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Trabalho em Equipe: Um desafio para o Restaurante

Como ter uma boa Equipe de Trabalho nos Serviços de Alimentação, seja em um Restaurante Comercial, uma Cozinha Industrial, SND de Hospital, um Restaurante de Hotel, uma Lanchonete, uma Padaria ou até em uma Rede de Fast Food é sempre um dos principais itens que gera preocupação.

Por Redação MN

 

Falar de trabalho em equipe é fácil. Difícil é alinhar interesses, competências e habilidades profissionais. Atualmente, uma das principais características procuradas no mercado é saber trabalhar em equipe.

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Por que, quem nunca brigou com um colega de trabalho? O sucesso do trabalho em grupo está diretamente ligado à capacidade humana de se relacionar, por isso se busca cada vez mais pessoas com forte capacidade de adaptação, flexíveis e que saibam ver no outro oportunidade de novas aprendizagens, de troca.

Lembrando que trabalhar em equipe não é apenas trabalhar em conjunto, é preciso de compartilhamento. Os resultados nunca são alcançados apenas por uma pessoa, é preciso compartilhar com o outro para chegar ao objetivo final.

Sabemos que trabalhando juntos, ficamos mais motivados e comprometidos, afinal uns dependem dos outros, e todos são responsáveis pelas falhas e pelo sucesso. Por isso, o trabalho em equipe deixa todos mais fortes. 

Nos restaurantes, o trabalho em equipe é crucial para a concretização dos objetivos traçados. Mas, como lidar com as adversidades do cotidiano profissional e manter todos confiantes, unidos e focados nos mesmos objetivos?

Primeiro passo é procurar desenvolver habilidades em equipe , dando espaço para a liderança, é gerir e motivar os colaboradores, buscando sempre o desenvolvimento do grupo e os melhores resultados.

 

Confira algumas habilidades fundamentais para se trabalhar em equipe:

 

Administrar conflitos

 É importante saber lidar com os conflitos do dia a dia no restaurante. Neste sentido, desenvolver a habilidade de conversar para esclarecer os fatos e conciliar as necessidades é sempre a melhor opção nesse momento. Assim você gera confiança e afeição da equipe.

Comunicação 

Saber valorizar a comunicação entre você e os outros colaboradores é fundamental para o trabalho em equipe. Escutar e falar na hora certa também é uma habilidade importante para que o ambiente se torne agradável e produtivo.

Confiança

 É fundamental desenvolver a confiança entre as pessoas que estão à sua volta. Gerar esse sentimento é ganhar um espaço maior na equipe, pois você sempre será o apoio de cada um e saberá quando e como contar com cada colaborador.

Comprometimento

É necessário estar comprometido e disposto a trabalhar até que os objetivos sejam alcançados. Estar todos os dias com entusiasmo e sempre motivado a continuar trabalhando, incentivando os colegas da equipe fazerem o mesmo.

Essas habilidades são formas de aprender a importância de cada gesto que você desenvolve no restaurante. Buscar líderes engajados e que consigam colocar em prática o seu trabalho em equipe é essencial para o crescimento de um serviço de alimentação.

Investir na melhoria das relações interpessoais, aprender a trabalhar em equipe é o caminho para alcançar os resultados almejados.

 

Até a próxima edição!

 

Estamos com você, trazendo novidades, informações e notícias para o seu planejamento, para sua atualização e reciclagem, trazendo as tendências, os melhores fornecedores, as legislações sanitárias, as feiras, congressos e cursos do setor, conectando você ao Mercado de Alimentação. Acompanhe-nos e compartilhe.

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Atualidade

Para Refletir

Neste momento

Agora é a hora, este é o momento.

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Tudo o mais são apenas lembranças do que foi ou uma especulação do que poderia ser. É útil olhar para trás, mas olhar para frente é muito mais revigorante. Lembre-se sempre de suas experiências e de suas tentativas do passado, porém, agora é onde você está, e agora é quando você pode fazer a diferença.

Lamentar os desejos não vai mudar o que foi ou o que será.Tome medidas agora, neste momento você pode executar o melhor de suas possibilidades.
Neste momento, quando estão acontecendo mudanças no calendário, você está lembrado da passagem do tempo. Revisando agenda passada, ações e projetos realizados ou não.

Seja qual for o mês, independentemente do ano, agora é a hora de você viver, este é o momento para que você possa agir.Você está vivendo a sua oportunidade agora.Tudo o que você pode ser, começa neste momento.
Agora é um ótimo lugar para estar, para ser e para fazer acontecer.

Este é o momento de acreditar, renovar suas energias e colocar suas ideias e projetos em execução. Neste momento tudo é possível se você tiver uma meta, um objetivo e um propósito. Aja, reaja, coloque força e energia para criar novos momentos positivos na sua vida. Pense nisso e coloque-se em ação.

Fonte: Narciso Machado

FOOD SERVICE

5 pontos estratégicos para indústrias e distribuidores de Food Service conquistarem e fidelizarem seus clientes

Por Jean Pontara da J.Pontara Inteligência no Mercado de Alimentos

 

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1° Oferta Customizada: É importante que a equipe de vendas esteja preparada tecnicamente para fazer uma oferta customizada ao cliente. É muito comum o vendedor ofertar aqueles itens de curva A ao cliente transformador, ou despejar o catálogo inteiro no cliente. Porém uma oferta customizada, considerando o cardápio do cliente como base, é muito mais assertiva.

 

2° Aplicação dos Produtos: Um Departamento de Aplicação ou de Chefs Consultores, que vai ao cliente, e ensina como melhor aplicar os produtos que vende, faz com que a empresa entregue um serviços de grande valor ao operador de food, o que tráz proximidade ao cliente e reduz as discussões de preço.

 

3° Sell Out no Ponto de Consumo: Apoiar o cliente na venda dos produtos e ingredientes comprados, é uma tarefa quase obrigatória hoje para fornecedores. Promoções em cardápios, montagem de combos, sinalização de lojas, premiação para a brigada de cozinha e salão, são algumas das ferramentas utilizadas para isso.

 

4° Logística Eficiente: A cada novo restaurante que se constrói ou reforma no Brasil, verificamos que as áreas de cozinha e estocagem ficam cada vez menores, em preferência ao salão. Com isso a frequência de compras aumentou, com pedidos menores. Ser eficiente nas entregas pode justificar ao cliente pagar alguns R$ a mais por seu produto.

 

5° Conquistar o Coração, Humanizar a relação: Construir com o cliente uma relação pessoal, sólida, não negocial apenas. Levar o cliente para dentro do fornecedor, comemorar com o cliente as datas importantes para ele, enviar mimos pessoais, promover eventos sociais, estas sao algunas dicas de como Humanizar a relação.

