo fracionadas para sua necessidade, assim facilita o seu controle, sua organização fica mais prática, evita desperdícios, facilita o trabalho do cozinheiro, fazendo você ganhar em diversos sentidos.

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Restaurantes vacinados

Por José Aurélio Claro Lopes

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Depois da pandemia passar e o fluxo das energias voltar, uma loja de alimentação pode ter uma outra vida, desta vez vacinada contra os sustos de novas crises e epidemias. Inicialmente se entende que as vacinas só fazem efeito em corpos ativos e assim é preciso manter o exercício e a forma. O pior erro é parar no tempo, esperando os dias ruins passarem, porque é desse jeito que um corpo enfraquece.

Um tratamento para cada paciente

A vacina para o novo restaurante será em várias doses e a melhor forma de prever suas aplicações é com planejamento. Com um plano de ação se aborda uma longa lista de temas renovados dentro do programa operacional, da estrutura possível, da montagem da equipe, dos cardápios e controles. Para isso se conta com um consultor, seu melhor parceiro nos momentos de mudança, e sua longa lista de tópicos.

A imunização sem medo

Muitas empresas se fortalecem pelos resultados de seus próprios experimentos, como a Google, Uber, Mac Donalds e muitas outras. Cada experimento que o corpo aceita ou rejeita deriva de testes e ajustes, onde a sensibilidade e a paciência são fundamentais. Num restaurante Green, por exemplo, alguns pratos sem expressão de venda no lançamento, foram ajustados, deram a volta por cima e passaram a líderar em sua categoria. E sem concorrência.

O diagnóstico pode ser o mesmo

A fórmula mais antiga e ainda interessante é o alinhamento dos 4 Ps. Ponto. Produto, Preço e Promoção.

. Ponto  - O melhor ponto é aquele com grande movimento de pessoas em sua calçada. Quando o movimento de carros também é grande, precisa-se de estacionamento.

. Produtos - Dentro de uma mesma raiz, preparar os cardápios para consumo local, de take way e delivery. Ingredientes de boa qualidade e pratos bem servidos.

. Preços -  Em tempos de concorrência, a menor margem leva a um movimento maior. Quando existem flutuações no movimento compensar com promoções.

. Promoção - Valorizar os produtos, serviços e eventos pelas redes sociais. Criar alternativas ocasionais com horários diferentes.

As respostas agora são diferentes

O ponto e a promoção se relacionam e quando um é mais fraco o outro pode compensar. Bons pontos são normalmente caros, pesam nos custos e nem sempre se garantem. Por outro lado, um ou outro ponto mais fraco, pode ser compensado com forte atuação nas redes sociais. Considere-se que é um trabalho agregado, com custos permanentes, que precisa de pessoal fixo, renovação e conteúdo.

A sustentabilidade é sem efeitos colaterais

Para operar na linha Green de produtos naturais e preços honestos, a pesquisa de produtores familiares é fundamental, ainda mais quando ambas as partes aprendem em reciprocidade. Os vegetais da época por exemplo, são mais gostosos, tem mais nutrientes, aguentam mais tempo e ficam mais baratos. É mais uma dose da vacina que fortalece o novo corpo.

Tudo junto e misturado

Os protocolos de atendimento aos poucos ficam mais limpos e simples, seja no salão, no delivery e no take away. Os cardápios evoluem conforme as estações do ano, com a mesma raiz e detalhes dedicados a cada atendimento. As lojas de alimentação com produtos para o dia todo, estão mais rentáveis que os restaurantes que só operam para almoço e jantar.

Pronto para uma nova aventura

Mesmo tomando seus trancos por fora, a nova loja de alimentação resiste com mais força, por seus produtos, clientes, fornecedores, equipe, vizinhos e até concorrentes. A força maior vem de dentro, do espírito que gera cada ação e dirige cada jornada para um mundo melhor.

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José Aurélio Claro Lopes
Diretor na Precx Consultoria em Alimentação Ltda.

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Empresário - José Sevieri Colunista MN

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Seção Marketing

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Marketing

Indústria

Consumo do cafezinho em alta mesmo com as restrições impostas pela pandemia.

Maria Carolina Freire Roberto de Lima

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Estamos no meio de uma pandemia, dias sem fim confinados em nossas casas, mas sem perder a esperança a gente acorda, e faz café!

Não sabemos o que teremos no futuro, vivemos momentos indecisos, mas, todos os dias, nos mesmos horários, tomamos nosso cafezinho.
O cafezinho, o acordar, mesmo sem pandemia, representa a vitória de ainda estar vivo.

Acender o fogo, esquentar a água e coar o café enquanto olhamos para o nada é reconfortante.

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Fazer café é um ritual, e os rituais aliviam o estresse, eles representam a estabilidade em um mundo incerto.

As pessoas que não estão na linha de frente de trabalho da pandemia estão em casa. Passam as manhãs de pijamas, trocaram o “Look do Dia pelo Coffee do Dia” e essa é a ordem da vez.

De manhã um coadinho para acordar de mansinho.

Depois do almoço um espresso para dar um shot no humor.

Em momentos de estresse a gente grita: “Coffee me, Baby!” e toma mais um golinho.

Cada um a seu jeito, enquanto chora ou ri, prepara seu café. Talvez, a única certeza em um momento tão incerto.

E assim a gente foi, de grão em grão, nos agarrando no que sobrou da nossa velha rotina de um passado recente: o nosso bom e velho amigo, o cafezinho!

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Maria Carolina Freire Roberto de Lima - Fundadora e proprietária da marca de café especial “Café da Condessa”. Arquiteta de formação, que depois se tornou produtora de moda, hoje usa seu estilo pessoal e sensibilidade para inovar em sua marca de café. Vive em mundos paralelos: metrópole e roça, e entre um cafezinho e outro estuda filosofia. Liderança, gestão de negócios e inovação disruptiva são seus pontos fortes.

Mercado

ESTÍMULO E DEMANDA:

ESTRATÉGIAS QUE AS INDÚSTRIAS PODEM ADOTAR PARA APROXIMAÇÃO COM FOOD SERVICE

Por Cecilia Avila Martins

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CENÁRIO QUE PREOCUPA A TODOS E IMPACTA A ECONOMIA DE FORMA RELEVANTE

Quem poderia imaginar que o setor de Food Service, que crescia há mais de 20 anos, acima do PIB e do varejo (média de crescimento de 2 dígitos nos últimos 15 anos), fosse tão afetado por um fator externo e de forma tão intensa? O Food Service, mesmo com toda instabilidade econômica, sempre apresentou taxas relevantes de crescimento no Brasil, sendo uma das grandes avenidas de investimento e aposta de grandes empresas (indústrias e redes de alimentação, nacionais e internacionais).

Segundo dados da ABIA -  Associação Brasileira da Indústria de Alimentos, o faturamento total da indústria de alimentos no país movimentou, em 2019, em torno de R$ 560 bilhões. Um crescimento de 6,3% em relação a 2018.

Estima-se que o Food Service participe com um percentual entre 35% e 38% deste valor, representando, em média, 2,9% do PIB brasileiro neste período (estimativa: IFB - Instituto Food Service Brasil).

O Brasil está entre os Top 5 mercados de Food Service do mundo, com mais de 1,3 milhão de estabelecimentos e empregava, no início de 2020, mais de 6 milhões de pessoas diretamente.

Estamos vivendo a segunda onda. E, nosso setor, que chegou a comemorar uma reação no último trimestre de 2020, mas ainda impactado pelos resultados difíceis do ano passado, sente mais uma vez a queda abrupta no seu faturamento e fica sem fôlego. As últimas notícias de prorrogação de isolamento e medidas de restrição, tentando conter a onda impressionante de contaminação e mortes por COVID-19, como o governo de São Paulo, que prorrogou até meados de abril, restringindo as modalidades de entrega apenas para o delivery, trouxe ainda mais preocupação ao setor.  Delivery, drive-thru e take away representam apenas cerca de 50% do faturamento dos restaurantes, o que ajudou na recuperação de parte das perdas no período. Já em setores como cafeterias, onde temos basicamente micros e pequenas empresas, estima-se que cerca de 30% fechem as portas. O delivery não funciona para as cafeterias.

Pelo cenário atual, o mês de abril deve ter um impacto ainda mais difícil desde o começo da segunda onda da doença. O efeito e os impactos serão sentidos por um bom período e terão que ser analisados pós-isolamento, para termos uma visão exata do cenário. Uma coisa é certa: será preciso um esforço conjunto de todos os elos da cadeia para sua recuperação e retorno ao crescimento, contribuindo para a recuperação da economia brasileira.

Novas medidas econômicas são aguardadas e urgentes por parte do poder público. Algumas instituições financeiras, como Nubank e Caixa Econômica, anunciam financiamento para capital de giro, mas muitos já queimaram essa opção.