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Jean Pontara, Sócio da J.Pontara Inteligência no Mercado de Alimentos, especialista nos mercado de Food Service, atua a 15 anos preparando industrias e distribuidores para atuarem ou melhorarem sua performance nas vendas ao Mercado de Alimentação Fora do lar.emfoco

Mudança x Reforma Trabalhista

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Por Advogada Mikaela Santos

A Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT), lei que versa sobre os direitos trabalhistas. Foi criada em 1943, sancionada por Getúlio Vargas, na qual abrange desde aquela época a regulamentação das relações individuais e coletivas. Ao longo desses anos foram 497 modificações todas de suma importância, frente as novas relações de trabalho que surgiam com o passar do tempo, mas nenhuma obteve tanto impacto quanto a Reforma Trabalhista, Lei 13.467 de 2017.

Com o advento da Reforma Trabalhista muitos pontos de conhecimento geral, vieram a tona dificultando o entendimento do trabalhador e dando margem a muitas interpretações. Sejamos claros, no Direito as coisas funcionam assim, "ou é" "ou não é", e quando nos deparamos com uma situação dessas, logo cobrimos com um raciocínio lógico. Vamos abordar quatro pontos que deram margem a imaginação, esclarecendo o que mudou e o que foi reformado, lembrando sempre que só temos dois lados nesses quesitos o Reclamante, sendo o empregado e a Reclamada a empregadora.

• EXTINÇÃO DO CONTRATO DE TRABALHO VIA ACORDO: foi inserido em nossa legislação a regulamentação do ACORDO entre empregado e empregador. Todos nós sabemos que a demissão é um momento delicado; Diziam as más-línguas que algumas empresas para não arcar com prejuízo com um desligamento, ofertava ao empregado um ACORDO, que não era regido por cláusula somente verbal, não há o que se falar em benefícios pois muitas vezes só um lado falava.

Agora temos previsão na Lei de um instituto muito importante, regido no artigo 484-A e nos ensina que poderá ocorrer o acordo entre o empregado e empregador e as seguintes verbas serão devidas: pela metade – o aviso prévio(se indenizado) e a multa sobre o FGTS que será de 20%; integralmente – saldo de salário, férias e décimo terceiro salário.

Vamos nos atentar as detalhes desse instituto, tal que o empregado não poderá sacar todo o valor depositado em sua conta do FGTS, com o acordo é limitado até 80% (oitenta por cento) a movimentação dessa conta, ou seja, não será possível sacar o valor total. E outra não menos importante mas de suma relevância é: o empregado não terá direito ao Seguro-Desemprego.

Pois é, sejamos modestos quando adentramos nos minuciosos termos desse artigo, pois a parte que o trabalhador "abre mão", ou seja, sacar o saldo de sua conta de FGTS em até 80% e tampouco deixar de receber um beneficio tão importante, o Seguro-Desemprego, fica claro a intervenção do Estado nesse artigo, sendo evidente sua participação e claro uma grande mudança em nosso ordenamento Jurídico.

• GESTAÇÃO, DEMISSÃO: inserido pelo artigo 394-A, uma grande mudança que versa a respeito do trabalho de Gestantes em locais insalubres, a saber: calor, frio, radiação em excesso, desde de que essa insalubridade seja de grau mínimo, caso a insalubridade atestada seja de grau máximo continua sendo vedado.

Uma grande preocupação surgiu frente a essa regulamentação, a proteção da mulher Gestante foi muito questionada e deu margem a muitas indignações, mas em meio a tantos pontos controvertidos o Presidente da República, Michel Temer, editou uma Medida Provisória1   (MP 808), dentre algumas modificações, foi incluída o "afastamento do trabalho da gestante em local com qualquer Grau de insalubridade".

Outra questão muito importante, versa sobre a Comunicação da Gestação a Empresa após a Demissão: nesse âmbito uma grande mudança ocorreu, ou seja, a proteção da mulher que se descobria grávida após sua demissão, não tinha tempo determinado para comunicar a empresa, para uma possível reintegração.

Agora, a lei determina um tempo de 30 dias após a demissão para que seja comunicado a empresa sobre a Gravidez para tomada de decisão; Apesar dessa drástica mudança temos que nos habituar, pois ao tratarmos de um assunto tão delicado, lembramos sempre dos dois lados o empregado e o empregador.

Passamos a analisar dois pontos que foram Reformados, mas deram "impressão" de mudança!

• FÉRIAS: estabelece nossa atual legislação que será possível fracionar as férias em até três períodos. Cumpre salientar que antigamente, podíamos somente em casos excepcionais fracionar as férias, nesse caso em dois períodos, sendo que um não podia ser inferior a 10 dias.

Vamos adentrar no ponto reformado desse instituto, o fracionamento do período de 30 dias, esclarecendo que a decisão de fracionar cabe ao empregado, não da empresa! Insta frisar que quem define o momento em que poderá ser desfrutado esse período continua sendo da Empresa, mas o fracionamento deverá ocorrer dentro dos 12 meses de concessão das férias, o não cumprimento acarreta multa a empresa.

Importante nesse ponto que as empresas passem a obter declaração de vontade do empregado em relação ao fracionamento, o desejo de fracionar e fixar dentro do referido período a concessão. Outros sim foi a novidade das férias terem inicio com 3 dias de antecedência com relação a feriados e finais de semana.

Não podemos nos exaltar com essa mudança, mas podemos dizer que o fracionamento vai depender da expressa vontade do Empregado, que deverá analisar a melhor opção de descansar.

• JORNADA DE TRABALHO: uma reforma considerável versa sobre a Jornada de Trabalho, na qual o Empregado e Empregador poderão negociar, através de Acordos Coletivos, a forma que serão executadas suas jornadas, respeitando os horários já determinados em Lei, ou seja, 220 horas mensais ou 48 horas semanais, com inclusão de 4 horas semanais.

Embora assuste falar em acordo entre as partes, em um polo tão desproporcional, podemos perceber uma flexibilização em adequar da maneira mais vantajosa ao empregado, senão vejamos: O Empregado pode trabalhar 48 horas na semana, dentre as possibilidades possíveis, este poderá trabalhar 12 horas em alguns dias da semana e após cumprir suas 48 horas, folga nos dias subsequentes na semana.

Não há que se falar em temor diante das situações apresentadas ou em relação a Lei – CLT vigente em nosso ordenamento Jurídico, mas sim em adaptação; Tudo que seja novo, assusta, causa dúvidas, discórdia, interpretações, e enfim opiniões. Estas últimas em alto e bom tom são as mais pecaminosas, pois temos de um lado, quem defende o Empregado e do outro o Empregador, e nesse impasse os mais sensatos examinam de forma imparcial, e, por fim, aplicam da melhor maneira o Direito, independente do lado que defendem.

1 – Medida Provisória: (MP) é um ato unipessoal do presidente da República, com força imediata de lei, sem a participação do Poder Legislativo, que somente será chamado a discuti-la e aprová-la em momento posterior. O pressuposto da MP, de acordo com o artigo 62 da Constituição Federal é urgência e relevância, cumulativamente.