E O FUTURO?

De acordo com o Fundo Monetário Internacional (FMI), esta é a pior crise desde a Grande Depressão, que abalou mercados na década de 1930, com a economia global contraindo-se em 3% este ano.

O relatório mostra que categorias como turismo, alimentação fora de casa, bebidas alcoólicas e produtos para viagens estão sofrendo grandes impactos econômicos no mundo todo.

Algumas categorias ganharam força neste período, como produtos de higiene e limpeza para a casa (crescimento de até 15%), alimentos comprados em supermercado (aumento entre 15% a 30%); entretenimento em casa, como streaming e internet (crescimento de 15%). Serviços como Zoom, Skype e Hangout Google disparam em número de usuários e contas ativas

Muitos estudos estão sendo realizados para estimar os impactos da economia durante e pós- COVID. Em um estudo no Fórum Econômico Mundial, feito na região composta por países da Associação de Nações do Sudeste Asiático (ASEAN), que deve apresentar queda de 1% no PIB em 2020. Caso a pandemia seja controlada até abril de 2021, a perspectiva é de crescimento em torno de 5% para este ano. Que seria excelente!

UNINDO ESFORÇOS PARA A RETOMADA:

Acredito que, com as boas perspectivas de vacinação, podemos considerar que, mesmo com os impactos econômicos que teremos, nossa realidade no setor de Food Service deve ser de retomada e a cadeia toda se beneficia com o crescimento do setor.

Para isto, será necessário um esforço conjunto da indústria e do operador de Food Service, passando pelo intermediário de distribuição (distribuidores e Cash&Carry).

Será importante entender rapidamente as novas tendências e seus impactos, e buscar, de forma conjunta, a criação de ferramentas que possam acelerar este crescimento.

1. DELIVERY SE MANTERÁ EM ALTA

É fato que as pessoas estão mais em casa, como também é verdade a necessidade de equilibrar diversas tarefas: trabalhar, cuidar da casa, da alimentação, dos filhos, da escolas dos filhos e, principalmente, conviver com o estresse que toda esta rotina impôs. E, de preferência, não devem sair... Estamos cada vez mais atarefados, principalmente dentro de casa.

Mesmo na retomada, o home office deve ser mantido como forma de trabalho, pelo menos parcialmente. Preparar o alimento diariamente é uma tarefa que demanda tempo e habilidade. Neste cenário, cresce a tendência de pratos do dia a dia, via delivery, uma das poucas tarefas que conseguimos terceirizar. Antes o delivery era uma alternativa para incrementar o faturamento de um estabelecimento. Mesmo após o isolamento, ele passa a ter um papel protagonista para a operação do operador.

Oportunidades: embalagens alternativas que conservem melhor o alimento e que sejam recicláveis; venda de matérias-primas porcionadas e padronizadas (especialmente proteínas); ações promocionais entre indústria e operador para a fidelização de marcas junto do consumidor (cross-merchandising).

2. MAIS SAUDABILIDADE E SUSTENTABILIDADE

A busca por alternativas mais saudáveis e sustentáveis é uma realidade sem volta, do ponto de vista do novo consumidor, seja num carro elétrico, em indústria zero carbono, zero trans ou em alimentos mais naturais.

Existe uma boa discussão, que passa por duas tendências que parecem antagônicas: como atender às tendências de um modelo ambiental e socialmente responsável, num formato economicamente viável. De uma forma geral, existe um público disposto a pagar mais por aquilo que deseja, se atender a tendências de maior sustentabilidade e saudabilidade.

OPORTUNIDADES: para atender esta tendência, ter fornecimento de ingredientes por parte da indústria que está no início da cadeia de abastecimento é determinante. Alternativas, como:

1. Ser livre de glúten.

2. Ser livre do sódio.

3. Ter baixo teor de açúcar refinado.

4. Ser livre de agrotóxicos – orgânicos apresentaram crescimento de 26% segundo o Conselho Brasileiro da Produção Orgânica e Sustentável.

5. Ter rastreabilidade.

6. Ser sustentável – conceito lixo zero.

3. OMINICHANNEL - Canais de vendas

As transações comerciais mudaram: seja o pedido feito pelo consumidor, com delivery; seja do dono do restaurante ou o comprador na compra de ingredientes e embalagens. Uma realidade da pandemia é que as equipes foram reduzidas e o foco está na eficiência operacional. O tempo passa a ser ainda mais valioso. Imprescindível estar onde seu cliente quer te encontrar. Seja em rede sociais, mensageiros, site, aplicativo próprio, marketplace, aplicativos, telefone ou pedido presencial. Hoje em dia, esses são os principais canais de vendas para quem opera no Food Service. Até pequenos operadores já englobam esses canais, recebendo pedidos por todas essas vias. Por que não a indústria?

Quem não se atualizar, permitindo negociações em plataformas, e se reinventando na crise, poderá perder sua fatia de mercado nos próximos anos.

Já existem indústrias multinacionais se preparando para colocar 100% (falo 100%) de suas vendas on-line para distribuidores e clientes diretos no segmento de Food Service.

OPORTUNIDADE: estabelecer forte relacionamento técnico e interpessoal na identificação de oportunidades e investir na criação das plataformas automatizadas de venda e precificação, baseados em abastecimento (periódico), favorecendo fidelidade na relacionamento, gerando valor na cadeia e otimizando o tempo do operador.

4. INFORMAÇÃO – trabalho conjunto para gerar fidelidade

Anteriormente à pandemia, os pedidos por meio de aplicativos representavam cerca de 30% das vendas de alguns estabelecimentos. Este número subiu para 70%, mesmo em momentos onde não havia mais necessidade de isolamento. Claro que um novo equilíbrio deve ocorrer pós-pandemia, mas as plataformas foram criadas e o consumidor também se habituou à disponibilidade (o novo modelo das dark kitchens ajudou muito...).

Estes novos clientes digitais permitiram um enorme fluxo de dados, como: nome, e-mail, telefone, endereço, hábitos de consumo, idade, ticket médio, preferências, hábitos de consumo, enfim...

De repente, os consumidores passaram a ser "visíveis" na cadeia. Isto permite um novo formato de interação e relacionamento com estes consumidores que antes eram anônimos.

OPORTUNIDADE: existe uma grande avenida de oportunidades, onde indústria e operadores estabeleçam uma forte parceria, no sentido de aproveitar investimentos robustos feitos em CRM, para promover a fidelização de suas marcas de uma forma conjunta, criando novas ocasiões e consumo, promovendo a fidelização e transformando consumidores em promotores de suas marcas.

Há mais de 20 anos, o Food Service é e continuará sendo uma grande alavanca de crescimento na indústria de embalagens e alimentos, geração de empregos e empreendedorismo no mundo. A relação comercial entre fornecedor – cliente neste setor é baseada em parceria e confiança, favorecendo relacionamentos duradouros. Com o fechamento de alguns estabelecimentos do setor, sejam operadores, distribuidores ou indústrias, além do desinvestimento por parte de algumas indústrias (pequenas, médias e multinacionais), quem estiver bem estruturado e preparado para esta nova retomada, que acontecerá num futuro bastante próximo, com certeza, terá mais chances de aproveitar as oportunidades. E vamos celebrar!

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Cecilia Avila Martins - 30 anos de atuação em gerência e diretoria de companhias de grande porte, como: Unilever, Grupo Lactalis, Bunge, Dawn Foods Global, Nestle do Brasil e Vigor. Sua vivência como Country Manager, Idealizadora e Diretora de unidade de Negócios, e tedo trabalhado nas áreas de Qualidade, Desenvolvimento de Produtos, Trade Marketing, Marketing e Vendas, foi responsável pelo seu mindset estratégico e sua criatividade voltada para resultados, além do conhecimento único sobre o mercado. Apaixonada pelo Food Service, com diversas licenças e certificados no Brasil e no exterior, tendo como destaque o mestrado na Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), em Cereais e Panificação, e o MBA em Marketing, realizado na Universidade de São Paulo (USP). Hoje, atua como consultora especializada no segmento Food Service e B2B.

Seção Acontece - Mercado

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Agenda

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AGENDA 2021

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Mais de 35.000 Profissionais recebem Notícias e Informações através do nosso Portal Marketing Nutricional e de nossas ações de divulgação do que irá acontecer durante o ano.

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Nutricionistas, Chefs, Gerentes, Confeiteiros, Cozinheiros, Proprietários de Restaurantes que procuram por novidades, conhecimento e atualização, acompanhem os Cursos e Eventos para os profissionais do segmento.

Vocês poderão através de uma pequena e simples pesquisa na Agenda do Portal Marketing Nutricional conferir o que acontece no seu mercado e os Cursos . Eventos e Feiras que desejam participar.