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Mikaela Santos – Advogada
Inscrita no quadro da OAB/SP 385.257

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Reforma Trabalhista

Por que você precisa saber o que muda com ela?

 

 

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Sucesso na Inauguração do Abatedouro de Aves Caipiras Cocoricór

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Inaugurado em Caconde, interior de São Paulo , no dia 01 de fevereiro, o abatedouro da empresa O Caipira Industria e Comércio de Alimentos LTDA – “Frango Caipira Cocoricór” que tem capacidade para abater 1500 frangos diariamente. 

De acordo com sócio da empresa, Antônio Miranda, foram investidos R$ 3 milhões no abatedouro e a empresa tem como meta gerar 40 empregos fixos em nosso município.

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O evento de inauguração da Unidade Fabril “Hugo Orrico”, contou com presença de diversas autoridades políticas, destaque para o Secretário de Estado da Agricultura, Arnaldo Jardim, que representou o governador Geraldo Alckimin na solenidade e destacou as boas práticas que o local adota no abate das aves.

São atitudes como estar em dia com todas as licenças sanitárias, incluindo a adesão ao Serviço de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Sisp), vinculado à Coordenadoria de Defesa Agropecuária (CDA) da Secretaria. Além disso, a alimentação para as aves é 100% vegetal, elas não recebem nenhum tipo de antibiótico e levam 90 dias para se desenvolverem, respeitando o tempo certo do animal.

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A água utilizada é retirada de um poço artesiano e tratada antes de ser descartada. E a empresa está finalizando a instalação de equipamentos de energia solar para realizar o abate – que com a inauguração ganhou mais capacidade: de 1.500 para 10 mil aves ao mês. A expectativa é gerar 45 empregos diretos e 200 indiretos no município.

“Temos uma preocupação muito grande com a qualidade do nosso produto. Ficamos felizes com a presença do secretário porque sabemos que ele é um defensor das coisas ambientalmente corretas”, destacou o proprietário Hugo Ricco Junior.

“Tenho certeza de que vocês estão no caminho certo, estão antenados com a vanguarda mundial, que prima pelo bem-estar animal. Vocês apontam aqui para a qualidade de um frango que chegará à mesa das pessoas”, apontou Arnaldo Jardim, lembrando que a saudabilidade dos alimentos é uma das principais recomendações do governador Geraldo Alckmin para a Pasta.

Após a inauguração foi servido um delicioso Frango Caipira Cocoricór com polenta a todos os presentes.

O Cocoricor comercializa o frango (congelado) de diversas maneiras: cortado, inteiro, meia ave e corações.

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Sabia mais em www.cocoricor.com.br

Economia


SETOR DE REFEIÇÕES COLETIVAS CRESCE, E EMPRESAS AUMENTAM ADESÃO AO SERVIÇO

Por Dâmaris de Luca, Nutricionista e Diretora da LC Restaurantes, especializada em refeições coletivas

 

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Segundo a Associação Brasileira das Empresas de Refeições Coletivas (ABERC), a estimativa de faturamento do setor para 2017 é de R$17,3 bilhões, sendo que, no ano anterior, o valor foi de R$16,9. O mercado potencial teórico de refeições está estimado em 20 milhões/dia para empregados de empresas, e em 19 milhões nas escolas, hospitais e Forças Armadas.

Os serviços de refeições coletivas têm sido uma crescente tendência, principalmente para empresas que entendem a importância de focar no seu core business e investir na terceirização da alimentação de seus colaboradores. Ao contratar uma empresa de refeições coletivas, todo cuidado é pouco, já que envolve higiene, saúde e qualidade de vida.

Ou seja, uma empresa que quer oferecer ao seu colaborador boas refeições e um ambiente de primeira prefere terceirizar este serviço, confiando sua área de alimentação a quem entende do negócio e proporciona atendimento personalizado, agilidade, serviço com qualidade e ganho de produtividade.

Para isso, é preciso buscar soluções mais ajustadas a cada perfil de cliente. No entanto, a tendência hoje é inovar, deixando de lado o aspecto monótono de refeitórios industriais e oferecendo restaurantes modernos. E não se pode esquecer da "boa comidinha caseira", que é um fator muito forte na cultura brasileira.

Além da reestruturação do restaurante e da cozinha, que ganha novos equipamentos e utensílios, a empresa especializada nos serviços de alimentação precisa contar com equipes qualificadas de nutrição e gastronomia. Elas não só serão capazes de elaborar refeições bem mais nutritivas, como poderão levar Educação Nutricional, orientando os clientes no sentido de corrigir os erros alimentares mais frequentes na hora das refeições e realizando acompanhamentos nutricionais, incluindo em suas refeições o aporte calórico necessário para cada etapa do seu dia.

Já o controle de custos deve estar relacionado ao monitoramento de produção, compras e estoque, que precisam estar muito bem alinhados para não haver perdas. Em relação à logística, as empresas de refeições coletivas passaram a dar maior atenção a este fator, atuando com prestadores de serviços especializados para efetuar a distribuição de suas mercadorias. Outro ponto é a valorização do profissional, realizando treinamentos periódicos que vão desde o manuseio correto dos alimentos até o atendimento ao cliente.

De qualquer forma, o investimento na terceirização dos serviços de alimentação tem sido cada vez mais bem-visto por quem contrata e entende que somente uma empresa especializada irá proporcionar alimentação saudável, em um ambiente moderno e acolhedor.

Saiba mais sobre a LC Restaurantes

A LC Restaurantes (uma das 5 maiores de refeições coletivas, com clientes como Pão de Açúcar, Petrobras, Carrefour, Siemens, DHL, Vigor, Johnson&Johnson, entre outros), acaba de realizar uma fusão com o conglomerado GPS, Grupo de empresas especializado na prestação de serviços de Segurança, Infra Serviços (Facilities), Logística Indoor, e Engenharia e Utilidades. Na fusão, a LC (com faturamento médio de R$ 300 milhões/ano) ficará com 40% de participação, enquanto a GPS (com faturamento médio de R$ 3 bilhões/ano) deterá 60%.

A perspectiva com a fusão é de gerar um crescimento de 30% ao ano, um aumento de colaboradores (chegando a 55.000) e um faturamento anual superior a R$ 3 bilhões.

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Restaurante implantado pela LC na Luft

Fonte: LC Restaurantes

Restaurantes Criativos Ltda

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Ao planejar um novo restaurante, é comum se iniciar copiando um restaurante famoso ou um case de sucesso, nem que seja só para ter uma “inspiração” de referência. Em cada novo local, no entanto, surgem novas situações que levam a outras soluções e algumas diferenças. Na prática, inexistem dois restaurantes exatamente iguais, sejam de redes, food trucks ou containers. E isso é bom porque, a cada projeto, há alguma nova melhoria.

Esse caminho de copiar parece ser o mais seguro ao leigo que investe. Mas, na prática, é um sentimento ilusório. Nem todas as unidades da mesma rede dão certo. Umas empatam, outras têm um pequeno prejuízo, e algumas fecham. Outra ilusão é planejar o “mais do mesmo”, disfarçado com algum novo luxo, como já se fez muito “na era de ouro da TV”. As fórmulas do passado estão esgotadas e os “modelos do futuro” são um caminho sem volta.

Coragem e Internet ou vice versa

Estamos vivendo um tempo entre o fervilhante e o caótico, com os novos restaurantes baseados em “modelos do futuro”, que são montados pela sensibilidade de quem tem alguma imaginação e usa a internet. ‘A imaginação pode nos levar a lugares estranhos, mas sem imaginação se vai a lugar nenhum’. Essa frase de Carl Seagan separa os homens dos meninos quando coloca a criatividade na pauta do novo empreendimento.

A criatividade, filha atuante da imaginação, pode ser aprendida e praticada por qualquer investidor que controle seus medos e vaidades. “Uma falha honesta faz parte do caminho. A desgraça está no medo de falhar”. Esta frase de Henry Ford põe o medo no seu lugar, de pouca importância, pelo menos para quem considera que os riscos de investir são sempre os mesmos, seja uma boa cópia ou uma boa novidade. Só que a maioria das novidades é fácil de corrigir, e as copias são exatamente ao contrário.

Loucura é uma coisa, criatividade é outra

A criatividade, na prática, é o encontro da razão, da paixão e da intuição de cada um. Quem se decidiu por um certo caminho e fica a noite sem dormir, remoendo, é porque está sendo realmente criativo. Na criatividade, a razão é usada para responder a perguntas concretas, que começam com as palavras: o que, para quem, como, onde, quando e com quem. São as respostas a estas perguntas que montam a estrutura lógica da nova ideia.

Para responder a perguntas subjetivas, que começam com a palavra porque, é necessário usar a paixão pessoal. Como todos sabem, uma solução criativa deriva de um momento de paixão. Por que seu produto precisa ser bom? Sua equipe treinada? Seus equipamentos com alto desempenho? Você trabalha por um mundo melhor ? O que se faz nesse sentido? Pouco importa se as respostas são piegas, se forem verdadeiras. Afinal, são as paixões que determinam o conteúdo dos produtos, serviços e ambientes. Elas dão espírito ao projeto de arquitetura em suas relações com espaços, pessoas e funções. As pessoas se comunicam também pelo caráter.

O terceiro elemento da criatividade é a intuição, confundida algumas vezes com o instinto, mas são dois sentimentos diferentes. Um vai para a frente e o outro vai para a defesa. As intuições são as perspectivas otimistas do futuro, em um mundo melhor, com suas novidades indo ao encontro das pessoas. Ao instinto fica delegado o plano B. “A alimentação não é uma ciência, é uma arte”. Esta frase de Jim Sullivan é famosa pelas controvérsias que gera. Para quem acha que a alimentação é tanto uma coisa como outra, é a intuição que consolida o investimento.

A bagunça nossa em cada sistema

Quando se fala no uso de tecnologia em restaurantes, parece que o assunto sempre deriva em cadeias frias, com seus congelamentos e restituições, que dizem facilitar os controles, os fluxos e os custos da operação. Como a história real é um pouco diferente, cria-se a base de uma outra onda criativa, baseada no sucesso com alimentos naturais e pratos feitos na hora, como já acontece em cadeias internacionais. Ficam assim dois caminhos antagônicos para se escolher em um empreendimento.

Essa nova tecnologia que surge aos poucos, voltada a preparações “on demand”, ou pratos feitos na hora, implica melhor programação de fluxos, atenção profissional, informação e equipamentos de alto desempenho. No começo pode dar mais trabalho, porque o raciocínio é diferente, mas compensa e muito. Nada é melhor que um prato preparado na hora, ainda mais quando o sabor está de volta ao jogo. Os funcionários ficam orgulhosos, os custos se mantêm e os clientes saem satisfeitos.

É tentador optar por algumas soluções mais fáceis como misturas pré-prontas, carnes em porções, vegetais cortados, fornos de esteira e resfriadores de maneira geral. A questão é que estas opções estão voltadas somente a facilitar o trabalho do operador, sem gerar valor ao produto ou vantagem ao cliente. Com essas opções, o restaurante terceiriza o controle de sua qualidade, a essência de sua marca. São soluções que colocam o cliente em segundo plano.

Chapas, fornos e APPs

Novas tecnologias em equipamentos estão surgindo aqui e ali, na espessura maior das chapas, no poder calorífico dos queimadores, nas zonas frias e recuperação das fritadeiras, na distribuição uniforme de calor nos fornos combinados, no isolamento dos fornos de lastro, enfim, na refrigeração, máquinas de preparo, de controle e lavadoras. É sempre bom fazer cursos e visitar com atenção as feiras do ramo, que muita tecnologia nova está vindo dentro de vários equipamentos.

As tecnologias de venda, com app, mídias para network, cardápios eletrônicos, delvery on line, pontos Fly Buy e ambiente totalmente digital precisam ser voltadas para cada caso, conforme cada lugar, para obter seus melhores resultados. Logicamente só funcionam quando já existem produtos e serviços de qualidade. E já são uma parte importante do conjunto.

Quem é normal?

As relações de respeito entre a equipe, com os clientes e fornecedores, são os fundamentos das novas organizações transparentes. Já entramos na época em que os clientes querem ser tratados como pessoas, a equipe ter seu trabalho humanizado, e o fornecedor o seu esforço reconhecido. A lógica simples somada à paixão pura, num ambiente de mútuo respeito, forma o espírito mais poderoso dos novos restaurantes.

De repente, uma equipe completa

Depois de uma semana na empresa, o novo colaborador deixa a condição de “sem noção” e passa a categoria de “espertinho”, porque já sabe fazer alguma coisa. O espertinho, quando se identifica com a casa, aprende mais, contribui e evolui a condição de “normal”. O normal se aprimora e pode chegar a “chefe”, quando já sabe como fazer e o que ensinar a seus colegas. Muitas vezes se imagina um líder, que comanda os chefes com técnica e sabedoria. Essa encantadora figura vive escondida, mas é bom estar atento, que ela pode surgir de repente, na nossa frente, ao nosso lado ou dentro de nós mesmos.

Texto: José Aurélio Claro Lopes
site – www.precx.com.br
contato – precx@precx.com.br

Fonte: Infood

Sapore prepara compra da IMC

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Valor de mercado da companhia já atingiu R$ 1,47 bilhão

A Sapore, fornecedora de refeições para empresas, prepara uma oferta para comprar a IMC, dona do Viena, do Frango Assado e da RA Catering. A intenção é oficializar a oferta ainda neste mês. Até o momento, o plano desenhado envolve a criação de uma empresa única, com a incorporação da Sapore pela IMC, com troca de ações entre as empresas.