MERCADO DE ALIMENTAÇÃO 2021 - Feiras, Cursos e Congressos

 

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Quer saber mais!contato

Seção SND Hospitalar

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SND Hospitalar

HUMANIZAÇÃO NAS EQUIPES DO SERVIÇO DE NUTRIÇÃO

Por Marisa Resende

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Segundo a definição do dicionário:

Humanização é a ação ou efeito de humanizar, de tornar humano ou mais humano, tornar benévolo, tornar afável.

Nunca foi tão importante falar sobre humanização.

Nos últimos anos, grande parte dos setores, especialmente da saúde, passaram por diversas mudanças tecnológicas. Novos exames, ferramentas, insumos e instrumentos foram aperfeiçoados na busca de maior eficiência em todos os processos. No entanto, ao passo que as tecnologias evoluíram, as relações interpessoais, a comunicação e os vínculos foram deixados de lado.

Em um mundo imerso em insegurança e medo, trabalhar a humanização nas equipes, sobretudo nas equipes operacionais, é de extrema importância.

A Humanização sempre foi muito difundida nas instituições de saúde, onde práticas como: entender o sofrimento do paciente, visar sempre sua satisfação, cuidado com empatia e respeito às diferenças.

No último ano, com toda a mudança que a pandemia nos trouxe, ficou mais evidente que os preceitos de humanização não devem ser difundidos somente para o atendimento dos clientes/pacientes, mas também aos colaboradores.

Com o passar do tempo, acompanhamos a evolução da visão das organizações quanto ao seu capital mais importante - o capital humano.

Na área de saúde, quando se trata de equipes de apoio como o SND, pode parecer clichê, mas cuidar de quem cuida é fundamental, em especial neste tempo de quarentena.

A humanização traz vantagens para os colaboradores e também para a Instituição.
Um estudo realizado na USP São Carlos revela que empresas humanizadas podem alcançar mais que o dobro de rentabilidade financeira em um período de 4 a 16 anos. Estes resultados otimistas devem incentivar mais organizações.

Nesta pandemia, ficou muito claro que as ações para promover a humanização no ambiente de trabalho devem ser valorizadas. Empresas de todos os tamanhos e seguimentos vem investindo em práticas que colocam o ser humano como uma das prioridades. Normalmente essas empesas:

◆ Visam um propósito que vai além do dinheiro.
◆ Mais tempo de treinamento e capacitação dos colaboradores.
◆ Maior retenção dos colaboradores. Empresas que atuam com base no modelo de humanização no trabalho geralmente têm taxas bem inferiores de rotatividade do que as que utilizam os modelos tradicionais.
◆ Contratam profissionais alinhados a cultura e que sejam apaixonados pela empresa.

Nunca se fez tão necessário a prática da empatia.

A empatia cria relações profissionais honestas e uma gestão mais humanizada, já que o gestor procura entender sua equipe e ter uma leitura mais adequada do ambiente de trabalho. Isso gera engajamento e maior possibilidade dos objetivos dentro do planejamento estratégico serem alcançados.

Adotar uma gestão humanizada, depende de algumas ações do gestor:

O primeiro passo para esta mudança deve ser dado pelas lideranças. É o líder que precisa se convencer da importância de adotá-la para colocar a humanização em prática.

O líder humanizado trabalha atento às necessidades de todos e exercita a sabedoria de equilibrar necessidades, desejos, demandas, capacidades e recursos.

Por fim, é importante ressaltar que a gestão humanizada tem um lugar importante no atual momento mundial e por toda transformação pela qual as empresas estão passando. Mais que nunca é hora do olhar com empatia e cuidar uns dos outros.

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Marisa Resende Coutinho
Gerente de Nutrição do Grupo Santa Joana
Graduada em Nutrição pela Universidade Federal de Ouro Preto
Especialista em Nutrição Clínica pelo Centro Universitário São Camilo. MBA em Gestão de Serviços de Saúde. Vasta experiência em processos de Qualidade nas áreas de Nutrição e Hotelaria, com implantação e gerenciamento conforme certificações internacionais Qmentum e Joint Comission

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Alimento Seguro


Protocolos e Processos - Implantação para Restaurantes e Bares que estão no Sistema Delivery

Por Thais Tami

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Como um dos setores mais afetados pela crise da Covid-19, o food service terá regras muito rígidas para promoção do retorno gradual de suas atividades. A premissa certamente, é assegurar que a população possa voltar a frequentar bares, restaurantes, lanchonetes, cafés e toda a cadeia de alimentação fora do lar com a garantia das condições higiênico-sanitárias dos estabelecimentos.