Alternativas têm sido buscadas para tornar o negócio atrativo aos acionistas da IMC. Pela proposta em discussão na Sapore, Daniel Mendez, seu fundador e presidente, se tornaria o controlador da nova companhia. Pretende-se manter o presidente da IMC, Newton Maia, no comando executivo da empresa combinada, segundo fonte a par do assunto.

A estrutura pensada prevê ainda Mendez como presidente do conselho de administração da nova operação – o atual presidente do colegiado é Patrice Etlin, que comanda a empresa de private equity Advent. A Sapore está sendo assessorada pela Riza Capital.

Como prêmio, a proposta é pagar um dividendo especial, com o objetivo de tornar o negócio atrativo ao acionista.

O valor de mercado da IMC, após fechamento do pregão na sexta-feira, atingiu R$ 1,47 bilhão.

Na terça-feira passada, o conselho de administração da Sapore aprovou a realização de uma oferta pela IMC, considerada um negócio atrativo para seu plano de expansão, especialmente depois que a IMC se tornou uma companhia de capital pulverizado, ou seja, sem controlador definido, o que a deixou mais vulnerável. Cerca de 90% das ações da IMC estão em circulação no mercado e os 10% restantes com a Advent.

Dentro desses 90% estão a gestora Kabouter Management, com 7,8%, e o fundo British Columbia Investment Management Corporation, com 6,8%. Em novembro, uma oferta de ações da IMC foi a porta de saída parcial da Advent da operação. A gestora se desfez de mais de 70% de seus papéis.

O Jornal Valor apurou que no ano passado, antes da saída parcial da Advent, a Sapore já teria sinalizado para sócios da empresa o interesse em um acordo, por meio de bancos interessados em assessorar uma transação.

Não houve avanço nesse sentido. Segundo uma fonte com conhecimento da operação, a intenção hoje é oferecer um proposta inicial já em condições de avançar com a negociação.

Uma oferta teria que ser apresentada ao conselho da IMC, que pode estar de acordo ou não com as condições oferecidas, antes de ser levada a uma assembleia geral de acionistas.

Se as conversas evoluírem, a Sapore entra no mercado de varejo de restaurantes, com várias sinergias com o atual modelo de operadora de restaurantes corporativos, e pode avançar no seu plano de internacionalização – considerando que a IMC já tem uma operação fora do Brasil, nos Estados Unidos e no Caribe.

Após processo de crescimento que aumentou o endividamento, a IMC voltou a ter alta no lucro neste ano, com ajustes que têm trazido resultados. A IMC tem vendas líquidas estimadas pelo mercado em R$ 1,6 bilhão em 2017, para um lucro antes de juros, impostos e amortização previsto de R$ 130 milhões a R$ 140 milhões. A empresa lucrou quase R$ 20 milhões de janeiro a setembro.

A Sapore só tem dados publicados de 2016, com vendas líquidas de R$ 1,45 bilhão naquele ano. Para 2017, previa alta de 15% a 20%, com a receita líquida atingindo R$ 1,7 bilhão (próximo do montante da IMC). O Ebidta de 2016 foi de R$ 111,3 milhões, alta de 110%, com lucro líquido de R$ 32,2 milhões, 126% de alta sobre o ano anterior.

Fonte – BVMI – Juliana Schincariol e Adriana Mattos/VALOR

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Marketing

LANÇAMENTO


Tambaú Alimentos lança maionese para o setor food service

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O mercado de maionese no Brasil é expressivo, com penetração de cerca de 80% nos lares, movimentando cerca de R$ 1 bilhão por ano. De olho nesse market share e com credibilidade já conquistada através do seu catchup, que é líder de mercado nas regiões Norte e Nordeste, e da mostarda, agora é a vez da Tambaú apostar nela. O produto que já era um desejo antigo tanto da empresa, quanto dos consumidores, veio para reforçar e completar a categoria ‘Food Service’. As pesquisas de mercado e dos fornecedores foram iniciadas há algum tempo, mas só agora a maionese começa a ser produzida, para entregar um produto diferenciado e que atenda às expectativas do público que já conhece a marca. “Temos sempre a visão de adicionar ao nosso portfólio produtos que nos proporcionem mais oportunidades de estar nas gôndolas e nos lares. Queremos entregar ao consumidor o produto que faltava no combo dos nossos sachês, com uma receita própria, garantindo a qualidade já conhecida no mercado”, comenta Alzira Monteiro, Coordenadora de Marketing da empresa.

Além do sabor, a textura e a cor da composição são os indicativos principais para avaliar e diferenciar a maionese de uma marca para outra. E, de acordo com a Diretora Industrial, Francisca Bezerra de Melo, a Tambaú está otimista na apresentação de um produto diferenciado, resultado da eficiência do processo de produção da fábrica. “Investimos na aquisição de uma linha produtiva, no desenvolvimento da formulação e no treinamento da equipe para apresentar uma receita à altura das expectativas dos nossos consumidores, com sabor e segurança alimentar”, comenta a diretora.

O lançamento representa mais uma inovação da marca que aposta na experiência de produção, na capacidade técnica dos seus profissionais e na sua equipe comercial para expandir as oportunidades e a presença no mercado. Inicialmente, a maionese será apresentada em sachê de 6 gramas, mas a empresa pretende implementar, aos poucos, novas versões de embalagem. “Acreditamos que a venda dos três produtos de sachês irá aumentar, pois muitos clientes preferem comprar o combo completo dos sachês para seus estabelecimentos. A partir de agora, podemos oferecer essa facilidade”, explica o Gestor Comercial, Igor Gonçalves. A maionese da Tambaú é comercializada, principalmente, no norte e nordeste do país.

Fonte: New Trade

Fazendo o Marketing no Food Service

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A Indústria deve buscar o Restaurante como sua Vitrine

No mercado onde a gôndola ou vitrine é o cliente, as indústrias buscam entender as necessidades colocadas pelos operadores do setor Food Service ou se preferir Alimentação Fora do Lar.

Pois ouvindo e vendo, é que produtos, ideias e serviços se transformam e ganham dimensões que até mesmo a indústria e os restaurantes muitas vezes não poderiam imaginar o alcance e a longevidade a ser atingida e perpetuada.

Por isso quando se fala em marketing no food service deve se valer do componente técnico que é o grande gerador de resultados para este setor que tem particularidades especificas, pois não é só de embalagem que se faz a venda e sim através do marketing técnico que o resultado final será alcançado e bom para os dois lados.