Porém, enquanto isso não acontece as empresas se mantém sobrevivendo do delivery de refeições. Isso não significa que as regras são mais flexíveis, mas diferentes do formato presencial.

Quando falamos em delivery, pensamos apenas no momento final do processo, a entrega do alimento ao cliente, e esquecemos que existem equipes responsáveis pelo preparo, pela higiene das instalações, pelo cuidado com a embalagem. E esses processos também precisam ser respeitados pelos protocolos exigidos.

✦ O RECEBIMENTO das mercadorias

Forma segura e correta no recebimento: verificação da validade e condições da embalagem, verificação da temperatura (no caso de alimentos perecíveis), distanciamento social, utilização de máscaras, não compartilhar canetas e outros objetos, utilização de álcool em gel.

✦ O ARMAZENAMENTO dos alimentos recebidos

Forma segura e correta no armazenamento: utilizar o método PVPS (primeiro que vence, primeiro que sai), retirar as embalagens secundárias (fardos) e na impossibilidade deste procedimento higienizar com álcool líquido 70%, não encostar os alimentos diretamente na parede

✦ O PREPARO dos alimentos

Os alimentos devem ser preparados por colaboradores capacitados, que se utilizam de máscaras o tempo todo, separados por setores (se possível), que utilizem utensílios limpos e em bom estado de conservação.

✦ A EMBALAGEM

Os alimentos devem ser devidamente embalados, de acordo com a ficha técnica da preparação e com porções padronizadas. Os colaboradores devem utilizar luvas descartáveis, máscaras e utensílios limpos. As embalagens devem estar armazenadas em local protegido.

E finalmente, chegamos à entrega do alimento.

✦ O DELIVERY

Entregadores que façam parte do quadro de colaboradores do estabelecimento devem ser incluídos nos programas de capacitação. No caso de entregadores pertencentes às plataformas de delivery ou de empresas terceirizadas, as responsabilidades irão caber à terceira;

Recomendamos que entregadores utilizem máscaras para realizar as entregas aos clientes. No caso de entregadores pertencentes ao quadro do estabelecimento, as máscaras devem ser fornecidas pelos próprios estabelecimentos. No caso de entregadores pertencentes às plataformas de delivery ou empresas terceirizadas, a responsabilidade no fornecimento e capacitação quanto ao uso correto das máscaras cabe à plataforma ou terceirizada;

Manter embalagens protegidas e devidamente armazenadas até o seu uso;

Lacrar todos os pedidos para que não haja risco de violação e contaminação;

Os entregadores devem manter distância mínima de 1 metro do cliente no momento da entrega e a mesma distância dos colaboradores no local de espera de atendimento. Caso possível, é aconselhável destinar local próprio e demarcado para evitar aglomerações;

Os entregadores também devem lavar as mãos frequentemente. Quando não estiver disponível estrutura para lavagem das mãos, como lavatório, pode-se fazer o uso de um desinfetante para as mãos com pelo menos 70% de álcool.

Deve ser aumentada a frequência de limpeza e desinfecção de superfícies que são tocadas frequentemente, como balcões onde os alimentos são colocados, maçanetas, câmbio, volante, guidão do veículo e bolsas de transporte de alimentos, limpando as superfícies usando um spray com saneante desinfetante apropriado para esse fim (conforme instruções do rótulo).

As embalagens de transporte (térmicas popularmente conhecidas como bags) nunca devem ser colocadas diretamente no chão em nenhum momento, devido aos riscos de contaminação; Ideal verificar a integridade da bag e sua condição de higiene antes da entrega, caso esta seja fornecida pela plataforma ou empresa terceirizada, cabe a responsabilidade de orientar quanto à sua correta higienização e checar periodicamente as condições de sua conservação;

Recomendamos que os entregadores tenham acesso a dispensadores de álcool em gel 70% abastecidos para que possam higienizar as mãos, as máquinas de cartões e bags de transporte. Em caso de troco em dinheiro, recomendamos que a devolução seja feita em saco plástico para não haver contato com as mãos; Recomenda-se sempre o uso de embalagem externa (secundária) para proteção extra do invólucro principal que conterá o alimento.

Espero poder ter ajudado com esse conteúdo!