Hoje, até os grandes players entenderam que uma ação bem feita com o formador de opinião certo pode gerar resultados em menos tempo e evitando possíveis falhas de comunicação com quem irá comprar não somente um, mas sim centenas ou milhões, este é o Food Service ou Alimentação Fora do Lar e que desperta o interesse até mesmo do mercado varejista que fez e vem fazendo aquisições, aumentando assim o seu alcance e o portfólio de produtos e serviços, tendo muitas melhoras em relação a concorrência.

A indústria deve refazer, atualizar o seu modelo de marketing, afinal os dias são outros, as oportunidades são grandes, deve se preparar para reconhecer o que pode ser relevante para a aproximação e a relação com compradores e operadores do food service, certamente exigirá mais do famoso "corpo a corpo" com o formador de opinião do setor food service que está a cada dia entendendo que o conhecimento técnico faz a diferença até mesmo para ser reconhecido por outros profissionais do setor que querem estar perto, aprender mais tecnicamente sobre os produtos e serviços que por ele são indicados.

Profissionais que são o objeto de se alcançar o resultados plenos no food service nem sempre são glamurizados, mas sim passam a ser conhecidos e viram referência no mercado pelo diferencial técnico que os impulsionam dentro deste setor e que fazem a indústria enxergar a importância do Food Service mesmo que a sua verba não seja a mesma que é destinada quando comparamos com a que utilizada dentro do mercado varejista, por isso o Marketing no setor Food Service deve ser trabalhado com mais criatividade principalmente porque a situação de um bom negócio irá depender de quais as estratégias vão ser formatadas e a execução realizada de forma que a indústria, marca, produto e serviço sejam desejo de aquisição dos Compradores do Food Service.

O que os números mostram sobre o mercado Food Service.

Dados do Instituto Food Service Brasil divulgados mostram que em 2017 o número de lojas de redes associadas avançou 5,9%, para 9.330 unidades. Enquanto o faturamento subiu 6,2%. Por trás dos números, estão o recuo da inflação da alimentação fora de casa, que ficou em 3,83%, contra 7,22% em 2016, e um aumento no tíquete médio de 4,2%, para
R$ 25,10.

Mercado & Marketing

Como o Restaurante pode Aumentar suas Vendas, Fidelizar e Atrair novos clientes.

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Por Arthur Oliveira - Prosphera Educação Corporativa

Aumentar as Vendas, Atrair e Fidelizar novos clientes e consumidores, qual empresa não quer, não é mesmo?!

Sim, devem ser os objetivos básicos de qualquer empresa ou estabelecimento, quanto mais um restaurante. Objetivo este que é um desafio, ainda mais nos tempos atuais, com tantas ofertas, onde o consumidor tem acesso à informação, tecnologia, redes sociais... e busca ter uma "experiência" na compra de um produto, serviço e atendimento.

Para se destacar, podemos citar vários aspectos que devemos dar atenção: o produto ou serviço, o cardápio, um ambiente agradável, forma de comunicação e atendimento ao cliente consumidor, equipe de colaboradores bem treinada e motivada, promoções, canais de divulgação nas redes sociais, eventos, investir no bom relacionamento com o seu cliente e outros. Sabemos disso tudo mas o grande diferencial é ter e reunir as informações adequadas para criar a estratégia e plano de ação de marketing e vendas, treinar os colaboradores com os investimentos adequados que gerarão o aumento de Vendas, Atração e Fidelização dos clientes consumidores.

A nossa experiência e de nossos especialistas em centenas de empresas e restaurantes e de nossos Resultados ou Extraordinários Resultados tem nos mostrado ser isso possível quando utilizamos do conhecimento, metodologia e ferramentas para elaborar-se um plano de Marketing e Vendas baseado nas informações e avaliações de Pesquisas de Mercado, Pesquisa de clientes / consumidor, concorrentes e fornecedores, cliente oculto, análise e correta definição do custo por mercadoria vendida (CMV), ficha técnica, análise de pontos fortes e fracos, mix de produtos e serviços, análise dos processos internos e operacionais, canais de comunicação, atendimento e venda e desta forma criando o diferencial competitivo - Estratégia, onde este Plano de Ação de Marketing e Vendas será alinhado com todos os setores e departamentos da empresa / estabelecimento e aí sua execução na busca dos objetivos acima. 

Educação Corporativa para Restaurantes

1. Como Reduzir Custos e Desperdícios acima da média.
- Diagnóstico (Sem custos);
- Projeto / Proposta;
- Implementação;
- Resultados.

2. Treinamento de Liderança e Motivação
- Líderes e Gestores, Como obter o melhor de seus colaboradores;
- Lideres e equipe comprometida com os Resultados;
- Como Aumentar o Ticket médio.
- Colaboradores Produtivos, engajados e comprometidos com a empresa.

3. Como o Restaurante pode Aumentar suas Vendas, Fidelizar e Atrair novos clientes
- Pesquisa de Mercado, Clientes e Concorrência. Informações Estratégicas personalizadas;
- Criação da estratégia e Plano de ação de Marketing e Vendas;
- Implementação;
- Execução, Controle e Monitoramento dos Resultados.

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AGENDA 2018

Mercado de Alimentação Food Service

 

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Mais de 35.000 Profissionais recebem Notícias e Informações através do nosso Portal Marketing Nutricional e de nossas ações de divulgação do que irá acontecer durante o ano.

Profissionais da área da Alimentação

Nutricionistas, Chefs, Gerentes, Confeiteiros, Cozinheiros, Proprietários de Restaurantes que procuram por novidades, conhecimento e atualização, acompanhem os Cursos e Eventos para os profissionais do segmento.

Vocês poderão através de uma pequena e simples pesquisa na Agenda do Portal Marketing Nutricional conferir o que acontece no seu mercado e os Cursos . Eventos e Feiras que desejam participar.

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SND Hospitalar


7 Pontos que o SND deve controlar na distribuição dos Alimentos no hospital mantendo Serviços de Qualidade

Por Regina Stikan Carrijo - Coordenadora de Nutrição no Hospital Santa Catarina

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A alimentação é um dos assuntos amplamente discutidos durante o período de internação hospitalar pois contribui com a recuperação e sucesso do tratamento multidisciplinar.

Contudo ofertar refeições garantindo qualidade e segurança alimentar exige que critérios sejam estabelecidos e cumpridos rigorosamente.

Antes da distribuição efetiva há que se considerar com ponto inicial não só a dieta prescrita mas os

HÁBITOS ALIMENTARES -
o que o paciente espera e precisa? A partir da adesão do paciente é que desdobram-se as demais ações.

DEGUSTAÇÃO - ainda que o receituário padrão seja cumprido deve haver sempre a degustação prévia a fim de avaliar a palatabilidade final da preparação.

APRESENTAÇÃO - a composição do prato deve ser harmoniosa e despertar o apetite e não recusa para o paciente internado.

TEMPO/TEMPERATURA - o maior desafio quando considerado: deslocamento entre o preparo , distribuição e efetivo consumo do paciente que deve receber cada alimento na linha de temperatura indicada ( cadeia fria/ quente).

DUPLA CHECAGEM - é a barreira de segurança necessária para que a dieta certa seja entregue para o paciente certo

VERIFICAÇÃO DE SATISFAÇÃO - uma avaliação refinada do quanto foi efetivo todo o serviço de nutrição alinhado a satisfação do paciente.

SUSTENTABILIDADE - implantar políticas de conscientização que evitem o desperdício: de alimentos, recursos hídricos, estruturais, pela boa governança da área ,valorização da equipe e desenvolvimento dos mesmos.

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Regina Stikan Carrijo
Pós Graduada em Nutrição Clínica
Coordenadora de Nutrição no Hospital Santa Catarina
Possui 20 anos de experiência em Nutrição Hospitalar
Co Autora do Livro : Gastronomia Hospitalar no Conceito de Comfort Food

 

Modernização nas Cozinhas Hospitalares

Entrevista com Audrey de Castro

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MN : Em um setor que demanda muito controle sobre a questão Segurança Alimentar, quais as principais atualizações nos últimos 5 anos dentro do Setor de Cozinhas Hospitalares ?

Audrey de Castro: Para garantir um grande controle na segurança alimentar, podemos falar que existem sim novos processos e equipamentos capazes de garantir e melhorar a segurança alimentar dentro de hospitais. Para o mercado nacional pode parecer recente, mas se verificarmos ao redor do mundo sabe-se que são práticas antigas.

Pode-se dizer que para que os processos acontecem na integra, é necessário que os equipamentos estejam envolvidos. Alguns exemplos:

Processos:

Cook Chill – o sistema é um processo de preparação e resfriamento dos alimentos com o objetivo de prolongar seu armazenamento e, consequentemente, a sua distribuição e consumo de forma segura e nutritiva. A técnica engloba o cozimento total do alimento, seguido de rápido resfriamento, acondicionamento e armazenamento a temperaturas controladas.

Sous vide - o termo vem do francês e quer dizer “sob vácuo”. Esta é uma técnica de preparação de alimentos (não chega a ser considerado um método de cocção e sim uma técnica, pois utiliza de outros métodos para realmente “cozer” o alimento). Esta técnica basicamente consiste em acondicionar alimentos à vácuo (em sacos plásticos apropriados) e cozinhá-los sob temperaturas moderadas, geralmente entre 40°C e 90°C. Diferentemente de cozinhar em um fogão lentamente, sous-vide utiliza saco de embalagem a vácuo colocados em água quente abaixo do ponto de ebulição (normalmente em torno de 60 ° C ou 140°F). A vantagem de se utilizar a técnica sous vide é a riqueza de sabores e textura que ganha o alimento, além da diminuição de perdas de nutrientes, pois não ocorre desperdício do líquido de cocção, nem oxidação, menores perdas por processamento térmico. 

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Alimento Seguro


HACCP ou APPCC – Treinamento – Os segredos para executar os processos e garantir melhores resultados

Por Camila Volpato

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Foto: Treinamento Camila Volpato

Nos artigos anteriores, expliquei o que é o HACCP/ APPCC, e posteriormente como elaborar um programa, ou seja, estávamos na teoria e base para estabelecer a avaliação de risco e consecutivamente os pontos críticos de controle. Agora vamos praticar?

O treinamento para elaboração de um Plano de Análises e Perigos e Pontos Críticos de Controle, baseia- se em fazer exercícios práticos de todas as etapas, passando aos futuros coordenadores do Programa de APPCC etapa por etapa na prática. Determina-se um produto e solicita que eles, descrevam nos formulários específicos: Formação de Equipe, Descrição do produto, descrição do processo, fluxograma, avaliação de perigos, avaliação de riscos, como utilizar a árvore decisória, determinar os pontos críticos e pontos críticos de controle, monitoramentos, medidas corretivas e preventivas e verificações.

A expressão treino ou treinamento refere-se ao processo de aquisição de conhecimento, habilidades e competências como resultado de formação profissional ou do ensino de habilidades práticas relacionadas às competências úteis específicas. Ou seja, o maior segredo para eficiência do Programa de APPCC é treinamento da equipe multidisciplinar.

O treinamento não deve ser apenas para elaboração do programa ou anualmente, deve ser a cada alteração do processo produtivo ou inclusão de um novo produto no portfólio da empresa.

Não existe treinamento eficaz, sem comprometimento da equipe multidisciplinar, eis um fator determinante para que todas as etapas do programa sejam seguidas na sua integra. Já mencionei anteriormente, que o papel aceita qualquer tipo de informação, por isso treinar sua equipe, quanto aos princípios e etapas no APPCC, garante que todos terão informações para garantir resultados eficazes e serem multiplicadores na empresa do programa de APPCC.

Para garantir bons resultados, é necessário que todos colaboradores da empresa entendam a sistemática do Programa, que saibam quais são os 3 tipos de perigos (químicos, físicos e biológicos) e levem a seus líderes informações quando acontecer no processo algum tipo de situação que possa contaminar o produto, ou até mesmo o processo. Ter colaboradores comprometidos com a segurança do produto é sucesso garantindo, pois ele não irá permitir que continuasse o processo, chamando assim seu gestor ou até mesmo a equipe da qualidade para avaliar a etapa.

A base de um bom sistema de qualidade é conhecimento e comprometimento, ambos são determinantes ao sucesso!


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Camila Volpato Cintra, formada em Medicina Veterinária na Anhanguera, Pôs graduada em Qualidade pelo Instituto Qualittas, e MBA em Gestão Industrial pela FGV. Já atuou na Garantia da Qualidade nas maiores empresas do setor de alimentos no Brasil: Marfrig Foods, Flamboiã Alimentos, Minerva Foods, Jbs Foods e Ceratti. Atualmente, atua na Garantia da Qualidade na Carnes Wessel. Atuando na área desde 2007. Palestrante em Simpósios, Congresso e Eventos na área de Carnes das Universidades Instituto Mauá, Universidade Federal de Lavras, UNESP, Anhanguera, entre outras.

IMPORTÂNCIA DAS ANÁLISES MICROBIOLÓGICAS E A REVISÃO DA RDC 12

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Por Dr. Eneo Alves da Silva Jr

O controle de alimentos seja na produção industrial ou em alimentos prontos para o consumo em Serviços de Alimentação deve ser realizado fundamentalmente com a implantação e implementação das Boas Práticas e também do Sistema APPCC (Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle) a indústria tem maior facilidade para implantar o Sistema APPCC, porém os Serviços de Alimentação deveriam pelo menos implantar os princípios básicos deste sistema. Para que o controle dos alimentos desde a produção primária até o consumo seja eficaz, é importante realizar o monitoramento dos critérios de higiene, tempo e temperatura definidos nos pontos de controle e nos pontos de controles críticos (PCC) em toda cadeia produtiva.