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Thais Tami - Nutricionista graduada pela Universidade Paulista (UNIP). Pós graduada pela Universidade Estácio em Vigilância Sanitária e Qualidade de Alimentos. Empresária na Kenko Assessoria Nutricional emfoco

ALIMENTOS SEGUROS

Indústrias que se destacam por seus processos na manutenção de alimentos seguros

Por Camila Volpato Cintra

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Entende-se como alimentos seguros os produtos obtidos, conservados, transportados, transformados, expostos à venda ou consumo e preparados em condições que garantam o controle de perigos e agentes de doenças ao homem. São alimentos que não apresentam riscos de causar danos à saúde do consumidor. 

Para se destacar como uma indústria que possui processos seguros considero como destaque principal a transparência, demonstrando ao consumidor final a lista de ingredientes contendo todos os itens de forma clara e objetiva, não induzindo o consumidor ao erro através de mensagens ambíguas e também rastreabilidade de todo processo, da sua origem de matéria prima ate o produto final.

Apenas transparência e rastreabilidade isoladas, não garante destaque, mas garante um controle do processo, pois a metodologia de rastreabilidade de um produto engloba diversos tipos de controles, como por exemplo, pontos críticos de controles.

Uma indústria que investe em treinamentos, também se destaca em relação à produção de alimentos seguros, pois há uma preocupação da alta direção que toda equipe tenha conhecimento de cada etapa do processo e seus pontos críticos, seguindo assim uma sistemática de melhoria continua.

Indústrias que possuem certificações, como GFSI, ISO, também se destacam na produção de alimentos seguros, pois essas possuem controles rígidos para produção de alimentos, sendo à base das certificações legislações e procedimentos operacionais determinados e implantados.

Com a constante evolução de tecnologias, o consumidor atual, consegue informações sobre o produto e processos de maneiras ágeis e conteúdos de alta qualidade, sendo ele, o principal divulgador ou critico de uma indústria de alimentos.

Na indústria não existe milagres ou mágica para produção de alimentos seguros, existem equipes qualificadas, comprometimento da alta direção e colaboradores, e principalmente transparência nos processos e atividades. Equipe bem treinada, colaboradores empenhados, procedimentos implantados se torna a estratégia perfeita para o sucesso.

Vale a pena ler de novo - Este artigo está sendo republicado com base no momento atual.

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Camila Volpato Cintra - Formada em Medicina Veterinária - Pós graduada em Qualidade e MBA em Gestão Industrial. Atuou nas maiores empresas do segmento de carnes, como Marfrig, Minerva, Jbs, Flamboia Alimentos, Ceratti e Wessel. Atualmente trabalha como consultora de BRC, palestrante, e administra treinamentos na área de Gestão de Qualidade e Certificações.

Seção Alimento Seguro

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Vigilância Sanitária

 

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Dr. Êneo Alves da Silva Jr- Traz mais informações sobre as questões Sanitárias, através destas informações você pode estar atualizando-se, informando-se e fazendo um melhor controle - Sócio/Diretor da CDL .

 

RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC Nº 331, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2019

  Dispõe sobre os padrões microbiológicos de alimentos e sua aplicação

INSTRUÇÃO NORMATIVA N° 60, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2019

Conheça as novas publicações da Anvisa:

RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC Nº 331, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2019

INSTRUÇÃO NORMATIVA N° 60, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2019

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Vigilância Sanitária

Oferecimento da Seção

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Receita

 

Molho de Cenoura e Iogurte

Chef Alexandre Ribeiro


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Ingredientes

✔ 1 copo americano de suco de laranja
✔ Adoçante a gosto
✔ 1 pote de iogurte natural
✔ 1 cenoura média ralada
✔ 4 colheres (sopa) de azeite
✔ Suco de ½ limão
✔ Pimenta-branca a gosto

Rendimento: 10 porções

 

Modo de Preparo

1. Bata no liquidificador a cenoura com o suco de laranja e o suco de limão.

2. Incorpore o restante dos ingredientes à mistura obtida.

Chef Alexandre Ribeiro,
Instagram: @alegastronomia

Torta Ópera

Chef Isaac Pessanha


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Receita:

1° Biscuit Joconde

 

Ingredientes

✔ 160 g de açúcar confeiteiro
✔ 210 g de farinha de amêndoas
✔ 360 g ovos
✔ 210 g claras
✔ 80 g de açúcar
✔ 60 g de farinha de trigo
✔ 36 g de manteiga derretida.

1- Na planetária bater o açúcar de confeiteiro a farinha de amêndoas peneirada e os  ovos, até dobrar de volume coloque em uma bacia ou bol largo e reserve enquanto bate as claras

2- Bata as claras em neve e adicione o açúcar refinado aos poucos enquanto bate as claras ( só comece adicionar o açúcar quando a clara tiver branquinha e firme quase neve )

3- Misturar a clara em neve com a primeira parte ( misture em 2 vezes a clara em neve mexendo sempre em forma de 8

4- Adicione a farinha de trigo  peneirada delicadamente mexendo com pão duro em forma de 8

5- Por último adicione a *Manteiga* derretida
Mexendo devagar para não solar a receita

Está pronto seu biscuit de amêndoas.

Obs: receitas que não levam fermento químico o emulsificantes como receitas de biscuit requer cuidado na encorporação para não solar a receita.

 

Creme manteiga

 

Ingredientes

✔ 280 g de gemas de ovos
✔ 500 g de açúcar
✔ 180 ml de água
✔ 1 Kg de manteiga

QB de extrato de café (Nescafé)

- Extrato de café
- Nescafé 50 g
- Água morna 50 g

 

Modo de Fazer

 

Procedimento
Bater as gemas na batedeira até dobrar de volume

Colocar a água e o açúcar dentro de uma
caçarola e cozinhar até 121°C (petit boulé),
após atingir a temperatura, colocar em cima
da espuma de gemas. Seguir batendo até
obter uma espuma espessa. Quando estiver
lisa e fria , adiciona a manteiga picotada e seguir
misturando. Ao final, adicionar o extrato de
café e guardar na geladeira (se for um dia de
calor)

Creme de Manteiga com Café
Pontos delicados.
A qualidade da manteiga.
Não derreter a manteiga, deve ser suave.
Ter cuidado na cocção do açúcar para o creme de manteiga.
Ter cuidado com a qualidade da manteiga, sem cheiro e de boa qualidade.(Itambé)
A quantidade de açúcar deve ser sempre menor que a de manteiga.
Para aromatizar é recomendado adicionar o extrato ou o licor para aromatizar, pouco a pouco.
Reaquecer o creme de manteiga quando esfriar para que não perca seu ponto leve.  (Uso o Licor de café Stock)

O creme de manteiga é uma das receitas mais comuns na confeitaria, serve para decorar e rechear

Montagem

Tire o papel manteiga que está envolvido na massa.

Use o fundo da forma para cortar as massas no formato ideal e tirar as bordas.

Vire do outro lado e retire o papel manteiga.

DICA: utilize um utensílio mais duro, como um levantador de bolo, para auxiliar na retirada do papel manteiga.

Coloque o primeiro biscuit amêndoas na forma de montagem, deixando para cima a parte contrária da que estava em contato com o papel manteiga.
Pincele Chocolat meio amargo para que se faça  uma capa impermeável  na primeira capa de biscuit
Quando secar deixe a parte do Chocolat para baixo

Molhe bem com café expresso utilizando um pincel.

Coloque um pouco do creme de manteiga e espalhe bem.

Leve para o congelador por 15 minutos.

Coloque o outro biscuit amêndoas, molhe com a calda de café e distribua a ganache de chocolate, espalhando bem.

Leve para o congelador por 15 minutos.
Adicione a última camada de biscuit molhe com café novamente
Adicione mais uma camada de creme de manteiga, alise bem e deixe bem reto.

Leve para o congelador por 4 horas

Adicione ganache por cima
Corte em pedaços iguais decore com a clave de Sol e está pronto.

 

Chef Isaac Pessanha,
Atua no segmento de Panificação e confeitaria há 16 anos como profissional, apesar de ser considerado um jovem de 32 anos, começei cedo. Desde os 8 anos de idade frequentando padarias. Com 15 anos, fui efetivado definitivamente como auxiliar de meu ex padrasto André Félix Padeiro; Sendo com 21 anos já uma referência no Rio de Janeiro como jovem prodigio da panificação. Com 22 anos migrei para confeitaria, trabalhei com Marcio Zanoni onde aprendi parte do que precisava para meu inicio na confeitaria. Frequentei nesse meio tempo, a escola de panificação e confeitaria da Faetec Quintino no Rio de Janeiro. Desde então, coleciono passagens em empresas conhecidas como; Casa do Pão R.J, Rede Emporio Lamego R.J, Estação do Pão R.J, Nova Belém R.J, Hotel Mirador R.J e Pastifício São Dimas em S.P Além de ser responsável na inauguração da Padaria Emporio Santa Carolina R.J, Padaria Long Beach R.J e Padaria Portugal em S.P.

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