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O monitoramento assegura que os critérios estão sendo atingidos e comprovam a segurança nas operações, porém, mesmo que os critérios higiênicos, tempos e temperaturas estejam sob controle, é importante também avaliar as condições higiênicas e sanitárias através das análises microbiológicas dos alimentos, para isso são utilizados dois grupos de microrganismos, os indicadores higiênicos ou de qualidade e os indicadores sanitários.

Os indicadores higiênicos indicam falhas na manipulação, armazenamento inadequado, exposição dos alimentos em temperatura ambiente, mas não estão ligados diretamente à risco a saúde, são bem utilizados no estudo da vida de prateleira dos alimentos armazenados (shelf life), neste grupo estão incluídos a contagem padrão em placas de microrganismos mesófilos heterotróficos, Enterbacteriaceae (enterobactérias), coliformes 35ºC (C.totais) e os fungos (bolores e leveduras). Os indicadores sanitários são mais importantes porque são patógenos e podem oferecer risco à saúde do consumidor dependendo de sua presença ou contagem, estão incluídos neste grupo os Coliformes 45ºC (C.fecais), Escherichia coli, Staphylococcus coagulase positiva (aureus), Bacillus cereus, Clostridium SR (perfringens), Salmonella sp., e outros.

Neste sentido, os microrganismos utilizados como critérios microbiológicos foram definidos na Legislação brasileira, Portaria nº 1 de 28/01/1987 do Ministério da Saúde – DINAL, esta Portaria foi revogada pela Portaria nº 451 de 19/09/1997 do Ministério da Saúde – SVS que também foi revogada pela atual Resolução RDC nº 12 de 2/01/2001 da ANVISA. A Portaria nº 1 do DINAL e a Portaria nº 451 do SVS contemplavam para diferentes grupos de alimentos os indicadores higiênicos (Contagem de mesófilos, coliformes totais e bolores/leveduras) e os indicadores sanitários (coliformes fecais, Staphylococcus aureus, Bacillus cereus, Clostridium SR e Salmonella sp.) incluindo as interpretações em condições higiênico-sanitárias satisfatórias, condições higiênicas insatisfatórias, condições sanitárias insatisfatórias e condições inaceitáveis para o consumo, dependendo do grupo de alimentos e de suas contagens. Com a elaboração da Portaria RDC nº 12 foram eliminados os indicadores higiênicos, sendo os parâmetros de interpretação alterados para condições satisfatórias ou insatisfatórias levando em conta apenas os indicadores sanitários, por isso a RDC 12 foi definida como padrões microbiológicos sanitários para alimentos.

Nos dois últimos anos a ANVISA reuniu um grupo de microbiologistas para revisar a Portaria RDC 12 no sentido de modernizar os indicadores microbiológicos e melhorar a interpretação dos grupos de alimentos passando de 28 para 23 grupos, com isso foram sugeridos como indicadores higiênicos (qualidade) a contagem de microrganismos aeróbios mesófilos, enterobactérias e bolores/leveduras, e como indicadores sanitários a Escherichia coli no lugar dos coliformes 45ºC (fecais), Staphylococcus coagulase positiva, Bacillus cereus, Clostridium perfringens, Salmonella sp., Cronobacter spp, Listeria monocytogenes, Campylobacter jejuni, Yersinia enterocolitica. Foi sugerida também nesta revisão a pesquisa de histamina no caso de pescados e pesquisa de enterotoxina estafilocócica em alguns produtos lácteos. É importante salientar que as alterações propostas pelo grupo da ANVISA estão aguardando para serem enviadas para consulta pública para avaliação e posterior publicação como uma nova Legislação sobre padrões microbiológicos para alimentos.

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Dr. Eneo Alves da Silva Jr - Biomédico – Microbiologista. Especialização em Microbiologia Geral e Metodologia do Ensino Superior. Mestrado e Doutorado em Microbiologia de Alimentos e Controle Higiênico-Sanitário em Serviços de Alimentação.

Conheça a nova publicação da Anvisa:

Resolução para prestação de serviços de alimentação em eventos de massa

Preencha os dados do formulário para receber o pdf da resolução

RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA- RDC Nº 43

Anvisa:

O DECRETO No - 9.013, DE 29 DE MARÇO DE 2017


Preencha os dados do formulário para receber o pdf do DECRETO - 9.013, DE 29 DE MARÇO DE 2017

Vigilância Sanitária

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Receita

 

Panqueca doce

 

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Ingredientes

 

Massa

  • 1 lata de leite condensado
  • 1 ovo
  • 2 xícara de chá farinha de trigo

  • 1 caixinha de creme de leite
  • 1 colher de sobremesa de fermento em pó
  • Manteiga (para untar a frigideira)

 

Modo de preparo

  • Bata todos os ingredientes no liquidificador até ficar uma massa homogênea
  • Coloque manteiga numa frigideira até derreter
  • Em seguida, despeje massa suficiente para cobrir todo o fundo da frigideira e frite dos dois lados

  • Coloque a cobertura que desejar (cereja com leite condensado, brigadeiro, beijinho de coco, creme de leite com morango, doce de leite com amendoim) e sirva

 

Ficha Técnica de Vatapa

 

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O Vatapá e um acompanhamento de pratos baianos. Vai muito bem no recheio do acarajé ou junto com arroz, farofa, caruru, fradinho, frango. Um dos segredos do vatapá é o gengibre, responsável pelo toque picante no paladar, segredos que só a Baiana tem.

 

Ingredientes

 

Porções - 20

  • Pão de sal
  • Camarão seco
  • Castanha de Caju
  • Amendoim
  • Cebola
  • Azeite de Dendê
  • Leite de coco fresco
  • Gengibre
  • Alho
  • Preparo: 60mim

  • 05 - UN.
  • 0.150 - K
  • 0.100 - K
  • 0.100 - K
  • 0.250 - K
  • 0.100 - Ml
  • 0.850 - Ml
  • Q.b. - K
  • Q.b. - K
  •  

    Modo de preparo

    -Molhe os pães na metade do leite de coco e reserve por um dia sob refrigeração. Reserve 25g do camarão seco. Em um liquidificador bata o camarão seco, a castanha de caju, amendoim, cebola, gengibre e alho. Leve uma panela ao fogo, acrescente os pães e o preparo feito no liquidificador e cozinhe por aproximadamente 5 mim acrescente o azeite de dendê e o restante do leite de coco cozinhe até formar uma pasta, ou soltar das bordas da panela. Misture o camarão reservado

    Sobre o Chef Erica Vargas,
    Chefe de Cozinha e sócia proprietária da empresa “Pedacinho da Bahia” que faz presente a gastronomia baiana nas feiras de rua e leva esses sabores com os foodtrucks pela capital paranaense
    .

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